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	<title>Arquivo para Hardware - Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</title>
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	<description>Artigos e Tutoriais sobre Desenvolvimento de Software, Bancos de Dados SQL, Linux, Lógica de Programação, Inteligência Artificial, Hardware, Eletrônica, Arduino, Técnicas e Teorias de Estudo e Aprendizagem, Carreira em TI, Ciências Cognitivas, e muito mais!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 09 Jul 2025 10:50:27 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Obter informações sobre hardware da máquina com comando lshw no Linux</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 11:49:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Operacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Obter informações sobre hardware do computador com comando lshw no Linux Fala pessoal! Neste post trago mais um tutorial sobre uma ferramenta muito útil e versátil no Linux, que é o comando lshw (List Hardware). Trata-se de um utilitário que permite exibir informações detalhadas sobre o hardware de um computador que esteja rodando um sistema Linux qualquer. Esse comando mostra especificações de componentes como CPU, memória, armazenamento, dispositivos de rede, entre muitos outros. Vejamos como ele funciona e exemplos de uso. O que é o lshw? Sucintamente, o lshw é uma ferramenta de linha de comandos que fornece uma descrição detalhada do hardware instalado em um sistema Linux. Instalação do lshw Geralmente a ferramenta vem instalada nas diversas distribuições Linux, mas eventualmente ela pode não estar disponível por padrão. Se for necessário instalá-la, execute um dos comandos a seguir, dependendo de sua distro: $ sudo apt install lshw # Distribuições baseadas em Debian/Ubuntu $ sudo yum install lshw # Distribuições baseadas em Red Hat/CentOS Observação Para exibir informações completas sobre o sistema, recomenda-se executar a ferramenta com privilégios de superusuário (sudo). Sintaxe básica do lshw $ lshw [opções] Opções comuns: -short: Mostra um resumo compacto das informações. -C &#60;classe&#62;: Exibe [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/obter-informacoes-sobre-hardware-da-maquina-com-comando-lshw-no-linux/">Obter informações sobre hardware da máquina com comando lshw no Linux</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Obter informações sobre hardware do computador com comando lshw no Linux</h1>
<p>Fala pessoal! Neste post trago mais um tutorial sobre uma ferramenta muito útil e versátil no Linux, que é o comando <strong>lshw</strong> (<em>List Hardware</em>). Trata-se de um utilitário que permite exibir informações detalhadas sobre o hardware de um computador que esteja rodando um sistema Linux qualquer.</p>
<p>Esse comando mostra especificações de componentes como CPU, memória, <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/hardware/padroes-de-interfaces-de-storage-dispositivos-de-armazenamento-de-dados/">armazenamento</a>, dispositivos de rede, entre muitos outros.</p>
<p>Vejamos como ele funciona e exemplos de uso.</p>
<h2>O que é o lshw?</h2>
<p>Sucintamente, o lshw é uma ferramenta de linha de comandos que fornece uma descrição detalhada do hardware instalado em um sistema Linux.</p>
<h3>Instalação do lshw</h3>
<p>Geralmente a ferramenta vem instalada nas diversas distribuições Linux, mas eventualmente ela pode não estar disponível por padrão. Se for necessário instalá-la, execute um dos comandos a seguir, dependendo de sua distro:</p>
<pre><strong>$ sudo apt install lshw <span style="color: #339966;"># Distribuições baseadas em Debian/Ubuntu</span></strong>
<strong>$ sudo yum install lshw <span style="color: #339966;"># Distribuições baseadas em Red Hat/CentOS</span></strong></pre>
<p>Observação Para exibir informações completas sobre o sistema, recomenda-se executar a ferramenta com privilégios de superusuário (sudo).</p>
<h2>Sintaxe básica do lshw</h2>
<pre><span style="color: #800080;"><strong>$ lshw [opções]</strong></span></pre>
<p>Opções comuns:</p>
<ul>
<li><strong>-short:</strong> Mostra um resumo compacto das informações.</li>
<li><strong>-C &lt;classe&gt;</strong>: Exibe apenas informações sobre uma <em><strong>classe de hardware</strong></em> (ex.: processor, disk). Ver abaixo as classes disponíveis.</li>
<li><strong>-quiet</strong>: Suprime mensagens de erro.</li>
<li><strong>-json</strong>: Produz saída em formato JSON (se suportado).</li>
<li><strong>-xml</strong>: Produz saída em formato XML.</li>
</ul>
<h2>Classes de hardware disponíveis</h2>
<p>O lshw organiza o hardware em classes. Algumas classes comuns são:</p>
<ul>
<li><strong>processor</strong>: Mostra informações sobre a CPU.</li>
<li><strong>memory</strong>: Detalhes da RAM e cache.</li>
<li><strong>disk</strong>: Informações sobre discos.</li>
<li><strong>network</strong>: Detalhes das interfaces de rede.</li>
<li><strong>display</strong>: Informações sobre a GPU.</li>
<li><strong>storage</strong>: Controladores de armazenamento.</li>
</ul>
<h2>Exemplos de uso do lshw</h2>
<p>Vejamos alguns exemplos de uso do lshw para consultar informações sobre o hardware do computador.</p>
<h4><strong>Mostrar informações completas do hardware</strong></h4>
<pre><strong>$ sudo lshw</strong></pre>
<p>A execução do lshw sem nenhuma opção produz uma saída com informações sobre CPU, memória, armazenamento, placas de rede, etc.</p>
<p>Saída típica:</p>
<pre><strong>description: Laptop
product: Inspiron 15 (Inspiron 3543)
vendor: Dell Inc.
width: 64 bits
capabilities: smbios-2.8 dmi-2.8 smp vsyscall32</strong></pre>
<p>Dica: Use o lshw combinado com ferramentas como o <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/certificacao-lpic-1/visualizar-o-conteudo-de-arquivos-com-comandos-more-e-less-no-linux/">paginador less</a> para facilitar a navegação na saída apresentada, como segue:</p>
<pre><strong>$ sudo lshw | less</strong></pre>
<h4><strong>Mostrar informações resumidas</strong></h4>
<p>Usamos a opção <strong>-short</strong> para exibir uma saída mais compacta:</p>
<pre><strong>$ sudo lshw -short</strong></pre>
<p>Saída típica:</p>
<pre><strong>H/W path Device Class Description</strong>
<strong>====================================================</strong>
<strong>/0 system Inspiron 3543</strong>
<strong>/0/0 memory 64KiB BIOS</strong>
<strong>/0/4 processor Intel(R) Core(TM) i5-5200U</strong>
<strong>/0/5 memory 8GiB System Memory</strong>
<strong>/0/5/0 memory 4GiB SODIMM DDR3</strong>
<strong>/0/5/1 memory 4GiB SODIMM DDR3</strong></pre>
<h4><strong>Mostrar informações específicas</strong></h4>
<p>Podemos filtrar informações para exibir apenas um tipo específico de hardware, como CPU, Rede ou Memória, entre outros.</p>
<p><strong>1. Filtrar por CPU:</strong></p>
<pre><strong>$ sudo lshw -C processor</strong></pre>
<p>Saída:</p>
<pre><strong>*-cpu</strong>
<strong>description: CPU</strong>
<strong>product: Intel(R) Core(TM) i5-5200U CPU @ 2.20GHz</strong>
<strong>vendor: Intel Corp.</strong>
<strong>physical id: 4</strong>
<strong>clock: 2200MHz</strong></pre>
<p><strong>2. Filtrar por Memória:</strong></p>
<pre><strong>$ sudo lshw -C memory</strong></pre>
<p>Saída:</p>
<pre><strong>*-memory</strong>
<strong>description: System Memory</strong>
<strong>size: 8GiB</strong></pre>
<p><strong>3. Filtrar por Rede:</strong></p>
<pre><strong>$ sudo lshw -C network</strong></pre>
<p>Saída:</p>
<pre><strong>*-network</strong>
<strong>description: Wireless interface</strong>
<strong>product: Wireless 7265</strong>
<strong>vendor: Intel Corporation</strong>
<strong>logical name: wlan0</strong>
<strong>capabilities: ethernet physical wireless</strong></pre>
<p><strong>4. Filtrar por discos:</strong></p>
<pre><strong>$ sudo lshw -C disk</strong></pre>
<p>Saída:</p>
<pre><strong>*-disk</strong>
<strong>description: ATA Disk</strong>
<strong>product: ST1000LM024 HN-M</strong>
<strong>size: 931GiB</strong></pre>
<h4>Salvar a saída em um arquivo</h4>
<p>Para analisar as informações posteriormente, é possível salvar a saída gerada pelo comando em um arquivo de texto simples:</p>
<p><strong>1. Salvar a saída completa:</strong></p>
<pre><strong>$ sudo lshw &gt; hardware_info.txt</strong></pre>
<p>Assim, o conteúdo gerado pelo lshw será salvo no arquivo de nome<em> hardware_info.txt</em> (claro que você pode dar o nome que quiser ao arquivo!)</p>
<p><strong>2. Saída resumida:</strong></p>
<pre><strong>$ sudo lshw -short &gt; hardware_summary.txt</strong></pre>
<h4>Exibir saída em formato XML ou JSON</h4>
<p>Também é possível exibir a saída gerado em um formato de intercâmbio de dados, como XML ou JSON, que pode alimentar outras aplicações ou scripts.</p>
<p><strong>1. Formato XML:</strong></p>
<pre><strong>$ sudo lshw -xml</strong></pre>
<p>Essa opção é útil para integrar informações em sistemas ou relatórios automatizados.</p>
<p><strong>2. Formato JSON (<em>depende da versão do lshw</em>):</strong></p>
<pre><strong>$ sudo lshw -json</strong></pre>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O comando lshw é uma ferramenta simples e versátil usada para listar informações detalhadas sobre o hardware de um sistema Linux. Ele é bastante útil para ajudar a efetuar diagnósticos de problemas, criar inventário de hardware e realizar verificações de compatibilidade.</p>
<p>Para uso rápido e básico, a opção <em>-short</em> fornece uma visão geral rápida, enquanto as opções mais específicas ajudam a detalhar componentes individuais como CPU, memória, ou rede.</p>
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		<title>Utilitário inxi &#8211; Obter informações sobre o sistema no Linux</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 13:01:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Operacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Utilitário inxi &#8211; Obter informações sobre o sistema no Linux Neste tutorial apresento uma ferramenta para Linux bastante útil e simples de usar: o utilitário inxi. O inxi é um script de linha de comandos escrito em linguagem Perl por Harald Hope que fornece informações sobre o sistema Linux (como informações de hardware da máquina). Trata-se de um fork (projeto derivado) do utilitário infobash, o qual por sua vez foi desenvolvido por Michiel de Boer (locsmif). A página oficial do projeto na Internet é https://smxi.org/docs/inxi.htm. Geralmente essa ferramenta já está disponível no sistema, mas se por acaso sua distribuição não a trouxer instalada por padrão, basta usar o gerenciador de pacotes adequado para obtê-la, com segue: Instalação do inxi Para Debian, Ubuntu, Linux Mint e similares: $ sudo apt install inxi No Fedora e distribuições baseadas em RHEL8: $ sudo dnf install -y inxi O inxi é um comando? Tecnicamente, o inxi é um script, ou seja, um arquivo que contém código escruito em uma linguagem de programação (no caso, o Perl) que o shell interpreta e e executa como se fosse um comando binário. Para todos os efeitos, o usamos como um comando comum. Podemos descobrir a localização do [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Utilitário inxi &#8211; Obter informações sobre o sistema no Linux</h1>
<p>Neste tutorial apresento uma ferramenta para Linux bastante útil e simples de usar: o utilitário <strong>inxi</strong>.</p>
<p>O inxi é um script de linha de comandos escrito em linguagem Perl por Harald Hope que fornece informações sobre o sistema Linux (como informações de hardware da máquina). Trata-se de um <em>fork</em> (projeto derivado) do utilitário <strong>infobash</strong>, o qual por sua vez foi desenvolvido por Michiel de Boer (locsmif).</p>
<p>A página oficial do projeto na Internet é <a href="https://smxi.org/docs/inxi.htm" target="_blank" rel="noopener">https://smxi.org/docs/inxi.htm</a>.</p>
<p>Geralmente essa ferramenta já está disponível no sistema, mas se por acaso sua distribuição não a trouxer instalada por padrão, basta usar o gerenciador de pacotes adequado para obtê-la, com segue:</p>
<h3>Instalação do inxi</h3>
<p>Para Debian, Ubuntu, Linux Mint e similares:</p>
<pre><strong>$ sudo apt install inxi</strong></pre>
<p>No Fedora e distribuições baseadas em RHEL8:</p>
<pre><strong>$ sudo dnf install -y inxi</strong></pre>
<h3>O inxi é um comando?</h3>
<p>Tecnicamente, o inxi é um script, ou seja, um arquivo que contém código escruito em uma linguagem de programação (no caso, o Perl) que o shell interpreta e e executa como se fosse um comando binário. Para todos os efeitos, o usamos como um comando comum. Podemos descobrir a localização do script no sistema usando o comando whereis:</p>
<pre><strong>$ whereis inxi</strong></pre>
<p>No geral, o inxi está localizado no caminho /usr/bin/inxi (pode estar em outro lugar em seu sistema).</p>
<p>Podemos ver que se trata de um script executável:</p>
<pre><strong>$ ls -l /usr/bin/inxi</strong></pre>
<p>Saída:</p>
<pre><span style="color: #000000;"><strong>-rwxr-xr-x 1 root root 1065851 fev 25 2022 <span style="color: #339966;">/usr/bin/inxi</span></strong></span></pre>
<p>E, como se trata de um script, é possível ler (ou até mesmo alterar) seu conteúdo usando um editor de textos ou um comando como o less:</p>
<pre><strong>$ less /usr/bin/inxi</strong></pre>
<p>O código exibido estará na linguagem Perl, que é muito usada na construção de scripts e ferramentas de linha de comando, por exemplo, para monitoramento ou automação de sistemas Linux.</p>
<h2>Como usar o inxi</h2>
<p>Vejamos alguns exemplos de como usar o comando inxi no Linux.</p>
<p><strong>Obter uma visão básica resumida do sistema</strong></p>
<pre><strong>$ inxi</strong></pre>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-20653" src="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/12/inxi-hardware-linux.jpg" alt="Informações de hardware com inxi no Linux." width="875" height="73" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/12/inxi-hardware-linux.jpg 875w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/12/inxi-hardware-linux-420x35.jpg 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/12/inxi-hardware-linux-768x64.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 875px) 100vw, 875px" /></p>
<p>Neste exemplo foram retornadas informações sobre a CPU, Kernel do sistema, Memória RAM, Storage (dispositivos de armazenamento), processos em execução na máquina, shell usado (Bash) e a versão do inxi instalada.</p>
<p><strong>Gerar um relatório que pode ser salvo encaminhado a saída para um arquivo</strong></p>
<pre><strong>$ inxi &gt; sistema.txt</strong></pre>
<p><strong>Informações mais detalhadas</strong></p>
<p>Para obter informações mais detalhadas do sistema, usamos a opção -b:</p>
<pre><strong>$ inxi -b</strong></pre>
<p><strong>Para obter apenas informações sobre dispositivos de áudio:</strong></p>
<pre><strong>$ inxi -A</strong></pre>
<p><strong>Informações sobre a bateria (se estiver em um notebook, por exemplo):</strong></p>
<pre><strong>$ inxi -B</strong></pre>
<p><strong>Obter informações especificamente sobre as CPUs dos sistema:</strong></p>
<pre><strong>$ inxi -C</strong></pre>
<p><strong>Informações sobre discos rígidos:</strong></p>
<pre><strong>$ inxi -D</strong></pre>
<p><strong>Subsistema gráfico da máquina:</strong></p>
<pre><strong>$ inxi -G</strong></pre>
<p>Essa opção inclui informações sobre o adaptador gráfico (placa de vídeo), display e drivers de vídeo, entre outras.</p>
<p><strong>Informações sobre interfaces de rede:</strong></p>
<pre><strong>$ inxi -i</strong></pre>
<p>Essa opção retorna os nomes dos dispositivos de rede presentes, endereços IPv4 e IPv6, e informações sobre os drivers das placas de rede instaladas.</p>
<p><strong>Informações básicas sobre processos em execução e memória:</strong></p>
<pre><strong>$ inxi -I</strong></pre>
<p><strong>Apenas memória RAM básica:</strong></p>
<pre><strong>$ inxi -m</strong></pre>
<p>Para outros detalhes sobre a RAM, é necessário possuir privilégios de admin:</p>
<pre><strong>$ sudo inxi -m</strong></pre>
<p><strong>Informações de rede mais resumidas</strong></p>
<pre><strong>$ inxi -n</strong></pre>
<p>Nesse caso não são exibidos os endereços IP das interfaces de rede, mas são mostrados os endereços físicos (endereços MAC).</p>
<p><strong>Ver os repositórios em uso no sistema:</strong></p>
<pre><strong>$ inxi -r</strong></pre>
<p><strong>Informações (bem) básicas sobre o sistema:</strong></p>
<pre><strong>$ inxi -S</strong></pre>
<p><strong>Mostrar recursos do sistema (padrão top 5 processos):</strong></p>
<pre><strong>$ inxi -t</strong></pre>
<p><strong>Mostrar recursos do sistema: 15 top processos</strong></p>
<pre><strong>$ inxi -t cm15</strong></pre>
<p><strong>Informações sobre o tempo</strong></p>
<p>Além das opções de informações sobre o hardware e processos do sistema, o inxi também permite, como &#8220;bônus&#8221;, obter os dados do tempo &#8211; no caso referente ao clima, não execução de processos. Esses dados são obtidos a partir da API do <a href="http://OpenWeatherMap.org" target="_blank" rel="noopener">OpenWeatherMap.org</a>.</p>
<p>Para tal usamos a opção -W seguida do nome de uma cidade e de um país, separados por uma vírgula. Se um dos nomes possuir espaços, use o sinal de + em seu lugar. Por exemplo:</p>
<pre><strong>$ inxi -W Sao+Paulo,Brasil</strong></pre>
<p>Saída obtida:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-20655" title="Previsão do tempo com inxi no Linux" src="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/12/previsao-tempo-inxi-linux.jpg" alt="Previsão do tempo com inxi no Linux" width="700" height="74" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/12/previsao-tempo-inxi-linux.jpg 908w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/12/previsao-tempo-inxi-linux-420x44.jpg 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/12/previsao-tempo-inxi-linux-768x81.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>Essa opção também aceita como parâmetros código postal (válido somente para EUA e RU) e um par <em>latitude,longitude</em> do local.</p>
<p>Em versões mais recentes de algumas distribuições, deve-se usar a opção -w (minúscula) &#8211; consultar as páginas de manual para ter certeza de qual opção usar.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Neste artigo foi apresentada uma ferramenta bastante útil e bem simples de usar para verificação de informações variadas do sistema no Linux, o script inxi. Esta ferramenta possui diversas outras opções de uso, como por exemplo consulta a dispositivos Bluetooth, discos ópticos, dispositivos USB, partições e dispositivos RAID, além de diversos tipos de filtros aplicáveis às sapidas geradas.</p>
<p>Consulte o manual do inxi (<strong>$ man inxi</strong>) para ver todas as opções disponíveis.</p>
<p>Para saber mais sobre a ferramenta inxi no Linux, assista ao vídeo a seguir da Bóson Treinamentos em Tecnologia:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/5HlOsLsVGwk?si=aBMMOQ8ERg-rfhZO" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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<ul>
<li>Bancos de Dados com MySQL Básico: <a href="https://bit.ly/35QdWE4" target="_blank" rel="noopener">https://bit.ly/35QdWE4</a></li>
<li>Lógica de Programação com Português Estruturado: <a href="https://bit.ly/3QKPn22" target="_blank" rel="noopener">https://bit.ly/3QKPn22</a></li>
<li>Programação em Python do Zero: <a href="https://bit.ly/python-boson" target="_blank" rel="noopener">https://bit.ly/python-boson</a></li>
</ul>
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<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/utilitario-inxi-obter-informacoes-sobre-o-sistema-no-linux/">Utilitário inxi &#8211; Obter informações sobre o sistema no Linux</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Exibir informações sobre uso da memória com comando free no Linux</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/exibir-informacoes-sobre-uso-da-memoria-com-comando-free-no-linux/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 11:54:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Sistema Operacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exibir informações sobre uso da memória com comando free no Linux O comando free é usado no Linux para exibir informações sobre o uso de memória do sistema. Ele fornece uma visão geral da memória física (RAM) e da memória swap, incluindo o total disponível, usado, e livre. Essa ferramenta é bastante útil para monitorar o desempenho do sistema e identificar possíveis gargalos relacionados ao uso de memória, e os dados retornados por ela são coletados por meio da análise do arquivo especial /proc/meminfo. Sintaxe básica do free $ free [opções] Se nós simplesmente executarmos o comando free sem usar nenhuma opção, será exibido um resumo das informações de memória. Vejamos um exemplo básico: $ free Saída típica: total usada livre compart. buff/cache disponível Mem: 16389832 4051232 807360 58464 11931240 11854436 Swap: 2097148 1200 2095948 As principais colunas exibidas na saída do comando free são: total: O total de memória RAM ou swap disponível (instalada) no sistema (obtida do arquivo /proc/meminfo). usada: A memória que está em uso atualmente (total &#8211; (livre + buffers + cache)). livre: Memória que está completamente livre e não está sendo utilizada. compart.: Memória usada por programas compartilhados (normalmente em ambientes gráficos). buff/cache: Memória usada [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Exibir informações sobre uso da memória com comando free no Linux</h2>
<p>O comando free é usado no Linux para exibir informações sobre o uso de memória do sistema. Ele fornece uma visão geral da memória física (RAM) e da memória swap, incluindo o total disponível, usado, e livre.</p>
<p>Essa ferramenta é bastante útil para monitorar o desempenho do sistema e identificar possíveis gargalos relacionados ao uso de memória, e os dados retornados por ela são coletados por meio da análise do arquivo especial <strong>/proc/meminfo</strong>.</p>
<h2>Sintaxe básica do free</h2>
<pre><span style="color: #800080;"><strong>$ free [opções]</strong></span></pre>
<p>Se nós simplesmente executarmos o comando free sem usar nenhuma opção, será exibido um resumo das informações de memória. Vejamos um exemplo básico:</p>
<pre><strong>$ free</strong></pre>
<p>Saída típica:</p>
<pre><span style="color: #000000;"><strong>      total    usada   livre  compart. buff/cache disponível</strong></span>
<span style="color: #000000;"><strong>Mem:  16389832 4051232 807360 58464    11931240   11854436</strong></span>
<span style="color: #000000;"><strong>Swap: 2097148  1200    2095948</strong></span></pre>
<p>As principais colunas exibidas na saída do comando free são:</p>
<ul>
<li><strong>total</strong>: O total de memória RAM ou swap disponível (instalada) no sistema (obtida do arquivo /proc/meminfo).</li>
<li><strong>usada</strong>: A memória que está em uso atualmente (total &#8211; (livre + buffers + cache)).</li>
<li><strong>livre</strong>: Memória que está completamente livre e não está sendo utilizada.</li>
<li><strong>compart</strong>.: Memória usada por programas compartilhados (normalmente em ambientes gráficos).</li>
<li><strong>buff/cache</strong>: Memória usada para buffers e caches do sistema. Essa memória pode ser reutilizada por aplicativos se necessário.</li>
<li><strong>disponível</strong>: Memória efetivamente disponível para novos processos, considerando que parte da memória usada em cache pode ser liberada.</li>
</ul>
<p>E as linhas principais:</p>
<ul>
<li><strong>Mem.</strong>: Dados sobre a memória RAM física.</li>
<li><strong>Swap</strong>: Dados sobre a memória swap (área de troca no disco).</li>
</ul>
<h3>Opções comuns do comando free</h3>
<p>Algumas das opções mais usadas juntamente com o comando free incluem:</p>
<p><strong>-h</strong>: Exibe os valores em formato legível para humanos (valores em Ki, Mi, Gi, Ti, Pi).</p>
<pre><strong>$ free -h</strong></pre>
<p>Saída típica:</p>
<pre><span style="color: #000000;"><strong>      total usada livre compart. buff/cache disponível</strong></span>
Mem:  15Gi  3.8Gi 789Mi    57Mi  11Gi       11Gi
Swap: 2.0Gi 1.2Mi 2.0Gi</pre>
<p><strong>-b, -k, -m, -g</strong>: Permitem exibir os valores em bytes, kibibytes (Ki), mebibytes (Mi) ou gibibytes (Gi), respectivamente. Por exemplo, para exibir os resultados em MiB:</p>
<pre><strong>$ free -m</strong></pre>
<p>Saída:</p>
<pre><span style="color: #000000;"><strong>      total usada livre compart. buff/cache disponível</strong></span>
Mem:  16389 4051  807   58       11931      11854
Swap: 2047  1     2046</pre>
<p><strong>&#8211;tebi, &#8211;pebi</strong>: Exibir os valores em tebibytes (Ti) e pebibytes (Pi), respectivamente.</p>
<p><strong>&#8211;kilo, &#8211;mega, &#8211;giga, &#8211;tera, &#8211;peta</strong>: Mostrar os valores em bytes, kilobytes, megabytes, gigabytes, terabytes ou petabytes, respectivamente.</p>
<p><strong>&#8211;si</strong>: Usa kilo, mega, giga, tera, peta (potências de 10) em vez de kibi, mebi, tebi, pebi, que são potências de 2.</p>
<p><strong>-t: </strong>Exibe uma linha de total acumulado de memória RAM e swap (arquivo de troca).</p>
<pre><strong>$ free -t</strong></pre>
<p>Saída:</p>
<pre><span style="color: #000000;"><strong>       total usada livre compart. buff/cache disponível</strong></span>
Mem:   16389 4051  807   58       11931      11854
Swap:  2047  1     2046
Total: 18436 4052  2853</pre>
<p><strong>-s &lt;intervalo&gt;</strong>: Atualiza as informações de memória a cada intervalo especificado (em segundos).</p>
<pre><strong>$ free -s 2</strong></pre>
<p>Saída:</p>
<pre><span style="color: #000000;"><strong>      total usada livre compart. buff/cache disponível</strong></span>
Mem:  16389 4051  807   58       11931      11854
Swap: 2047  1     2046</pre>
<p>A saída será atualizada a cada 2 segundos. Para interromper, pressionamos Ctrl+C.</p>
<p><strong>-c &lt;n&gt;</strong>: Repete a saída gerada n vezes e depois para.</p>
<pre><strong>$ free -s 2 -c 3</strong></pre>
<p>Saída: A mesma do exemplo anterior., porém agora são exibidas 3 atualizações com intervalo de 2 segundos entre elas.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O comando free é uma ferramenta simples porém bastante útil para consultar e monitorar o uso de memória no Linux. Com ele podemos visualizar rapidamente informações sobre memória RAM, swap, buffers e caches do sistema.</p>
<p>Como vimos, também é possível personalizar a saída para diferentes unidades (como SI ou <a href="https://youtu.be/Dgq_JWV4sEY?si=pUxEkr4Z6lCF5UVT" target="_blank" rel="noopener">unidades binárias</a>) ou ainda monitorar a memória em tempo real, usando as várias opções disponíveis para o comando.</p>
<p>Para saber mais sobre as unidades de informação usadas em sistemas computacionais, como o que é um Kibibyte ou a diferença entre Megabyte e Mebibyte, assista ao vídeo a seguir da Bóson Treinamentos:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Dgq_JWV4sEY?si=pUxEkr4Z6lCF5UVT" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Introdução à linguagem Assembly de programação</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/assembly/introducao-a-linguagem-assembly-de-programacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2024 11:22:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assembly]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Introdução à linguagem Assembly de programação O Assembly foi uma das primeiras linguagens de programação com a qual eu tive contato na vida, ainda no curso técnico, por volta de 1994-1995 (a outra foi a linguagem Pascal, sobre a qual falarei em outro artigo). Você talvez já tenha ouvido falar nessa linguagem, mas é possível que nunca tenha tido contato com código-fonte escrito nela, e pode estar se perguntando &#8220;para que serve o Assembly?&#8220;, ou ainda &#8220;a linguagem Assembly ainda é usada?&#8220;. Neste post respondo a essas e outras perguntas, e mostro também código escrito nessa linguagem antiga (porém ainda útil), que você pode experimentar em seu computador usando ferramentas simples e gratuitas. O que é a linguagem Assembly? A linguagem Assembly, comumente abreviada por ASM, é uma linguagem de programação de baixo nível que permite aos programadores escreverem código  em instruções de baixo nível, próximas à linguagem de máquina, em vez de usar uma linguagem de alto nível mais abstrata, como C, Python ou Rust, por exemplo. Trata-se de uma linguagem simbólica que representa as instruções em uma forma mnemônica (códigos de operação), que é mais fácil de entender para os programadores do que a representação binária das instruções. Por exemplo, [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/assembly/introducao-a-linguagem-assembly-de-programacao/">Introdução à linguagem Assembly de programação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Introdução à linguagem Assembly de programação</h2>
<p>O <strong>Assembly</strong> foi uma das primeiras linguagens de programação com a qual eu tive contato na vida, ainda no curso técnico, por volta de 1994-1995 (a outra foi a linguagem Pascal, sobre a qual falarei em outro artigo).</p>
<p>Você talvez já tenha ouvido falar nessa linguagem, mas é possível que nunca tenha tido contato com código-fonte escrito nela, e pode estar se perguntando &#8220;<em>para que serve o Assembly?</em>&#8220;, ou ainda &#8220;<em>a linguagem Assembly ainda é usada?</em>&#8220;.</p>
<p>Neste post respondo a essas e outras perguntas, e mostro também código escrito nessa linguagem antiga (porém ainda útil), que você pode experimentar em seu computador usando ferramentas simples e gratuitas.</p>
<h3>O que é a linguagem Assembly?</h3>
<p>A linguagem Assembly, comumente abreviada por ASM, é uma linguagem de programação de baixo nível que permite aos programadores escreverem código  em instruções de baixo nível, próximas à linguagem de máquina, em vez de usar uma linguagem de alto nível mais abstrata, como <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/category/programacao-em-linguagem-c/">C</a>, <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/programacao-com-python/">Python</a> ou <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/category/rust/">Rust</a>, por exemplo.</p>
<p>Trata-se de uma linguagem simbólica que representa as instruções em uma forma <strong><em>mnemônica </em></strong>(códigos de operação), que é mais fácil de entender para os programadores do que a representação binária das instruções. Por exemplo, em uma instrução Assembly, &#8220;<strong>ADD</strong>&#8221; pode representar a adição de dois números quaisquer.</p>
<p>Cada instrução Assembly representa uma operação específica que a CPU (Unidade Central de Processamento &#8211; Processador) deve executar, como por exemplo mover dados da memória principal para um registrador, realizar operações aritméticas ou executar desvios condicionais ou incondicionais.</p>
<p>A linguagem Assembly é específica para cada tipo de processador e arquitetura de computador, pois as instruções Assembly são diretamente executadas pelo hardware da máquina.</p>
<p>Embora a linguagem Assembly seja mais difícil de aprender e escrever do que as linguagens de programação de alto nível, ela permite um controle muito mais preciso e direto sobre o hardware do sistema, tornando-a ideal para desenvolvedores que precisam escrever software para sistemas embarcados, sistemas operacionais, drivers de dispositivos e outras aplicações que exigem acesso direto ao hardware da máquina, alta velocidade de execução e confiabilidade.</p>
<p>Porém, devido à sua complexidade e à necessidade de escrever códigos em instruções de máquina específicas, a linguagem Assembly não é tão comum quanto as linguagens de programação de alto nível, como <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/category/programacao-em-c/">C++</a>, <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/category/java/">Java</a> ou Python.</p>
<h3>Quais as aplicações do Assembly hoje em dia?</h3>
<p>Embora a linguagem Assembly seja considerada uma linguagem de programação de baixo nível e mais difícil de aprender do que as linguagens de programação de alto nível, ela ainda é amplamente usada em áreas especializadas da programação que exigem alto desempenho e controle preciso sobre o hardware. Algumas das aplicações atuais do Assembly incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Desenvolvimento de sistemas operacionais</strong>: os sistemas operacionais são um exemplo clássico de aplicação de Assembly, pois exigem um controle preciso sobre o hardware da máquina e um alto desempenho para executar operações em tempo real.</li>
<li><strong>Programação de dispositivos embarcados</strong>: muitos <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/eletronica-geral/introducao-aos-sistemas-embarcados/">dispositivos embarcados</a>, como <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/eletronica-geral/introducao-aos-microcontroladores/">microcontroladores</a>, câmeras digitais, telefones celulares e dispositivos IoT, são programados em Assembly, pois exigem um controle muito preciso sobre o hardware e uma alta eficiência em termos de recursos.</li>
<li><strong>Criação de drivers de dispositivos</strong>: os drivers de dispositivos são programas que permitem que o sistema operacional se comunique com os dispositivos de hardware, como placas de som, placas de vídeo e dispositivos de rede. Esses drivers são frequentemente escritos em Assembly, pois exigem um controle muito preciso sobre o hardware e um alto desempenho.</li>
<li><strong>Processamento de imagens</strong>: as operações de processamento de imagens, como convolução, filtragem e detecção de bordas, são frequentemente executadas em Assembly para obter um desempenho máximo.</li>
<li><strong>Programação de jogos eletrônicos</strong>: muitos jogos eletrônicos ainda são programados em Assembly para obter o máximo desempenho possível, especialmente em consoles de jogos com recursos limitados.</li>
<li><strong>Criptografia</strong>: muitos algoritmos de <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/seguranca/introducao-a-criptografia/">criptografia</a> são implementados em Assembly para garantir a segurança dos dados e garantir o desempenho máximo.</li>
</ul>
<p>Ou seja, a linguagem Assembly é usada em áreas onde é necessário um controle muito preciso sobre o hardware da máquina e um alto desempenho, mesmo que isso signifique uma curva de aprendizado mais íngreme e um processo de desenvolvimento mais complexo.</p>
<h3>Quando a linguagem Assembly foi criada?</h3>
<p>A linguagem Assembly é uma das linguagens de programação mais antigas que ainda são usadas hoje. Ela foi criada em meados da década de 1940, juntamente com os primeiros computadores eletrônicos, como o EDSAC (<em>Electronic Delay Storage Automatic Calculator</em>) e o ARC (<em>Automatic Relay Computer</em>). Naquela época, a programação era feita diretamente em linguagem de máquina, o que era muito trabalhoso e propenso a erros.</p>
<div id="attachment_19328" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-19328" class="wp-image-19328 size-full" title="Computador EDSAC em 1948." src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Computador-EDSAC-1948.jpg" alt="Computador EDSAC em 1948. " width="630" height="410" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Computador-EDSAC-1948.jpg 630w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Computador-EDSAC-1948-420x273.jpg 420w" sizes="auto, (max-width: 630px) 100vw, 630px" /><p id="caption-attachment-19328" class="wp-caption-text">Computador EDSAC em 1948.<br />
Imagem: Wikimedia Commons. Licença <a href="https://creativecommons.org/licenses/by/2.0" target="_blank" rel="noopener">CC BY 2.0</a></p></div>
<p>A linguagem Assembly foi desenvolvida para tornar a programação mais fácil e menos sujeita a erros, permitindo que os programadores escrevessem instruções em uma linguagem mais próxima da linguagem de máquina, mas com uma sintaxe mais fácil de entender pelos humanos.</p>
<p>O primeiro código no qual uma linguagem Assembly foi usada para representar instruções de código de máquina data do ano de 1947, sendo encontrado em um trabalho de nome <a href="https://albert.ias.edu/server/api/core/bitstreams/d47626a1-c739-4445-b0d7-cc3ef692d381/content">Coding for A.R.C</a> (Codificação para o computador <em>Automatic Relay Computer</em>), de Kathleen H. V. Britten e Andrew Donald Booth.</p>
<p>Desde então, a linguagem Assembly tem sido amplamente usada em áreas que exigem controle de baixo nível sobre o hardware, como sistemas operacionais, programação de dispositivos embarcados e processamento de imagens e os outros exemplos citados anteriormente.</p>
<h3>Quais versões do Assembly existem?</h3>
<p>A linguagem Assembly não tem <em>versões</em> específicas, como outras linguagens de programação. Em vez disso, existem vários <em>conjuntos de instruções Assembly</em>, cada um projetado para um processador ou arquitetura de computador específico. Isso ocorre porque as instruções Assembly são escritas em um nível muito baixo, que é quase diretamente traduzido em instruções de máquina.</p>
<p>Dessa forma, a linguagem Assembly é altamente dependente do hardware subjacente onde as aplicações serão executadas.</p>
<p>Cada arquitetura de computador tem seu próprio conjunto de instruções Assembly que são otimizadas para funcionar com o hardware específico. Por exemplo, a arquitetura x86 é usada por muitos processadores Intel e AMD, enquanto a arquitetura ARM é usada em dispositivos móveis, smartphones e outros sistemas embarcados.</p>
<p>Ou seja, cada uma dessas arquiteturas tem seu próprio conjunto de instruções Assembly distinto.</p>
<p>Sendo assim, <em>não existem diferentes versões da linguagem Assembl</em>y, mas sim <em>diferentes conjuntos de instruções que são específicos para diferentes arquiteturas de computador</em>.</p>
<h3>Como começar a programar em Assembly?</h3>
<p>Começar a programar em Assembly pode parecer bastante complicado a princípio (e é), especialmente se não estivermos acostumados com linguagens de programação de alto nível, mas é possível aprender com bastante prática e paciência. Abaixo listo algumas dicas para quem deseja começar a aprender essa linguagem:</p>
<ul>
<li><strong>Escolha um conjunto de instruções</strong>: como mencionado anteriormente, cada arquitetura de processador tem seu próprio conjunto de instruções Assembly. Portanto, o primeiro passo é escolher o conjunto de instruções que você deseja aprender, com base no processador que você está usando (por exemplo, plataforma Intel x86_64).</li>
<li><strong>Entenda a estrutura básica do programa Assembly</strong>: um programa Assembly é composto por uma série de instruções que são executadas sequencialmente. É importante entender como as instruções são organizadas em um programa Assembly.</li>
<li><strong>Aprenda as instruções básicas</strong>: Obviamente, devemos começar com as instruções básicas, como movimento de dados, aritmética básica, operações lógicas, desvios condicionais e loops. Essas instruções são as bases do Assembly e são usadas em todos os programas Assembly.</li>
<li><strong>Use um ambiente de desenvolvimento integrado (IDE)</strong>: um ambiente de desenvolvimento integrado é um software que facilita a escrita e execução de código Assembly. Existem vários IDEs disponíveis, como o MASM da Microsoft, o NASM para sistemas Unix e o GCC para várias plataformas.</li>
<li><strong>Pratique, pratique e pratique</strong>: a melhor maneira de aprender Assembly (ou qualquer outra linguagem de programação) é praticar escrevendo <em><strong>muito</strong></em> código. Comece com programas simples e, gradualmente, escreva programas mais complexos à medida que se torna mais confortável com a linguagem.</li>
<li><strong>Recursos de aprendizagem</strong>: existem muitos recursos de aprendizagem disponíveis online, como tutoriais, livros e fóruns. Alguns recursos que posso recomendar incluem &#8220;Assembly Language Step-by-Step&#8221; de Jeff Duntemann e o site &#8220;Assembly Language Tutorials&#8221; de Ray Seyfarth &#8211; além, é claro, dos tutoriais do blog da Bóson Treinamentos em tecnologia!</li>
</ul>
<p>Lembre-se: programação em Assembly é uma habilidade que leva tempo para ser aprendida. Porém, com bastante prática e paciência, é possível se tornar proficiente nesta linguagem.</p>
<h3>Assembly ou Assembler?</h3>
<p>Frequentemente ouvimos os termos &#8220;<strong>assembly</strong>&#8221; e &#8220;<strong>assembler</strong>&#8221; em referência a esta linguagem. Mas do que se tratam essas palavras? Significam a mesma coisa?</p>
<p>Não. Na verdade, &#8220;Assembly&#8221; e &#8220;Assembler&#8221; são termos relacionados à programação de baixo nível, mas referem-se a conceitos diferentes, como explico a seguir:</p>
<p>1.<strong> Assembly</strong> é o nome da linguagem de programação de baixo nível que é mais próxima da linguagem de máquina do que a linguagem de programação de alto nível. É uma representação simbólica da linguagem de máquina de um processador específico.</p>
<p>2. Já um <strong>Assembler</strong> é um tipo de programa de computador que traduz programas escritos em linguagem Assembly para código de máquina executável, de forma análoga a um compilador.<br />
O Assembler lê o código fonte em Assembly e produz código de máquina correspondente, geralmente em formato binário ou hexadecimal.<br />
Além de converter mnemônicos e diretivas em instruções de máquina, o Assembler também resolve rótulos (como identificadores de variáveis e funções) em endereços de memória específicos.</p>
<p>Ou seja, Assembly é a linguagem de programação e Assembler é a ferramenta de software que traduz programas escritos nessa linguagem em instruções de máquina executáveis pelo processador.</p>
<h3>Exemplo de código em Assembly</h3>
<p>Vejamos um exemplo de código &#8220;simples&#8221; em Assembly x86 que realiza a soma de dois números e armazena o resultado em uma variável:</p>
<pre><strong>section .data</strong>
<strong>num1 dd 10</strong>
<strong>num2 dd 20</strong>
<strong>res dd 0

</strong><strong>section .text</strong>
<strong>global _start

</strong><strong>_start:</strong>
<span style="color: #339966;"><strong>; move os valores de num1 e num2 para os registradores eax e ebx, respectivamente</strong></span>
<strong>mov eax, [num1]</strong>
<strong>mov ebx, [num2]

</strong><span style="color: #339966;"><strong>; adiciona os valores de eax e ebx e armazena o resultado em eax</strong></span>
<strong>add eax, ebx

</strong><span style="color: #339966;"><strong>; move o valor de eax para a variável res</strong></span>
<strong>mov [res], eax

</strong><span style="color: #339966;"><strong>; sai do programa</strong></span>
<strong>mov eax, 1</strong>
<strong>xor ebx, ebx</strong>
<strong>int 0x80</strong></pre>
<h4>Explicação</h4>
<p>Esse código começa definindo três variáveis: num1, num2 e res. Estas são declaradas como palavras duplas, o que significa que cada uma é um inteiro de 32 bits (4 bytes). A variável res é inicializada como zero.</p>
<p>Na seção .text, a função principal começa com o rótulo _start. O primeiro passo é mover os valores das variáveis num1 e num2 para os registradores eax e ebx, respectivamente. Isso é feito usando a instrução mov, que copia os dados de uma posição de memória para um registrador.</p>
<p>O próximo passo é adicionar os valores de eax e ebx usando a instrução add. O resultado da adição é armazenado em eax.</p>
<p>Por fim, o valor de eax é movido para a variável res usando a instrução mov. O programa sai do loop principal e termina usando as instruções mov, xor e int.</p>
<h3>Como testar o programa sugerido</h3>
<p>Podemos usar um compilador de Assembly para montar e executar o código fornecido anteriormente. Vejamos como fazer isso usando o <a href="https://www.nasm.us/" target="_blank" rel="noopener">compilador NASM</a>* em um sistema <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/curso-de-linux-basico-e-certificacao-lpi-1/">Linux</a>:</p>
<p>1. Crie um arquivo de texto chamado &#8220;soma.asm&#8221; usando um editor de sua preferência (<a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/curso-do-editor-vi-para-linux/">vim</a>, <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/aprenda-usar-o-editor-de-textos-gnu-nano-no-linux/">nano</a>, <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/editor-gnu-emacs-instalacao-e-criacao-de-arquivos-no-linux-ubuntu-01/">emacs</a>, etc.), e cole o código Assembly mostrado anteriormente.</p>
<p>2. Instale o NASM no seu sistema, se ainda não estiver instalado. No Linux Debian ou Ubuntu, podemos instalar o NASM digitando os seguintes comandos no terminal:</p>
<pre><strong>$ sudo apt update
</strong><strong>$ sudo apt install gcc-multilib
</strong><strong>$ sudo apt install nasm</strong></pre>
<p>3. Compile o código Assembly usando o NASM. Para isso execute o seguinte comando no terminal (estadnbo no diretório onde o arquivo foi criado):</p>
<pre><strong>$ nasm -f elf32 soma.asm</strong></pre>
<p>Este comando produz um arquivo objeto chamado &#8220;<em><strong>soma.o</strong></em>&#8220;.</p>
<p>4. Precisamos ligar o arquivo objeto gerado pelo NASM com a biblioteca padrão do C usando o compilador GCC. Para isso, digite o seguinte comando no terminal:</p>
<pre><strong>$ gcc -nostdlib soma.o -m32 -o soma</strong></pre>
<p>Este comando produz um arquivo executável chamado &#8220;<strong>soma</strong>&#8220;.</p>
<p>5. Vamos executar o programa para testá-lo digitando o seguinte comando no terminal:</p>
<pre><strong>$ ./soma</strong></pre>
<p>O resultado será armazenado na variável &#8220;result&#8221; e exibido no terminal. No caso do exemplo, o resultado será 30 (que é a soma de 10 e 20).</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;" border="1">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 764px; border-style: solid; border-color: #050000;">
<p>O <a href="https://www.nasm.us/" target="_blank" rel="noopener"><strong>NASM</strong></a> (<em>Netwide Assembler</em>) é um compilador de Assembly de código aberto que suporta várias arquiteturas de processadores, incluindo x86 e x86-64. Ele é usado para escrever programas em linguagem Assembly que podem ser executados em sistemas operacionais variados como Windows, Linux, macOS e até mesmo DOS.</p>
<p>O NASM é uma ferramenta popular para desenvolvedores de software que precisam escrever código de baixo nível para fins de otimização ou para trabalhar com recursos de hardware específicos. Ele é amplamente utilizado em áreas como jogos, programação de sistemas e desenvolvimento de drivers de dispositivos.</p>
<p>Essa ferramenta fornece muitos recursos avançados para programação Assembly, como por exemplo suporte para macros, diretivas e expressões de pré-processador. Ele também inclui um depurador integrado que ajuda os programadores a depurar o código e entender o fluxo de execução do programa.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Conclusão</h3>
<p>O Assembly é uma linguagem antiga de baixo nível e, portanto, altamente específica e dependente da arquitetura do processador (CPU). Código em Assembly é muito mais difícil de ler e escrever do que código criado em linguagens de programação de alto nível, como Python, C# ou Java.</p>
<p>No entanto, a linguagem Assembly oferece controle absoluto sobre o hardware e pode ser usada em situações onde a eficiência é crítica, como na programação de drivers de dispositivo, sistemas embarcados ou no desenvolvimento de sistemas operacionais.</p>
<p>Quer saber mais sobre Assembly? confira nosso tutorial &#8220;<strong><em><a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/assembly/ola-mundo-em-assembly-no-ubuntu-linux-com-yasm-assembler/">Olá Mundo em Assembly no Ubuntu Linux, com Yasm Assembler</a></em></strong>&#8220;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dicas de como prolongar a vida útil de baterias de Lítio-íon</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/como-prolongar-vida-util-de-baterias-de-litio-ion/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 11:52:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prolongando a vida útil de baterias de Lítio-íon As baterias de íon de lítio (Li-Íon) são amplamente utilizadas em dispositivos eletrônicos, desde simples smartphones até veículos elétricos, conseguindo armazenar energia com mais eficiência do que outros tipos de baterias mais antigas. Essas baterias oferecem uma excelente densidade de energia, mas, como qualquer tecnologia, têm uma vida útil finita. Todas as baterias perdem um pouco de capacidade cada vez que são descarregadas e depois recarregadas. Em média, isso equivale a uma perda de cerca de 1% a cada 25 ciclos de carga. Normalmente, a vida útil de uma bateria de telefone moderna é de dois a três anos, o que equivale a cerca de 300 a 500 ciclos de carga. Depois disso, a capacidade da bateria cai cerca de 20%, continuando a cair até que a bateria não consiga mais armazenar energia de forma adequada para manter o funcionamento dos equipamentos. É possível fazer essas baterias durarem mais tempo? Sim. Porém, prolongar a vida útil das baterias de lítio-íon requer práticas adequadas de uso e cuidado. Neste artigo, darei algumas dicas práticas para maximizar o desempenho e prolongar a vida útil dessas baterias. Parafusadeira que usa bateria de lítio Onde são usadas [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Prolongando a vida útil de baterias de Lítio-íon</h2>
<p>As baterias de íon de lítio (Li-Íon) são amplamente utilizadas em dispositivos eletrônicos, desde simples smartphones até veículos elétricos, conseguindo armazenar energia com mais eficiência do que outros tipos de baterias mais antigas. Essas baterias oferecem uma excelente densidade de energia, mas, como qualquer tecnologia, têm uma vida útil finita. Todas as <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/curso-de-eletronica/o-que-e-uma-bateria-curso-de-eletronica/">baterias</a> perdem um pouco de capacidade cada vez que são descarregadas e depois recarregadas.</p>
<p>Em média, isso equivale a uma perda de cerca de 1% a cada 25 ciclos de carga. Normalmente, a vida útil de uma bateria de telefone moderna é de dois a três anos, o que equivale a cerca de 300 a 500 ciclos de carga.</p>
<p>Depois disso, a capacidade da bateria cai cerca de 20%, continuando a cair até que a bateria não consiga mais armazenar energia de forma adequada para manter o funcionamento dos equipamentos.</p>
<p>É possível fazer essas <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/curso-de-eletronica/tipos-e-tecnologias-de-baterias/">baterias</a> durarem mais tempo? Sim. Porém, prolongar a vida útil das baterias de lítio-íon requer práticas adequadas de uso e cuidado. Neste artigo, darei algumas dicas práticas para maximizar o desempenho e prolongar a vida útil dessas baterias.</p>
<div id="attachment_19910" style="width: 317px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-19910" class="wp-image-19910 size-medium" title="Parafusadeira que usa bateria de lítio" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/01/parafusadeira-bateria-litio-ion-bosch-min-307x420.png" alt="Parafusadeira que usa bateria de lítio" width="307" height="420" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/01/parafusadeira-bateria-litio-ion-bosch-min-307x420.png 307w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/01/parafusadeira-bateria-litio-ion-bosch-min.png 541w" sizes="auto, (max-width: 307px) 100vw, 307px" /><p id="caption-attachment-19910" class="wp-caption-text">Parafusadeira que usa bateria de lítio</p></div>
<h3>Onde são usadas as baterias de íons de lítio?</h3>
<p>As baterias de íons de lítio (Li-Íon) são usadas em diversas aplicações devido à sua alta densidade de energia, longa vida útil e baixa taxa de autodescarga. Algumas das principais áreas de uso incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Dispositivos Eletrônicos Portátei</strong>s: Smartphones, tablets, laptops, câmeras digitais, fones de ouvido sem fio, smartwatches.</li>
<li><strong>Veículos Elétricos</strong>: Carros elétricos, bicicletas elétricas, scooters elétricos.</li>
<li><strong>Armazenamento de Energia Residencial e Comercial</strong>: Sistemas de armazenamento de energia solar, baterias de backup para residências e empresas.</li>
<li><strong>Ferramentas Elétricas</strong>: Furadeiras, parafusadeiras, serras elétricas, cortadores de grama elétricos.</li>
<li><strong>Dispositivos Médicos Portátei</strong>s: Equipamentos de monitoramento de saúde, dispositivos de assistência auditiva.</li>
<li><strong>Aeronaves Não Tripuladas (Drones)</strong>: Drones de uso civil e militar.</li>
<li><strong>Equipamentos Eletrônicos de Consum</strong>o: Dispositivos de áudio, dispositivos de entretenimento doméstico, controles remotos.</li>
</ul>
<p>Entre muitas outras aplicações domésticas, militares e industriais.</p>
<div id="attachment_10550" style="width: 260px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-10550" class="wp-image-10550" title="Bateria recarregável de lítio íon" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/catodo-bateria.jpg" alt="Bateria recarregável de lítio íon" width="250" height="208" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/catodo-bateria.jpg 600w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/catodo-bateria-420x350.jpg 420w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><p id="caption-attachment-10550" class="wp-caption-text">Bateria recarregável de lítio íon, do tipo botão</p></div>
<h3>Como saber se uma bateria está morrendo?</h3>
<p>As baterias não duram para sempre, e em algum momento param de funcionar, ficando inutilizáveis. Alguns sinais que indicam que a bateria de seu smartphone está chegando ao fim de sua vida útil incluem os seguintes:</p>
<h4>1. A carga da bateria diminui em grandes blocos percentuais</h4>
<p>Um dos primeiros sinais de alerta é a queda do nível da bateria do seu telefone em 10 ou 20 por cento assim que você desconecta o carregador. Outro sinal preocupante é quando você costumava passar metade do dia e a bateria ainda estava em 60%, digamos, porém agora chega a 30% na mesma hora do dia.</p>
<p>Você também pode perceber que, não importa quanto tempo deixe o celular conectado, ele nunca mostra status de totalmente carregado. Provavelmente, isso ocorre porque o smartphone já não consegue reter energia elétrica suficiente para carregar totalmente a bateria, porque os materiais que a compõem estão degradados.</p>
<h4>2. A bateria demora mais para carregar e desliga antes</h4>
<p>Se o seu smartphone demorar muito mais para carregar – por exemplo uma hora, quando antes demorava 30 minutos – então a culpa pode ser da bateria que está morrendo. É um sinal particularmente ruim se o telefone tiver dificuldade para carregar os últimos por cento. Além disso, um smartphone não deve desligar até que a bateria esteja tão baixa quanto um ou até mesmo 0%.</p>
<p>No entanto, se ele desligar a percentagens mais elevadas – principalmente acima de 10% – então a bateria precisa de ser substituída urgentemente.</p>
<div id="attachment_19908" style="width: 325px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-19908" class="wp-image-19908 size-medium" title="Bateria de lítio tipo pilha AA" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/01/bateria-litio-tipo-pilha-AA-315x420.png" alt="" width="315" height="420" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/01/bateria-litio-tipo-pilha-AA-315x420.png 315w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/01/bateria-litio-tipo-pilha-AA.png 450w" sizes="auto, (max-width: 315px) 100vw, 315px" /><p id="caption-attachment-19908" class="wp-caption-text">Bateria de lítio tipo pilha AA</p></div>
<h4>3. A bateria fica sem carga mais rápido</h4>
<p>Isso pode ser difícil de diagnosticar porque o problema pode ser causado por aplicativos que consomem muita energia (e que muitas vezes são inúteis ou até mesmo maliciosos) ou simplesmente porque você está usando o telefone para realizar tarefas mais intensas, como gravar vídeo ou jogar.</p>
<p>Uma experiência que você pode tentar é esperar até que a bateria esteja com carga em torno de 20% e então tentar gravar um vídeo. Se o telefone desligar logo após você pressionar gravar, a bateria está com dificuldades para lidar com tarefas que exigem muitos recursos. Mas para realmente isolar o problema, é preciso verificar os tempos de uso e descobrir se há aplicativos que descarregam a bateria rapidamente em execução.</p>
<p>Isso pode ser feito usando as funcionalidades existentes nas configurações do smartphone, seja ele Android ou iOS.</p>
<p>Eventualmente, as baterias deixam de conseguir armazenar carga e então se tornam apenas um contêiner de materiais semi-tóxicos e caros que não serve para mais nada.<br />
Quando isso acontecer, você irá precisar instalar uma nova bateria para poder continuar a usar seu smartphone normalmente.</p>
<p>Para prolongar a vida da bateria e evitar que ela seja descartada muito cedo, listo algumas dicas a seguir de como usar e protegê-la de forma a aumentar seu tempo de uso.</p>
<div id="attachment_19907" style="width: 430px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-19907" class="wp-image-19907 size-medium" title="Níveis de carga em uma bateria de um smartphone" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/01/carga-bateria-litio-ion-420x146.png" alt="Níveis de carga em uma bateria de um smartphone" width="420" height="146" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/01/carga-bateria-litio-ion-420x146.png 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/01/carga-bateria-litio-ion-768x267.png 768w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/01/carga-bateria-litio-ion-1024x357.png 1024w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/01/carga-bateria-litio-ion.png 2002w" sizes="auto, (max-width: 420px) 100vw, 420px" /><p id="caption-attachment-19907" class="wp-caption-text">Níveis de carga em uma bateria de um smartphone</p></div>
<h3>Dicas para aumentar a vida útil das baterias de lítio</h3>
<p>Vejamos algumas dicas que podem ser úteis para ajudar a manter as baterias de íons de lítio funcionando por mais tempo.</p>
<p><strong>1. Evite ciclos de recarga profundos</strong><br />
As baterias de lítio-íon não têm o chamado &#8220;<em>efeito de memória</em>&#8221; associado a algumas tecnologias mais antigas, mas ainda são sensíveis aos ciclos de carga. Evitar descarregar completamente a bateria e, em vez disso, manter níveis de carga entre 20% e 80%, pode ajudar a prolongar sua vida útil.</p>
<p>O efeito de memória é mais comumente observado em baterias de níquel-cádmio (NiCd). Essa característica ocorre quando a bateria é recarregada antes de ser completamente descarregada. Se a bateria for recarregada repetidamente sem ser totalmente esgotada, ela pode &#8220;lembrar&#8221; o ponto de recarga e perder parte de sua capacidade útil. Em outras palavras, a bateria se acostuma a aceitar uma carga apenas até certo ponto, e a capacidade total da bateria é reduzida.</p>
<p>As baterias de íons de lítio, incluindo as Li-Íon, não sofrem do efeito de memória.</p>
<p><strong>2. Mantenha a bateria em temperaturas moderadas</strong><br />
O calor excessivo pode acelerar o envelhecimento das baterias de lítio-íon. Evite expor seus dispositivos a temperaturas extremas e, sempre que possível, mantenha-os em ambientes com temperatura ambiente. Armazenar dispositivos em locais frescos, longe da luz solar direta, também contribui para preservar a integridade da bateria.</p>
<p><strong>3. Evite cargas rápidas constantes</strong><br />
Carregar rapidamente seu dispositivo é conveniente, mas a longo prazo, pode prejudicar a saúde da bateria. Opte por carregamentos mais lentos sempre que possível. Muitos dispositivos modernos oferecem opções de carregamento rápido, mas utilizá-las com moderação pode beneficiar a longevidade da bateria.</p>
<p><strong>4. Atualizações de software</strong><br />
No caso de smartphones e outros equipamentos, é importante manter seu software atualizado. Muitas vezes, as atualizações de firmware ou software incluem otimizações que visam melhorar a eficiência do gerenciamento de energia. Essas otimizações podem impactar positivamente a vida útil da bateria.</p>
<p><strong>5. Armazenamento adequado</strong><br />
Se você precisar armazenar um dispositivo por um longo período, certifique-se de que a bateria tenha uma carga de aproximadamente 50%. Armazenar uma bateria totalmente carregada por um longo período pode levar a uma degradação mais rápida.</p>
<p><strong>6. Evite exposição ao sol e calor excessivo</strong><br />
Evite deixar dispositivos eletrônicos em locais expostos ao sol e calor excessivo. O calor pode acelerar a degradação química interna das células da bateria, e inclusive causar acidentes, como a explosão da bateria, o que pode trazer prejuízos graves.</p>
<p><strong>7. Ajuste as Configurações de Energia</strong><br />
Em dispositivos que permitem ajustes avançados de energia, como laptops, considere diminuir o brilho da tela, desativar notificações desnecessárias e ajustar as configurações de economia de energia para reduzir o consumo de energia.</p>
<div id="attachment_19909" style="width: 430px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-19909" class="wp-image-19909 size-medium" title="Baterias de celular variadas" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/01/baterias-celular-variadas-samsung-min-420x412.png" alt="Baterias de celular variadas" width="420" height="412" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/01/baterias-celular-variadas-samsung-min-420x412.png 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2024/01/baterias-celular-variadas-samsung-min.png 600w" sizes="auto, (max-width: 420px) 100vw, 420px" /><p id="caption-attachment-19909" class="wp-caption-text">Baterias de celular variadas</p></div>
<h3>Conclusão</h3>
<p>Prolongar a vida útil das baterias de lítio-íon envolve uma combinação de práticas inteligentes de carregamento e atenção sobre o impacto das condições ambientais. Ao seguir estas dicas, será possível não apenas prolongar a vida útil das baterias de seus equipamentos, mas também contribuir para um desempenho mais eficiente e sustentável dos dispositivos eletrônicos.</p>
<p>Pequenos cuidados diários podem resultar em uma vida útil mais longa e confiável para as baterias, trazendo mais comodidade, eficiência e economia.</p>
<h4>Referências</h4>
<ul>
<li><a href="http://www.batteryuniversity.com/learn/article/how_to_prolong_lithium_based_batteries" target="_blank" rel="noopener">http://www.batteryuniversity.com/learn/article/how_to_prolong_lithium_based_batteries</a></li>
</ul>
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<ul>
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		<item>
		<title>Utilitário hardinfo &#8211; Informações sobre o sistema via GUI no Linux</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/utilitario-hardinfo-informacoes-sobre-o-sistema-via-gui-no-linux/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Feb 2023 13:29:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Utilitário hardinfo &#8211; Informações sobre o sistema via interface gráfica Vamos apresentar hoje a ferramenta hardinfo, a qual será instalada em um sistema Linux Ubuntu. O hardinfo é uma ferramenta que lê os arquivos no diretório /proc do sistema, organiza as informações coletadas sobre o hardware e software da máquina, e as apresenta de forma elegante em uma interface gráfica GTK+, permitindo também gerar relatórios sobre itens especificados do sistema. É uma espécie de &#8220;Everest&#8221; para Ubuntu. Vamos começar instalando o utilitário com apt-get: # sudo apt-get install hardinfo Para usar o programa, basta digitar &#8220;hardinfo&#8221; no terminal. Use o sudo (caso não seja root), pois sem as permissões adequadas algumas informações não serão mostradas: $ sudo hardinfo Veja a tela inicial do utilitário: Para visualizar informações sobre algum tópico, basta clicar na seção correspondente do lado esquerdo. Por exemplo, para ver informações sobre o sistema operacional (Operating System): Ou sobre as variáveis de ambiente do sistema (Environment Variables): Podemos até efetuar alguns benchmarks básicos no sistema, como um benchmark de CPU usando Fibonacci: Também é possível gerar um relatório das informações coletadas. Para isso, clique no botão Generate Report na barra de ferramentas do aplicativo: Selecione então quais itens [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/utilitario-hardinfo-informacoes-sobre-o-sistema-via-gui-no-linux/">Utilitário hardinfo &#8211; Informações sobre o sistema via GUI no Linux</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Utilitário hardinfo &#8211; Informações sobre o sistema via interface gráfica</h2>
<p>Vamos apresentar hoje a ferramenta <em><strong>hardinfo</strong></em>, a qual será instalada em um sistema Linux Ubuntu.</p>
<p>O hardinfo é uma ferramenta que lê os arquivos no diretório /proc do sistema, organiza as informações coletadas sobre o hardware e software da máquina, e as apresenta de forma elegante em uma interface gráfica GTK+, permitindo também gerar relatórios sobre itens especificados do sistema.</p>
<p>É uma espécie de &#8220;Everest&#8221; para Ubuntu.</p>
<p>Vamos começar instalando o utilitário com apt-get:</p>
<pre># sudo apt-get install hardinfo</pre>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14575" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-01.png" alt="Utilitário hardinfo no Linux" width="722" height="299" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-01.png 722w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-01-420x174.png 420w" sizes="auto, (max-width: 722px) 100vw, 722px" /></p>
<p>Para usar o programa, basta digitar &#8220;hardinfo&#8221; no terminal. Use o sudo (caso não seja root), pois sem as permissões adequadas algumas informações não serão mostradas:</p>
<pre>$ sudo hardinfo</pre>
<p>Veja a tela inicial do utilitário:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14576" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-02.png" alt="Ferramenta hardinfo no Linux" width="800" height="623" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-02.png 800w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-02-420x327.png 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-02-768x598.png 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>Para visualizar informações sobre algum tópico, basta clicar na seção correspondente do lado esquerdo. Por exemplo, para ver informações sobre o sistema operacional (Operating System):</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14577" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-03.png" alt="Comando hardinfo no Linux" width="796" height="625" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-03.png 796w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-03-420x330.png 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-03-768x603.png 768w" sizes="auto, (max-width: 796px) 100vw, 796px" /></p>
<p>Ou sobre as variáveis de ambiente do sistema (Environment Variables):</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14578" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-04.png" alt="Utilitário hardinfo - especificações de hardware no linux" width="797" height="622" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-04.png 797w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-04-420x328.png 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-04-768x599.png 768w" sizes="auto, (max-width: 797px) 100vw, 797px" /></p>
<p>Podemos até efetuar alguns benchmarks básicos no sistema, como um benchmark de CPU usando <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/logica-de-programacao/algoritmo-para-fibonacci-recursivo-e-iterativo-logica-de-programacao/">Fibonacci</a>:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14579" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-05.png" alt="Usando fibonacci com hardinfo no Linux" width="912" height="656" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-05.png 912w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-05-420x302.png 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-05-768x552.png 768w" sizes="auto, (max-width: 912px) 100vw, 912px" /></p>
<p>Também é possível gerar um relatório das informações coletadas. Para isso, clique no botão <strong>Generate Report</strong> na barra de ferramentas do aplicativo:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14580" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-06.png" alt="Gerar relatório com a ferramenta hardinfo no Linux" width="443" height="88" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-06.png 443w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-06-420x83.png 420w" sizes="auto, (max-width: 443px) 100vw, 443px" /></p>
<p>Selecione então quais itens serão incluídos no relatório, marcando ou desmarcando as caixas correspondentes, e clique no botão <strong>Generate</strong>:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14581" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-07.png" alt="Gerar relatório de hardware com hardinfo no linux" width="415" height="344" /></p>
<p>Selecione um local para salvar o relatório, e clique em Salvar:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14582" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-08.png" alt="Salvar relatório gerado com hardinfo no Linux" width="620" height="365" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-08.png 620w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-08-420x247.png 420w" sizes="auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px" /></p>
<p>Clique em Abrir para visualizar o relatório criado em seu navegador:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14583" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-09.png" alt="Abrir relatório do hardinfo no linux" width="348" height="151" /></p>
<p>Veja o relatório que foi criado:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14584" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-10.png" alt="Visualizar relatório criado com a ferramenta hardinfo no Linux" width="717" height="574" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-10.png 717w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hardinfo-linux-10-420x336.png 420w" sizes="auto, (max-width: 717px) 100vw, 717px" /></p>
<p>É isso aí! No próximo tutorial vamos mostrar mais ferramentas e utilitários importantes no Linux. Até!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/utilitario-hardinfo-informacoes-sobre-o-sistema-via-gui-no-linux/">Utilitário hardinfo &#8211; Informações sobre o sistema via GUI no Linux</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Como testar uma fonte ATX com multímetro</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/hardware/como-testar-uma-fonte-atx-com-multimetro/</link>
					<comments>https://www.bosontreinamentos.com.br/hardware/como-testar-uma-fonte-atx-com-multimetro/?noamp=mobile#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Sep 2021 22:35:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como testar uma fonte ATX com multímetro É possível testar uma fonte de alimentação ATX para computadores usando um multímetro comum. Trata-se de um teste simples, que permite determinar se uma fonte está defeituosa e deve ser substituída, ou se está operando como esperado. Neste artigo mostrarei como realizar o teste de uma fonte ATX comum usando um multímetro de baixo custo, de um modelo bem simples que permite realizar testes de tensão elétrica, corrente e resistência. Fonte de alimentação ATX Para realizar esse teste vamos seguir os passos listados na sequência: 1. Primeiramente, a segurança deve ser sua maior preocupação. Apesar da fonte ATX fornecer apenas valores baixos de tensão, até cerca de 12 volts, essa fonte é alimentada pela rede elétrica, de 110 ou 220 V, e sempre há um risco associado de choque elétrico se você tocar em alguma parte energizada, principalmente no conector traseiro do cabo de força. Tome cuidado ao manusear a fonte ligada, e procure NÃO usar uma pulseira antiestática para realizar esse tipo de medição &#8211; ela é totalmente desnecessária nesse caso, e inclusive pode potencializar um eventual choque elétrico. 2. Abra o computador &#8211; ou seja tire a tampa do gabinete. É [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/hardware/como-testar-uma-fonte-atx-com-multimetro/">Como testar uma fonte ATX com multímetro</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Como testar uma fonte ATX com multímetro</h2>
<p>É possível testar uma fonte de alimentação ATX para computadores usando um multímetro comum. Trata-se de um teste simples, que permite determinar se uma fonte está defeituosa e deve ser substituída, ou se está operando como esperado.</p>
<p>Neste artigo mostrarei como realizar o teste de uma fonte ATX comum usando um <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/curso-de-eletronica/curso-de-eletronica-como-usar-um-multimetro/">multímetro</a> de baixo custo, de um modelo bem simples que permite realizar testes de tensão elétrica, corrente e resistência.</p>
<div id="attachment_18020" style="width: 460px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-18020" class="wp-image-18020" title="Fonte de alimentação ATX - como testar" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/09/fonte-alimentacao-atx-boson.jpg" alt="Fonte de alimentação ATX - como testar" width="450" height="330" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/09/fonte-alimentacao-atx-boson.jpg 697w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/09/fonte-alimentacao-atx-boson-420x308.jpg 420w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /><p id="caption-attachment-18020" class="wp-caption-text">Fonte de alimentação ATX</p></div>
<p>Para realizar esse teste vamos seguir os passos listados na sequência:</p>
<p>1. Primeiramente, a segurança deve ser sua maior preocupação. Apesar da fonte ATX fornecer apenas valores baixos de tensão, até cerca de 12 volts, essa fonte é alimentada pela rede elétrica, de 110 ou 220 V, e sempre há um risco associado de choque elétrico se você tocar em alguma parte energizada, principalmente no conector traseiro do cabo de força.</p>
<p>Tome cuidado ao manusear a fonte ligada, e procure NÃO usar uma pulseira antiestática para realizar esse tipo de medição &#8211; ela é totalmente desnecessária nesse caso, e inclusive pode potencializar um eventual choque elétrico.</p>
<p>2. Abra o computador &#8211; ou seja tire a tampa do gabinete. É possível testar a fonte dentro do gabinete do computador ou fora; fica a seu critério como será feito o teste. Se o cabo de alimentação principal estiver em local de difícil acesso dentro do gabinete, recomenda-se retirar a fonte para facilitar a medição de suas tensões.</p>
<p>3. Desconecte todos os conectores da fonte que estejam conectados nos diversos componentes dentro da máquina &#8211; principalmente o conector principal, de 20 ou 24 pinos. Não desconecte outros cabos que não tenham nada a ver com a fonte em si.</p>
<h4>Como ligar a fonte ATX com um clips</h4>
<p>4. Ligue a fonte. Como? Efetuando um curto entre os pinos 15 (fio verde) e 16 (ou qualquer outro pino com fio preto conectado). Na dúvida, consulte a <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/hardware/pinagem-do-conector-atx-de-24-pinos-atx-2-2/">tabela de pinagem da fonte ATX</a> para localizar esses pinos.</p>
<div id="attachment_18016" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-18016" class="wp-image-18016 size-full" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/09/ligar-fonte-atx-clips.jpg" alt="Como ligar uma fonte ATX usando um clips" width="600" height="461" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/09/ligar-fonte-atx-clips.jpg 600w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/09/ligar-fonte-atx-clips-420x323.jpg 420w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-18016" class="wp-caption-text">Como ligar uma fonte ATX usando um clips</p></div>
<p>5. Plugue o cabo de força na fonte e em uma tomada energizada. Se houver um botão liga/desliga na traseira da fonte, não esqueça de ligá-lo!<br />
A fonte deve ligar nesse momento (a ventoinha deve começar a girar). Se não ligar, verifique se há energia na tomada onde foi conectada. Se houver energia e a fonte não ligar mesmo assim, provavelmente está com defeito.</p>
<p>6. Se a fonte ligou, vamos proceder ao teste com multímetro. Coloque o multímetro na posição para medição de <strong>volts em tensão contínua</strong> (VDC, VCC ou outra marcação), na escala até 20 volts. Veja a imagem a seguir:</p>
<div id="attachment_18017" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-18017" class="wp-image-18017 size-full" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/09/multimetro-medir-tensao-fonte.jpg" alt="Posição no multímetro para teste de tensão elétrica em fonte ATX" width="600" height="432" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/09/multimetro-medir-tensao-fonte.jpg 600w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/09/multimetro-medir-tensao-fonte-420x302.jpg 420w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-18017" class="wp-caption-text">Posição no multímetro para teste de tensão elétrica em fonte ATX</p></div>
<p>7. Teste os pinos do conector de 24 pinos (ou 20 pinos), conectando a ponteira preta do multímetro em qualquer um dos fios pretos do conector, preferencialmente pelo lado onde os fios entram no conector (é mais fácil), e a ponteira vermelha deve ser inserida, sucessivamente, nos fios de outras cores, verificando as tensões medidas de acordo com os valores apresentados na ilustração de pinagem a seguir:</p>
<div id="attachment_18004" style="width: 493px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-18004" class="wp-image-18004 size-full" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/09/conector-ATX-24-pinos-pinagem-boson.png" alt="Pinagem do conector ATX de 24 pinos 12V" width="483" height="507" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/09/conector-ATX-24-pinos-pinagem-boson.png 483w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/09/conector-ATX-24-pinos-pinagem-boson-400x420.png 400w" sizes="auto, (max-width: 483px) 100vw, 483px" /><p id="caption-attachment-18004" class="wp-caption-text">Pinagem do conector ATX de 24 pinos 12V</p></div>
<p>8. Anote os valores obtidos em cada medição. <strong>TODOS</strong> os fios devem ser medidos, mesmo que haja vários fios de mesma cor, pois algum deles pode estar rompido e não ser capaz de fornecer tensão quando conectado ao computador.</p>
<p>Após realizar as medições, compare os valores obtidos com a tabela de tolerâncias a seguir; se algum dos valores estiver fora da faixa apresentada, que é a aceitável, a fonte muito provavelmente está com defeito. Substitua-a.</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Tensão</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Tolerância</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">+5V</td>
<td style="text-align: center;">± 5%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">-5V</td>
<td style="text-align: center;">± 10%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">+12V</td>
<td style="text-align: center;">± 5%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">-12V</td>
<td style="text-align: center;">± 10%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">+3,3V</td>
<td style="text-align: center;">± 5%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">+5VSB</td>
<td style="text-align: center;">± 5%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>De acordo com esta tabela, por exemplo, a linha de tensão de 5V deve operar entre os extremos de 4,75V (-5%, mínimo) e 5,25V (+5%, máximo).</p>
<p>9. Se todos os valores de tensão foram medidos corretamente e estão dentro da faixa esperada, desligue a fonte da tomada, retire o clips do plugue principal e reconecte todos os cabos internos da fonte ao PC. Os testes ainda não acabaram!</p>
<p>10. É importante agora testar a fonte sob carga &#8211; ou seja, em operação com o computador consumindo corrente do equipamento. Após reconectar todos os cabos da fonte ao computador, plugue o cabo de força novamente na tomada e ligue o PC.</p>
<p>11. Repita os passos 7 e 8 para realizar o teste da fonte. Se, devido à posição do conector dentro do gabinete não for possível realizar o teste, simplesmente feche a máquina, pois não será possível realizar esse segundo teste. Se não for possível, não há problema, pois o primeiro teste deve ser suficiente para averiguar o funcionamento primário da fonte.</p>
<p>Tome cuidado para não causar nenhum curto-circuito, pois isso pode acarretar a perda da placa-mãe ou outros componentes internos!</p>
<p>12. Após realizar todos os testes, desligue o computador, desplugue-o da tomada, e feche o gabinete. Testes encerrados!</p>
<p>Se após testar a fonte e verificar que ela está operacional e fornecendo tensões de acordo com o esperado, e o computador ainda assim não ligar, o problema deve estar em outro componente, como a placa-mãe ou processador, que devem então ser testados de acordo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pinagem do Conector ATX de 24 Pinos (ATX 2.2)</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/hardware/pinagem-do-conector-atx-de-24-pinos-atx-2-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Sep 2021 18:32:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Eletrônica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pinagem do Conector ATX de 24 Pinos O conector ATX de 24 pinos é o conector de alimentação padrão em placas-mãe de computadores PC atualmente. Ele fornece energia para alimentar a placa-mãe e diversos circuitos e dispositivos a ela conectados, tais como a CPU, memória RAM, placas de expansão e o chipset, entre muitos outros. Esse conector recebe o nome técnico de Molex 39-01-2240, ou ainda Molex Minifit Jr. Aqui vamos chamá-lo apenas de conector principal ATX. Conector da fonte de alimentação ATX de 24 pinos A ilustração a seguir mostra a pinagem completa do conector principal ATX de 24 pinos (ATX 2.2), com a numeração dos fios, suas respectivas cores e funções. Pinagem do conector ATX de 24 pinos 12V Alguns dos pinos possuem funções especiais, tais como: PWR_ON (PWR_OK): Sinal de &#8220;Power Good&#8221; em nível alto que indica que as saídas de +5V e +3,3V estão operando acima dos níveis de subtensão da fonte, garantindo assim o funcionamento contínuo dentro de suas especificações. Ou seja, é um sinal que indica que a fonte está operando normalmente nessas linhas de tensão. +5V Stand BY (VSB): Tensão de standby que pode ser usada para alimentar circuitos que necessitem de energia durante o [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/hardware/pinagem-do-conector-atx-de-24-pinos-atx-2-2/">Pinagem do Conector ATX de 24 Pinos (ATX 2.2)</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Pinagem do Conector ATX de 24 Pinos</h2>
<p>O conector ATX de 24 pinos é o conector de alimentação padrão em placas-mãe de computadores PC atualmente. Ele fornece energia para alimentar a placa-mãe e diversos circuitos e dispositivos a ela conectados, tais como a CPU, memória RAM, placas de expansão e o chipset, entre muitos outros.</p>
<p>Esse conector recebe o nome técnico de <strong>Molex 39-01-2240</strong>, ou ainda <strong>Molex Minifit Jr</strong>. Aqui vamos chamá-lo apenas de <em><strong>conector principal ATX</strong></em>.</p>
<div id="attachment_18009" style="width: 430px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-18009" class="wp-image-18009 size-medium" title="Conector da fonte de alimentação ATX de 24 pinos" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/09/conector-fonte-atx-24-pinos-420x193.jpg" alt="Conector da fonte de alimentação ATX de 24 pinos" width="420" height="193" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/09/conector-fonte-atx-24-pinos-420x193.jpg 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/09/conector-fonte-atx-24-pinos.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 420px) 100vw, 420px" /><p id="caption-attachment-18009" class="wp-caption-text">Conector da fonte de alimentação ATX de 24 pinos</p></div>
<p>A ilustração a seguir mostra a pinagem completa do conector principal ATX de 24 pinos (ATX 2.2), com a numeração dos fios, suas respectivas cores e funções.</p>
<div id="attachment_18004" style="width: 493px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-18004" class="wp-image-18004 size-full" title="Pinagem do conector ATX de 24 pinos 12V" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/09/conector-ATX-24-pinos-pinagem-boson.png" alt="Pinagem do conector ATX de 24 pinos 12V" width="483" height="507" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/09/conector-ATX-24-pinos-pinagem-boson.png 483w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/09/conector-ATX-24-pinos-pinagem-boson-400x420.png 400w" sizes="auto, (max-width: 483px) 100vw, 483px" /><p id="caption-attachment-18004" class="wp-caption-text">Pinagem do conector ATX de 24 pinos 12V</p></div>
<p>Alguns dos pinos possuem funções especiais, tais como:</p>
<ul>
<li><strong>PWR_ON (PWR_OK)</strong>: Sinal de &#8220;Power Good&#8221; em nível alto que indica que as saídas de +5V e +3,3V estão operando acima dos níveis de subtensão da fonte, garantindo assim o funcionamento contínuo dentro de suas especificações.<br />
Ou seja, é um sinal que indica que a fonte está operando normalmente nessas linhas de tensão.</li>
<li><strong>+5V Stand BY (VSB)</strong>: Tensão de standby que pode ser usada para alimentar circuitos que necessitem de energia durante o estado desligado das linhas de energia da fonte.<br />
Usado, por exemplo, em circuitos de controle de soft power ou Wake on LAN.</li>
<li><strong>PS_ON#</strong>: Sinal ativo em nível baixo que liga todas as linhas de energia da fonte, incluindo as linhas de 3,3VCC, 5VCC, -5VCC, 12VCC e -12VCC.<br />
Quando este sinal é mantido em nível alto pela placa-mãe, ou quando este pino está desconectado, a fonte de alimentação não fornece corrente nas linhas indicadas acima.<br />
Ou seja, este é o pino que liga a fonte. </li>
<li><strong>NC</strong>: &#8220;<em>Not Connected</em>&#8220;, pino não conectado (não usado).</li>
</ul>
<h3>Detalhes do conector ATX 24 pinos</h3>
<p>Note que esse conector somente se encaixa na placa-mãe em um sentido específico, pois possui um chanfro de orientação que impede sua conexão em orientação incorreta, o que acarretaria em danos permanentes à placa-mãe e outros componentes do PC.</p>
<p>Originalmente, o conector principal de fontes ATX possuía 20 pinos, com uma pinagem similar à do conector de 24 pinos aqui representado, porém com os pinos 11, 12, 23 e 24 omitidos.</p>
<div id="attachment_18011" style="width: 430px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-18011" class="wp-image-18011 size-medium" title="Conector de alimentação na placa-mãe para fontes ATX de 24 pinos" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/09/conector-fonte-atx-24-pinos-motherboard-420x226.jpg" alt="Conector de alimentação na placa-mãe para fontes ATX de 24 pinos" width="420" height="226" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/09/conector-fonte-atx-24-pinos-motherboard-420x226.jpg 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/09/conector-fonte-atx-24-pinos-motherboard.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 420px) 100vw, 420px" /><p id="caption-attachment-18011" class="wp-caption-text">Conector de alimentação na placa-mãe para fontes ATX de 24 pinos</p></div>
<p>As fontes de alimentação de 24 pinos são empregadas em placas-mãe que requerem mais energia, e eliminam a necessidade de um conector de 12V auxiliar para alimentação extra.</p>
<p>É comum que esses quatro pinos adicionais possam ser destacados do conector de 24 pinos, de modo que ele possa ser empregado em placas-mãe com conector padrão de 20 pinos.</p>
<p>Se o conector de uma fonte não puder ser desmembrado desta forma, ainda é possível usar uma fonte ATX de 24 pinos em uma placa de 20 pinos, usando um adaptador específico de 24 para 20 pinos.</p>
<h3>Precisão das tensões fornecidas</h3>
<p>As tensões informadas são de referência, sendo que na prática elas podem variar ligeiramente de acordo com a tolerância especificada para fontes ATX em seu documento de padronização.</p>
<p>A tabela a seguir mostra os valores de tolerância de tensão para a fonte ATX (máximo de desvio percentual tolerado para os valores nominais):</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;" border="1">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 50%; text-align: center;"><strong>Tensão</strong></td>
<td style="width: 50%; text-align: center;"><strong>Tolerância</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 50%; text-align: center;">+5V</td>
<td style="width: 50%; text-align: center;">± 5%</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 50%; text-align: center;">-5V</td>
<td style="width: 50%; text-align: center;">± 10%</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 50%; text-align: center;">+12V</td>
<td style="width: 50%; text-align: center;">± 5%</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 50%; text-align: center;">-12V</td>
<td style="width: 50%; text-align: center;">± 10%</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 50%; text-align: center;">+3,3V</td>
<td style="width: 50%; text-align: center;">± 5%</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 50%; text-align: center;">+5VSB</td>
<td style="width: 50%; text-align: center;">± 5%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Desta forma, a linha de tensão de 5V, por exemplo, deve operar entre os extremos de 4,75V (-5%, mínimo) e 5,25V (+5%, máximo). Se estiver operando fora dessa faixa, há algum problema com a fonte de alimentação.</p>
<p>O mesmo raciocínio se aplica aos demais valores de tensão elétrica mostrados.</p>
<p>Podemos testar as tensões fornecidas pelas várias linhas de energia de uma fonte ATX usando um multímetro, para troubleshooting em computadores desktop (pesquisa e eliminação de defeitos).</p>
<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/hardware/pinagem-do-conector-atx-de-24-pinos-atx-2-2/">Pinagem do Conector ATX de 24 Pinos (ATX 2.2)</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>All in One &#8211; System Rescue Toolkit (AiO-SRT) &#8211; Review</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/ferramentas-e-utilitarios/all-in-one-system-rescue-toolkit-aio-srt-review/</link>
					<comments>https://www.bosontreinamentos.com.br/ferramentas-e-utilitarios/all-in-one-system-rescue-toolkit-aio-srt-review/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2021 13:25:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ferramentas e Utilitários]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>All in One &#8211; System Rescue Toolkit (AiO-SRT) Organizado pelo administrador de sistemas Paul Vreeland, o All in One &#8211; System Rescue Toolkit (abreviado como AiO-SRT) é um conjunto de ferramentas projetado para auxiliar técnicos a realizar manutenção em computadores de forma rápida e eficiente. É possível iniciar o computador usando o Live CD do AiO-SRT usando um CD/DVD ou pendrive USB. O Live CD é um ambiente Ubuntu Linux preparado (mais precisamente, Lubuntu), com suporte a boot via BIOS e UEFI, redes cabeadas e Wi-Fi, RAID, e contendo uma série de ferramentas prontas para uso. O sistema é compatível com todas as versões do Windows desde o Windows XP, incluindo Windows XP/Vista/7/8/10. A mídia bootável também é compatível com sistemas Linux e as versões mais recentes do macOS da Apple. Como obter o AIO-SRT Você pode baixar gratuitamente o All in One System Rescue Toolkit a partir do site de seu desenvolvedor: https://paul.is-a-geek.org/aio-srt/ Recomendo o download via BitTorrent, por se tratar da forma mais rápida e que não sobrecarrega os servidores de hospedagem do programa. Mas lembre-se: é sempre interessante e importante ajudar aos criadores de projetos deste tipo, por isso se puder não deixe de fazer uma doação [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/ferramentas-e-utilitarios/all-in-one-system-rescue-toolkit-aio-srt-review/">All in One &#8211; System Rescue Toolkit (AiO-SRT) &#8211; Review</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>All in One &#8211; System Rescue Toolkit (AiO-SRT)</h2>
<p>Organizado pelo administrador de sistemas Paul Vreeland, o All in One &#8211; System Rescue Toolkit (abreviado como AiO-SRT) é um conjunto de ferramentas projetado para auxiliar técnicos a realizar manutenção em computadores de forma rápida e eficiente.</p>
<p>É possível iniciar o computador usando o Live CD do AiO-SRT usando um CD/DVD ou pendrive USB. O Live CD é um ambiente <a href="https://ubuntu.com/" target="_blank" rel="noopener">Ubuntu Linux</a> preparado (mais precisamente, Lubuntu), com suporte a boot via BIOS e UEFI, redes cabeadas e Wi-Fi, RAID, e contendo uma série de ferramentas prontas para uso.</p>
<p>O sistema é compatível com todas as versões do Windows desde o Windows XP, incluindo Windows XP/Vista/7/8/10. A mídia bootável também é compatível com sistemas Linux e as versões mais recentes do macOS da Apple.</p>
<h3>Como obter o AIO-SRT</h3>
<p>Você pode baixar gratuitamente o All in One System Rescue Toolkit a partir do site de seu desenvolvedor: <a href="https://paul.is-a-geek.org/aio-srt/" target="_blank" rel="noopener">https://paul.is-a-geek.org/aio-srt/</a></p>
<p>Recomendo o download via BitTorrent, por se tratar da forma mais rápida e que não sobrecarrega os servidores de hospedagem do programa.</p>
<p>Mas lembre-se: é sempre interessante e importante ajudar aos criadores de projetos deste tipo, por isso se puder não deixe de fazer uma doação ao criador do AiO-SRT, no próprio website indicado, via PayPal ou Bitcoin.</p>
<p>E, claro, você também ajuda indicando o software para seus amigos e colegas de trabalho e estudo.</p>
<p>Após baixar o software, você pode preparar um CD ou DVD bootáveis, ou um pendrive (flash drive) inicializável (recomendado). Com a mídia preparada e inserida em uma máquina, inicialize o computador e aguarde enquanto o AiO-SRT é carregado. Você deve ver a seguinte tela após o boot da mídia:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17521 size-full" title="All in One Sstem Rescue Toolkit - Ferramentas de manutenção de sistemas" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/all-in-one-system-rescue-toolkit.jpg" alt="All in One Sstem Rescue Toolkit - Ferramentas de manutenção de sistemas" width="700" height="404" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/all-in-one-system-rescue-toolkit.jpg 700w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/all-in-one-system-rescue-toolkit-420x242.jpg 420w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<h3>Ferramentas disponíveis</h3>
<p>O AiO-SRT vem com diversas ferramentas muito úteis, que podem ser acessadas via menu ou diretamente pelos ícones na área de trabalho. Algumas das ferramentas disponíveis no AiO-SRT incluem:</p>
<ul>
<li>Boot Repair &#8211; ferramenta simples para recuperar o acesso ao sistema operacional da máquina</li>
<li><a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/ferramentas-e-utilitarios/clamav-antivirus-para-linux-instalacao-e-uso/">ClamAV</a> &#8211; Antivírus de código aberto, com a interface gráfica ClamTk</li>
<li><a href="https://youtu.be/TzjSyt8vUmc" target="_blank" rel="noopener">Clonezilla</a> &#8211; Famoso programa de gerenciamento de partições e criação de imagem ou clonagem de discos</li>
<li>Disks &#8211; utilitário de disco para gerenciar SMART e partições de disco</li>
<li>Disk Usage Analyzer &#8211; aplicativo gráfico para analisar o uso do disco</li>
<li>Galculator &#8211; uma calculadora algébrica GTK 2 / GTK 3 e RPN</li>
<li><a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/linux/consultar-e-excluir-particoes-com-o-utilitario-parted-no-linux/">GParted</a> &#8211; editor de partição para gerenciar graficamente suas partições de disco</li>
<li>Mprime &#8211; teste de tortura da CPU prime de Mersenne PESQUISAR</li>
<li>Midori &#8211; Navegador da web leve, rápido e gratuito</li>
<li>NT Password Reset &#8211; utilitário de remoção de senha do Windows</li>
<li><a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/ferramentas-e-utilitarios/como-apagar-dados-de-forma-segura-com-a-ferramenta-nwipe/">Nwipe</a> &#8211; apagar dados de forma segura em mídias com HDs e pendrives</li>
<li>PhotoRec &#8211; software de recuperação de dados de arquivo</li>
<li>System Profiler and Benchmark (System Information) &#8211; exibe informações sobre o hardware e software do computador</li>
<li>Terminal &#8211; Interface de linha de comando do Lubuntu (LXTerminal)</li>
<li>TestDisk &#8211; software de recuperação de dados projetado para ajudar a recuperar partições perdidas ou tornar discos inicializáveis novamente</li>
<li>Xfburn &#8211; Uma ferramenta muito útil para gravação de CD / DVD</li>
</ul>
<p>Se o CD/DVD/Pendrive for inserido em um computador (com Windows / Linux ou macOS), diversas ferramentas e utilitários também estarão disponíveis para manutenção e troubleshooting do sistema.</p>
<div id="attachment_17522" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-17522" class="wp-image-17522 size-full" title="Tela do nwipe aberta no All in One System Rescue Toolkit" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/all-in-one-system-rescue-toolkit-nwipe.jpg" alt="Tela do nwipe aberta no All in One System Rescue Toolkit" width="700" height="419" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/all-in-one-system-rescue-toolkit-nwipe.jpg 700w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/all-in-one-system-rescue-toolkit-nwipe-420x251.jpg 420w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-17522" class="wp-caption-text">Tela do nwipe aberta no All in One System Rescue Toolkit</p></div>
<p>Por exemplo, em uma máquina com Windows 10 podemos abrir a mídia inserida e executar o programa AiO-SRT.exe (se não abrir automaticamente via autorun) e então teremos acesso às seguintes ferramentas na janela do AiO-SRT:</p>
<ul>
<li><strong>Guia System Info</strong> &#8211; Informações do Sistema</li>
<li><strong>Guia General</strong> (Geral)
<ul>
<li>Verify Toolkit Integrity</li>
<li>Task Manager (Gerenciador de Tarefas)</li>
<li>File Manager for Technicians (Gerenciador de Arquivos para Técnicos)</li>
<li><a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/windows-powershell/introducao-ao-windows-powershell/">Powershell</a> (Admin)</li>
<li>Whois Domain Lookup</li>
<li>System Analyzer (Analizador de Sistema)</li>
<li>Resource Monitor (Monitor de Recursos)</li>
<li>Build AiO-SRT Flash Drive (Construa AiO-SRT Flash Drive)</li>
<li>Reboot Safe Mode (Reiniciar em Modo de Segurança)</li>
<li>AiO-SRT Lite to Desktop (AiO-SRT Lite para Desktop)</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Guia Hardware</strong>
<ul>
<li>CPU Stress Test (Teste de Estresse do Processador)</li>
<li>Memory Diagnostics (Diagnóstico de Memória do Sistema)</li>
<li>Hard Drive Diagnostics (Diagnóstico de HD)</li>
<li>Disk Management (Gerenciamento de Disco)</li>
<li>Defrag System Drive (Ferramenta de Desfragmentação)</li>
<li>Hardware Monitor Sensors (Sensores de Monitor de Hardware)</li>
<li>Device Manager (Gerenciador de Dispositivos)</li>
<li>LCD Dead Pixel Test (Teste de pixels mortos no LCD)</li>
<li>Hard Drive Usage (Uso do disco rígido)</li>
<li>Data Recovery (Ferramenta de Recuperação de Dados)</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Guia Repair Windows</strong>
<ul>
<li>Windows Startup</li>
<li>System File Checker (Verificador de Arquivos do Sistema)</li>
<li>DISM System Repair (Reparo do Sistema DISM)</li>
<li>Registry Editor (<a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/distros/introducao-ao-registro-do-windows/">Editor do Registro do Windows</a>)</li>
<li>Repair Explorer Icons</li>
<li>Windows Reliability Monitor (Monitor de Confiabilidade do Windows)</li>
<li>Blue Screen View (Vista da Tela Azul)</li>
<li>System Restore (Restauração do Sistema)</li>
<li>Windows Update Repair</li>
<li>Disk Cleanup (Limpeza de Disco)</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Guia Software</strong>
<ul>
<li>Sleep &amp; Wake Info</li>
<li>Uninstall Programs (Ferramenta UninstallView)</li>
<li>RichCopy (programa descontinuado)</li>
<li>Bootable ISO to USB (Rufus Portable)</li>
<li>Play LBreakout2 (Jogo, clone do Arkanoid)</li>
<li>Don’t Sleep</li>
<li>Product Keys (Visualizador de Chaves de Produtos dos programas instalados)</li>
<li>Web Browser (Navegador QtWeb)</li>
<li>CD/DVD Drive Emulator (Emulador de Unidade de CD/DVD)</li>
<li>Explore ext2/ext3/ext4 (Ferramenta Explore2fs)</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Guia Networking</strong>
<ul>
<li>Reset TCP/IP &amp; Winsock</li>
<li>TCP &amp; UDP Port Query</li>
<li>View Open Ports (Mostrar portas abertas)</li>
<li>LAN Speed Test (Teste de velocidade de rede local)</li>
<li>Continuous Ping Test (Teste de ping contínuo)</li>
<li>Windows Firewall</li>
<li>Wireless Site Survey (Ferramenta Homedale)</li>
<li>SSH/Telnet/Serial Console (PuTTY)</li>
<li>View Open Shared Files (Exibir arquivos compartilhados abertos)</li>
<li>Network Mapper (<a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/seguranca/12-exemplos-de-uso-do-utilitario-nmap/">Ferramenta Nmap</a>)</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Guia Security</strong>
<ul>
<li>Windows Security Center (Central de Segurança do Windows)</li>
<li>Install Microsoft Security Essentials</li>
<li>Kaspersky Virus Removal Tool</li>
<li>Microsoft Safety Scanner</li>
<li>COMODO Cleaning Essentials</li>
<li>ESET Online Scanner</li>
<li>Norton Power Eraser</li>
<li>ClamWin Antivirus</li>
<li>Virus Total Online Scanner</li>
<li>Eicar Anti-Virus Test File</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Guia AntiVirus Removal</strong>
<ul>
<li>Avast! Removal Tool</li>
<li>Avira Removal Tool</li>
<li>AVG Removal Tool</li>
<li>Kaspersky Removal Tool</li>
<li>McAfee Removal Tool</li>
<li>MSSE Removal Tool</li>
<li>Norton Removal Tool</li>
<li>Trend Micro Removal Tool</li>
<li>Webroot Removal Tool</li>
<li>Universal AV Remover</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Guia autoFIX Utility</strong> &#8211; Permite enfileirar e executar várias tarefas em sequência.</li>
<li><strong>Guia Customize</strong> – Permite configurar sua própria fila de tarefas
<ul>
<li>Language (Idiomas) – O sistema pode ser apresentado em idiomas tais como Árabe, Checo, Dinamarquês, Alemão, Inglês (padrão), Espanhol, Francês, Italiano, Japonês, Holandês, Português, Russo, Chinês e muitas outros.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h3>Conclusão</h3>
<p>Assim como outras ferramentas do gêneros, como o <a href="https://youtu.be/jnrVButHTp8" target="_blank" rel="noopener">Hiren´s Boot CD</a>, o&nbsp;<a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/ferramentas-e-utilitarios/recuperando-arquivos-de-um-sistema-windows-que-nao-inicializa-usando-systemrescuecd/">SystemRescueCD</a> e o UBCD, o AiO-SRT é uma excelente opção de sistema com ferramentas para diagnóstico e manutenção de computadores, sendo importante sempre carregarmos opções variadas de utilitários ao realizar nosso trabalho.</p>
<p>Por ser capaz de operar em sistemas Windows, Linux e macOS, com um conjunto grande e variado de utilitários disponíveis, o All in One System Rescue Toolkit se mostra muito útil e versátil, e, por isso mesmo, recomendado. Crie um pendrive bootável com esse sistema (e você pode usar o próprio AiO-SRT para isso!) e adicione ao seu conjunto de ferramentas para facilitar seu trabalho como técnico de manutenção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/ferramentas-e-utilitarios/all-in-one-system-rescue-toolkit-aio-srt-review/">All in One &#8211; System Rescue Toolkit (AiO-SRT) &#8211; Review</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Como apagar dados de forma segura com a ferramenta nwipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2021 11:28:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ferramentas e Utilitários]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apagar dados de forma segura com a ferramenta nwipe De tempos em tempos nós atualizamos nossos equipamentos, muitas vezes simplesmente adquirindo um novo PC ou notebook, ou trocando componentes, como o disco rígido (HD). E o computador ou dispositivo antigo acaba sendo doado ou, quando possível, revendido para terceiros. Porém, temos um problema nesse processo: o computador geralmente está repleto de informações pessoais e sensíveis. Por exemplo, quase todos temos em nossos computadores: Fotos pessoais Documentos escaneados Senhas salvas em navegadores e softwares Dados de cartão de crédito e bancários em geral salvos no app do banco Vídeos &#8220;sensíveis&#8221; Entre outros tipos de informação. É óbvio que, antes de passar o equipamento adiante, temos de apagar essas informações em definitivo, para que não sejam vazadas e utilizadas de modo a nos prejudicar (e o prejuízo pode ser imenso!). Mas como fazer isso? Será que simplesmente apagar os arquivos e limpar a lixeira do sistema resolve? Ou limpar o histórico de navegação do navegador? Claro que não! Todos os dados presentes no disco, mesmo que apagados de forma convencional, podem ser recuperados com ferramentas especiais. Isso inclui mídias removíveis, como pendrives e cartões de memória! E justamente por conta disso é [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/ferramentas-e-utilitarios/como-apagar-dados-de-forma-segura-com-a-ferramenta-nwipe/">Como apagar dados de forma segura com a ferramenta nwipe</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Apagar dados de forma segura com a ferramenta nwipe</h2>
<p>De tempos em tempos nós atualizamos nossos equipamentos, muitas vezes simplesmente adquirindo um novo PC ou notebook, ou trocando componentes, como o disco rígido (HD). E o computador ou dispositivo antigo acaba sendo doado ou, quando possível, revendido para terceiros.</p>
<p>Porém, temos um problema nesse processo: o computador geralmente está repleto de informações pessoais e sensíveis. Por exemplo, quase todos temos em nossos computadores:</p>
<ul>
<li>Fotos pessoais</li>
<li>Documentos escaneados</li>
<li>Senhas salvas em navegadores e softwares</li>
<li>Dados de cartão de crédito e bancários em geral salvos no app do banco</li>
<li>Vídeos &#8220;sensíveis&#8221;</li>
</ul>
<p>Entre outros tipos de informação. É óbvio que, antes de passar o equipamento adiante, temos de apagar essas informações em definitivo, para que não sejam vazadas e utilizadas de modo a nos prejudicar (e o prejuízo pode ser imenso!).</p>
<p>Mas como fazer isso? Será que simplesmente apagar os arquivos e limpar a lixeira do sistema resolve? Ou limpar o histórico de navegação do navegador?</p>
<p><em><strong>Claro que não!</strong></em></p>
<p>Todos os dados presentes no disco, mesmo que apagados de forma convencional, podem ser recuperados com ferramentas especiais. Isso inclui mídias removíveis, como pendrives e cartões de memória! E justamente por conta disso é que precisamos usar outras ferramentas especiais, com o propósito de <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/linux/como-excluir-arquivos-e-limpar-discos-com-seguranca-no-linux-comandos-dd-e-dc3dd/" target="_blank" rel="noopener">apagar e desaparecer de vez com nossos dados particulares</a>, de forma segura, para evitar problemas (graves) futuros.</p>
<p>Diversas ferramentas existem com esse propósito, e neste artigo vou apresentar uma ferramenta leve, simples e bastante efetiva para limpar seus dados do computador: o <strong>nwipe</strong>.</p>
<h3>A ferramenta nwipe</h3>
<p>O nwipe é uma ferramenta de software livre baseada em Linux usada para apagar de forma segura o conteúdo de um disco ou mídia removível. Trata-se de um fork do comando dwipe usado no <a href="https://dban.org/" target="_blank" rel="noopener"><em>Darik´s Boot and Nuke</em> (DBAN)</a>, distribuída sob licença GNU GPL 2.0.</p>
<p>Com o nwipe é possível limpar um ou mais discos simultaneamente, e a ferramenta funciona em linha de comandos ou por meio de uma interface de texto do tipo ncurses.</p>
<p>O nwipe trabalha aplicando operações que realizam a substituição dos dados nas mídias por números pseudo-aleatórios gerados por algoritmos como o Mersenne Twister (bastante comum) ou ISAAC.</p>
<p>Além de limpar os HDs de um computador em definitivo para que ele possa ser reciclado, também podemos apagar mídias removíveis e até mesmo limpar os discos para eliminar infecções por malware, como por exemplo em máquinas infectadas por <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/seguranca/nova-ferramenta-permite-descriptografar-arquivos-de-pcs-infectados-pelo-ransomware-wannacry/">ransomware</a>.</p>
<h3>Onde encontrar o nwipe</h3>
<p>O nwipe está disponível em muitos repositórios de distribuições Linux, como imagem bootável para download ou ainda como componente de ferramentas de recuperação e manutenção de sistemas, como o <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/ferramentas-e-utilitarios/recuperando-arquivos-de-um-sistema-windows-que-nao-inicializa-usando-systemrescuecd/">SystemRescueCD</a>, ShredOS, <a href="https://youtu.be/amXMfZER0Iw" target="_blank" rel="noopener">Parted Magic</a> e o <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/ferramentas-e-utilitarios/all-in-one-system-rescue-toolkit-aio-srt-review/">All in One System Rescue Toolkit</a>, entre ouros.</p>
<p>O projeto nwipe completo, incluindo código fonte, pode ser encontrado na página do GitHub de seu desenvolvedor, o holandês Martijn van Brummelen: <a href="https://github.com/martijnvanbrummelen/nwipe" target="_blank" rel="noopener">https://github.com/martijnvanbrummelen/nwipe</a></p>
<p>A ferramenta inclui diversos métodos de apagamento seguro de dados, como por exemplo:</p>
<ul>
<li>Zero Fill: Limpeza rápida, de um passo, que preenche o dispositivo com zeros, em uma única operação</li>
<li>DoD Short: (DoD Curto) Padrão 5220.22-M, versão curta do Departamento de Defesa Americano, com limpeza em 3 passos</li>
<li>DoD 5220.22-M: Padrão 5220.22-M completo do Departamento de Defesa Americano, com 7 passos de limpeza</li>
<li>Gutmann Wipe: Método de Peter Gutmann, que consiste em exclusão segura de dados de mídias magnéticas e de estado sólido.</li>
<li>Fluxo PRNG: Preenche o dispositivo com um fluxo de dados do PRNG (Pseudo-Random Number Generator)</li>
</ul>
<p>E outros. Os métodos de vários passos disponíveis permitem lidar com o problema de <strong>Remanescência de Dados</strong>, que basicamente significa que ainda é possível recuperar dados de uma mídia mesmo após terem sido apagados (de forma convencional).</p>
<p>O nwipe também pode executar o método Verify Only, que apenas lê e verifica se o dispositivo está totalmente preenchido com zeros.</p>
<p>Além disso, o nwipe inclui os geradores de números pseudo-aletórios Mersenne Twister e ISAAC.</p>
<h3>Como usar o nwipe</h3>
<p>A forma mais eficiente de usar o nwipe, a meu ver, é com uma distribuição de recuperação de sistemas, pois não há a necessidade de instalar nenhum software na máquina. A seguir, temos a tela principal do nwipe aberta após dar boot em um pendrive com o <a href="https://paul.is-a-geek.org/aio-srt/" target="_blank" rel="noopener">All in One System Rescue Toolkit</a>&nbsp;(mesmo procedimento para outras distros):</p>
<div id="attachment_17471" style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-17471" class="wp-image-17471" title="Tela inicial do nwipe modo ncurses" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-tela-inicial-apagar-dados.png" alt="Tela inicial do nwipe modo ncurses" width="701" height="340" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-tela-inicial-apagar-dados.png 773w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-tela-inicial-apagar-dados-420x204.png 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-tela-inicial-apagar-dados-768x373.png 768w" sizes="auto, (max-width: 701px) 100vw, 701px" /><p id="caption-attachment-17471" class="wp-caption-text">Tela inicial do nwipe com interface ncurses</p></div>
<p>De acordo com os atalhos listados no rodapé da aplicação, temos:</p>
<ul>
<li>Tecla M: alterar o método de limpeza empregado (padrão: DoD Short)</li>
<li>Tecla R: Alterar o número de rounds (execuções / &#8220;passadas&#8221;). O padrão é 1.</li>
<li>Tecla de Espaço: Selecionar as mídias a serem apagadas (setas de direção para navegar por elas)</li>
<li>Tecla B: Limpeza do disco</li>
<li>Tecla S: Iniciar a limpeza nas mídias selecionadas</li>
<li>Ctrl + C: Interromper e sair da aplicação.</li>
</ul>
<p>Por exemplo, teclando M temos acesso à tela para escolha do método de exclusão segura empregado:</p>
<div id="attachment_17472" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-17472" class="wp-image-17472" title="Método de apagamento do nwipe" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-metodo-apagamento-boson.png" alt="Método de apagamento do nwipe" width="700" height="315" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-metodo-apagamento-boson.png 791w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-metodo-apagamento-boson-420x189.png 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-metodo-apagamento-boson-768x346.png 768w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-17472" class="wp-caption-text">Método de apagamento do nwipe</p></div>
<p>O padrão é DoD Short. Para cada método selecionado o programa mostra uma curta descrição de sua operação.&nbsp;</p>
<h3>Exemplo de uso do nwipe</h3>
<p>A tela a seguir mostra um pendrive antigo, de 1 GB, conectado ao meu sistema (Debian 10) e selecionado para apagamento total dos dados:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17476" title="Limpar dados de um pendrive com nwipe" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-apagar-pendrive-01-1024x525.png" alt="Limpar dados de um pendrive com nwipe" width="700" height="359" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-apagar-pendrive-01-1024x525.png 1024w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-apagar-pendrive-01-420x215.png 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-apagar-pendrive-01-768x394.png 768w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-apagar-pendrive-01.png 1439w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>A seguir temos a operação de exclusão definitiva de dados do pendrive em andamento. Usei o método padrão DoD Short (DoD Curto), com o algoritmo Mersenne Twister:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17477" title="Limpar dados de um pendrive com nwipe" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-apagar-pendrive-02-1024x524.png" alt="Limpar dados de um pendrive com nwipe" width="701" height="359" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-apagar-pendrive-02-1024x524.png 1024w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-apagar-pendrive-02-420x215.png 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-apagar-pendrive-02-768x393.png 768w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-apagar-pendrive-02.png 1435w" sizes="auto, (max-width: 701px) 100vw, 701px" /></p>
<p>E, após alguns minutos*, o processo está finalizado e o pendrive, totalmente zerado.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17478" title="Excluir dados de um pendrive com nwipe" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-apagar-pendrive-03-1024x524.png" alt="Limpar dados de um pendrive com nwipe" width="700" height="358" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-apagar-pendrive-03-1024x524.png 1024w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-apagar-pendrive-03-420x215.png 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-apagar-pendrive-03-768x393.png 768w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nwipe-apagar-pendrive-03.png 1437w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>*Como podemos ver no painel de estatísticas (<em>Statistics</em>) no lado direito da tela da aplicação, não foram apenas &#8220;alguns minutos&#8221;; foram 42 minutos e 57 segundos. Esse tipo de processo é demorado mesmo! O método Zero Fill (limpeza rápida &#8211; preencher com zeros) levou apenas 06:35 min no mesmo pendrive.</p>
<p>Caso prefira, assista a uma demonstração do nwipe em um vídeo do canal Bóson Treinamentos no YouTube (e aproveite para se inscrever no canal!):</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/5FMNJ0739OA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3>Como instalar o nwipe no Linux</h3>
<p>Caso você prefira instalar a ferramenta em um sistema, como o Ubuntu ou Debian, use o <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/linux/sistema-de-gerenciamento-de-pacotes-apt-no-linux/">gerenciador de pacotes apt</a>:</p>
<pre><strong>$ sudo apt install nwipe</strong></pre>
<p>Note que é necessário ter alguns pacotes pré-instalados no sistema, incluindo:</p>
<ul>
<li>ncurses</li>
<li>pthreads</li>
<li>parted</li>
</ul>
<p>Para rodar a aplicação após a instalação:</p>
<pre><strong>$ sudo nwipe</strong></pre>
<p>Será aberta a mesma tela mostrada anteriormente. Basta agora selecionar a mídia a apagar, ajustar as configurações de sua preferência ou necessidade, e realizar a operação &#8211; lembrando que o apagamento completo de discos pode levar um tempo considerável, várias horas inclusive!</p>
<p>É isso aí! Apresentamos neste tutorial a ferramenta <strong>nwipe</strong> para exclusão de dado segura em discos fixos e removíveis. Nos próximos tutoriais traremos mais ferramentas importantes e úteis para manutenção e recuperação de sistemas.</p>
<p>Até!</p>
<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/ferramentas-e-utilitarios/como-apagar-dados-de-forma-segura-com-a-ferramenta-nwipe/">Como apagar dados de forma segura com a ferramenta nwipe</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
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