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	<title>Arquivo para Música - Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</title>
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	<description>Artigos e Tutoriais sobre Desenvolvimento de Software, Bancos de Dados SQL, Linux, Lógica de Programação, Inteligência Artificial, Hardware, Eletrônica, Arduino, Técnicas e Teorias de Estudo e Aprendizagem, Carreira em TI, Ciências Cognitivas, e muito mais!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 09 Jul 2025 10:46:30 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Perfis Bluetooth para Áudio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 16:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Áudio]]></category>
		<category><![CDATA[Bluetooth]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perfis Bluetooth para Áudio No Bluetooth, os perfis são conjuntos de regras e funcionalidades que determinam como os dispositivos se comunicam entre si. Enquanto os codecs definem como o áudio é comprimido, os perfis definem o tipo de uso e as funções da conexão (por exemplo, música, chamadas, controle remoto, etc.). Neste artigo explico quais são os principais perfis Bluetooth que são usados especificamente para áudio, como os perfis A2DP, AVRCP e o HFP, entre outros. Perfis Bluetooth comuns para áudio Os perfis de Bluetooth mais comuns utilizados em aplicações de áudio são os seguintes: Perfil A2DP (Advanced Audio Distribution Profile) Este é, o perfil mais importante para a reprodução de áudio estéreo de alta qualidade. O A2DP é responsável por transmitir áudio unidirecional (em uma direção: do dispositivo fonte para o receptor) com qualidade estéreo. É ele que permite que possamos ouvir músicas de um smartphone em um fone de ouvido Bluetooth ou em uma caixa de som sem fio. O A2DP utiliza codecs de áudio para compactar e descompactar os dados, balanceando a qualidade do áudio e o consumo de energia. Os codecs mais comuns associados ao A2DP incluem: SBC (Subband Codec): O codec padrão e obrigatório para [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>Perfis Bluetooth para Áudio</h1>
<p>No <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/redes-wireless/o-que-e-bluetooth/">Bluetooth</a>, os <strong>perfis</strong> são conjuntos de regras e funcionalidades que determinam como os dispositivos se comunicam entre si. Enquanto os <em>codecs</em> definem <em>como o áudio é comprimido</em>, os perfis definem o <em>tipo de uso e as funções da conexão</em> (por exemplo, música, chamadas, controle remoto, etc.).</p>
<p>Neste artigo explico quais são os principais perfis Bluetooth que são usados especificamente para áudio, como os perfis <strong>A2DP, AVRCP e o HFP</strong>, entre outros.</p>
<h2><strong>Perfis Bluetooth comuns para áudio</strong></h2>
<p>Os perfis de Bluetooth mais comuns utilizados em aplicações de áudio são os seguintes:</p>
<h3>Perfil <strong>A2DP (Advanced Audio Distribution Profile)</strong></h3>
<p data-sourcepos="23:1-23:339">Este é, o perfil mais importante para a reprodução de áudio estéreo de alta qualidade. O <strong>A2DP</strong> é responsável por transmitir áudio unidirecional (em uma direção: do dispositivo fonte para o receptor) com qualidade estéreo. É ele que permite que possamos ouvir músicas de um smartphone em um fone de ouvido Bluetooth ou em uma caixa de som sem fio.</p>
<p data-sourcepos="25:1-25:177">O A2DP utiliza codecs de áudio para compactar e descompactar os dados, balanceando a qualidade do áudio e o consumo de energia. Os codecs mais comuns associados ao A2DP incluem:</p>
<ul data-sourcepos="27:1-32:0">
<li data-sourcepos="27:1-27:192"><strong>SBC (Subband Codec):</strong> O codec padrão e obrigatório para todos os dispositivos A2DP. Oferece uma qualidade razoável, mas pode apresentar alguma perda de detalhes em frequências mais altas.</li>
<li data-sourcepos="28:1-28:167"><strong>AAC (Advanced Audio Coding):</strong> Muito utilizado em dispositivos Apple, oferece melhor qualidade de áudio que o SBC, especialmente em taxas de bits mais baixas.</li>
<li data-sourcepos="29:1-29:226"><strong>aptX:</strong> Desenvolvido pela Qualcomm, o aptX oferece uma qualidade de áudio melhorada em relação ao SBC, com menor latência. Existem algumas variantes, como o aptX HD (para áudio de alta resolução) e o aptX Low Latency (para jogos e vídeos).</li>
<li data-sourcepos="30:1-30:174"><strong>LDAC:</strong> Um codec de alta resolução desenvolvido pela Sony, que consegue transmitir áudio com uma taxa de bits muito alta, resultando em uma qualidade de som próxima à de CDs.</li>
<li data-sourcepos="31:1-32:0"><strong>LHDC (Low Latency High-Definition Audio Codec):</strong> Outro codec de alta resolução e baixa latência, popular em alguns dispositivos Android e fones de ouvido chineses.</li>
</ul>
<p data-sourcepos="33:1-33:197">A qualidade final do áudio vai depender da compatibilidade dos codecs entre o dispositivo fonte e o receptor. Se ambos suportarem o mesmo codec de alta qualidade, a experiência sonora será aprimorada.</p>
<div id="attachment_20858" style="width: 360px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-20858" class="wp-image-20858 size-full" src="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2025/05/boombox-bluetooth-JBL.webp" alt="Uma boombox Bluetooth." width="350" height="625" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2025/05/boombox-bluetooth-JBL.webp 350w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2025/05/boombox-bluetooth-JBL-235x420.webp 235w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /><p id="caption-attachment-20858" class="wp-caption-text">Uma boombox Bluetooth.</p></div>
<h3 data-sourcepos="35:1-35:54"><strong>Perfil AVRCP (Audio/Video Remote Control Profile)</strong></h3>
<p data-sourcepos="37:1-37:232">Enquanto o A2DP cuida da transmissão do áudio, o AVRCP é o perfil que nos dá controle sobre a reprodução. Ele permite que controlemos as funções básicas de um reprodutor de mídia a partir de um dispositivo Bluetooth conectado.</p>
<p data-sourcepos="39:1-39:23">Com o AVRCP, podemos:</p>
<ul data-sourcepos="41:1-45:0">
<li data-sourcepos="41:1-41:30">Reproduzir e pausar músicas.</li>
<li data-sourcepos="42:1-42:55">Pular para a próxima faixa ou voltar para a anterior.</li>
<li data-sourcepos="43:1-43:93">Ajustar o volume (embora o ajuste de volume também possa ser feito no próprio dispositivo).</li>
<li data-sourcepos="44:1-45:0">Em alguns casos, até mesmo navegar por listas de reprodução ou álbuns diretamente do dispositivo receptor.</li>
</ul>
<p data-sourcepos="46:1-46:173">É o AVRCP que torna a experiência de usar um fone de ouvido sem fio tão conveniente, eliminando a necessidade de pegar o smartphone toda vez que queremos pausar ou mudar de música.</p>
<h3>Perfil <strong>HFP (Hands-Free Profile)</strong></h3>
<p data-sourcepos="50:1-50:250">O <strong>HFP</strong> é o perfil responsável por habilitar as funcionalidades de viva-voz em dispositivos Bluetooth. Ele permite que realizemos e façamos chamadas telefônicas usando um fone de ouvido ou sistema de áudio veicular sem precisar segurar o telefone.</p>
<p data-sourcepos="52:1-52:98">O HFP transmite áudio bidirecional (voz) e permite o controle de funções básicas de chamada, como:</p>
<ul data-sourcepos="54:1-58:0">
<li data-sourcepos="54:1-54:30">Atender e encerrar chamadas.</li>
<li data-sourcepos="55:1-55:19">Recusar chamadas.</li>
<li data-sourcepos="56:1-56:27">Rediscar o último número.</li>
<li data-sourcepos="57:1-58:0">Transferir áudio entre o telefone e o dispositivo Bluetooth durante uma chamada.</li>
</ul>
<p data-sourcepos="59:1-59:220">Para chamadas, o HFP utiliza codecs de voz que priorizam a inteligibilidade da fala em detrimento da qualidade de áudio em banda larga, garantindo que a comunicação seja clara mesmo em ambientes com alguma interferência.</p>
<h3 data-sourcepos="61:1-61:33"><strong>Perfil HSP (Headset Profile)</strong></h3>
<p data-sourcepos="63:1-63:440">Similar ao HFP, o HSP é um perfil mais básico para headsets. Embora ainda permita a comunicação de voz, suas funcionalidades são mais limitadas. Ele oferece a capacidade de realizar e receber chamadas, mas com menos controle sobre o telefone em comparação com o HFP. Muitos dispositivos modernos, especialmente fones de ouvido estéreo, tendem a suportar HFP em vez de ou em conjunto com HSP, devido à sua funcionalidade mais abrangente.</p>
<h3 data-sourcepos="63:1-63:50">Novas Especificações: Bluetooth LE Audio e LC3</h3>
<p data-sourcepos="65:1-65:315">O LE Audio (<em>Low Energy Audio</em> / Áudio de Baixa Energia) é construído sobre a arquitetura Bluetooth LE, que é projetada para operações de baixo consumo de energia. Isso contrasta com o Bluetooth Classic Audio, que utiliza uma parte diferente da especificação Bluetooth, focada em taxas de dados mais altas e, consequentemente, maior consumo de energia.</p>
<p data-sourcepos="65:1-65:315">A introdução do Bluetooth LE Audio representou um avanço importante na transmissão de áudio sem fio. O LE Audio trouxe melhorias na eficiência energética, na qualidade de áudio e na introdução de novas funcionalidades, como a transmissão de áudio para múltiplos receptores simultaneamente.</p>
<p data-sourcepos="67:1-67:304">Um componente central do LE Audio é o codec LC3 (<em>Low Complexity Communications Codec</em>). O LC3 foi projetado para oferecer melhor qualidade de áudio em taxas de bits mais baixas do que o SBC, resultando em menor consumo de energia e potencial aumento da autonomia da bateria para dispositivos de áudio.</p>
<p data-sourcepos="67:1-67:304">É importante notar que dispositivos com Bluetooth LE Audio são compatíveis apenas com o Bluetooth 5.2 ou versões superiores. Um dispositivo que suporta apenas LE Audio não irá funcionar com dispositivos mais antigos que só possuam Classic Audio, a menos que ele também suporte Classic Audio.</p>
<h3 data-sourcepos="63:1-63:440">Outros perfis para áudio</h3>
<p>Esses são os principais perfis Bluetooth empregados em áudio, mas existem muitos outros perfis relevantes, como podemos ver na tabela a seguir:</p>
<table style="width: 93.0045%;">
<thead>
<tr>
<th style="width: 30.1854%;">Perfil</th>
<th style="width: 118.754%;">Função principal</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td style="width: 30.1854%;"><strong>PBAP</strong> (Phone Book Access Profile)</td>
<td style="width: 118.754%;">Permite acessar contatos do telefone (usado por centrais multimídia em carros).</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 30.1854%;"><strong>MAP</strong> (Message Access Profile)</td>
<td style="width: 118.754%;">Permite ler e enviar mensagens (SMS) entre dispositivos — ex: carro lendo SMS.</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 30.1854%;"><strong>PAN</strong> (Personal Area Networking)</td>
<td style="width: 118.754%;">Compartilhamento de internet entre dispositivos (tipo tethering via Bluetooth).</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 30.1854%;"><strong>OPP</strong> (Object Push Profile)</td>
<td style="width: 118.754%;">Permite enviar arquivos de um dispositivo a outro via Bluetooth (como fotos).</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 30.1854%;"><strong>SPP</strong> (Serial Port Profile)</td>
<td style="width: 118.754%;">Emula comunicação serial (RS-232), usado por dispositivos como GPS e sensores.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2>Como usar os perfis Bluetooth para Áudio</h2>
<p data-sourcepos="1:1-1:373">Os perfis Bluetooth não são &#8220;usados&#8221; diretamente pelo usuário final da mesma forma que usamos um aplicativo ou uma função do sistema operacional. Em vez disso, <em>os perfis Bluetooth são implementados pelos fabricantes nos dispositivos</em>, e sua utilização ocorre de forma automática e transparente quando você estabelece uma conexão Bluetooth para uma finalidade específica.</p>
<p data-sourcepos="3:1-3:255">Podemos pensar nos perfis como os &#8220;protocolos de comunicação&#8221; ou &#8220;regras&#8221; que os dispositivos seguem. Quando conectamos dois dispositivos Bluetooth, eles negociam entre si quais perfis ambos suportam e quais são relevantes para a tarefa que queremos realizar.</p>
<p data-sourcepos="5:1-5:69">Mas como isso acontece na prática? Vejamos.</p>
<h3 data-sourcepos="7:1-7:42">Como os Perfis de Áudio são Utilizados</h3>
<ol data-sourcepos="9:1-24:0">
<li data-sourcepos="9:1-13:0">
<p data-sourcepos="9:5-9:37"><strong>Conexão Inicial (Pareamento):</strong></p>
<ul data-sourcepos="10:5-13:0">
<li data-sourcepos="10:5-10:202">Por exemplo, quando colocamos um fone de ouvido Bluetooth no modo de pareamento e o selecionamos na lista de dispositivos disponíveis no smartphone, os dois dispositivos iniciam um processo de &#8220;handshake&#8221;.</li>
<li data-sourcepos="11:5-11:124">Durante esse processo, eles trocam informações sobre suas capacidades, incluindo quais perfis Bluetooth eles suportam.</li>
<li data-sourcepos="12:5-13:0">Se ambos os dispositivos suportarem, por exemplo, A2DP, AVRCP e HFP, eles registrarão essas capacidades para uso futuro.</li>
</ul>
</li>
<li data-sourcepos="14:1-19:0">
<p data-sourcepos="14:5-14:43"><strong>Reprodução de Áudio (A2DP e AVRCP):</strong></p>
<ul data-sourcepos="15:5-19:0">
<li data-sourcepos="15:5-15:181">Quando abrimos um aplicativo de música no smartphone e uma faixa começa a tocar, o smartphone identifica que o áudio precisa ser enviado para o fone de ouvido conectado.</li>
<li data-sourcepos="16:5-16:117">Ele então utiliza o perfil A2DP para codificar e transmitir o fluxo de áudio estéreo para o fone de ouvido.</li>
<li data-sourcepos="17:5-17:287">Enquanto o áudio está sendo transmitido, se pressionarmos o botão &#8220;próxima faixa&#8221; no fone de ouvido, o fone de ouvido envia um comando de controle de volta para o smartphone usando o perfil AVRCP. O smartphone então interpreta esse comando e avança para a próxima música.</li>
<li data-sourcepos="18:5-19:0">Isso acontece de forma completamente automática. Não precisamos &#8220;ativar&#8221; o A2DP ou o AVRCP.</li>
</ul>
</li>
<li data-sourcepos="20:1-24:0">
<p data-sourcepos="20:5-20:39"><strong>Chamadas Telefônicas (HFP/HSP):</strong></p>
<ul data-sourcepos="21:5-24:0">
<li data-sourcepos="21:5-21:172">Se estivermos ouvindo música e uma ligação for recebida, ou se decidirmos fazer uma ligação, o smartphone e o fone de ouvido alternarão para usar o perfil HFP (ou HSP).</li>
<li data-sourcepos="22:5-22:159">O HFP permite a transmissão bidirecional de voz (sua voz para o telefone, a voz da outra pessoa para o fone) e o controle da chamada (atender, desligar).</li>
<li data-sourcepos="23:5-24:0">Novamente, essa transição é automática. O sistema operacional do smartphone e o firmware do fone de ouvido gerenciam qual perfil é ativo com base na ação (receber/fazer uma chamada).</li>
</ul>
</li>
</ol>
<h3 data-sourcepos="25:1-25:51">Onde é possível ter algum controle ou influência</h3>
<p data-sourcepos="27:1-27:99">Embora os perfis sejam automáticos, há algumas situações onde podemos ter uma &#8220;escolha&#8221; indireta:</p>
<ul data-sourcepos="29:1-32:0">
<li data-sourcepos="29:1-29:481"><strong>Seleção de Codec (A2DP):</strong> Em alguns smartphones Android (especialmente nas Opções do Desenvolvedor), podemos visualizar e, em certos casos, até mesmo forçar a seleção de um codec específico (SBC, AAC, aptX, LDAC, etc.) para o perfil A2DP.<br />
No entanto, o dispositivo só usará codecs que ambos os lados da conexão suportam. Se tentarmos forçar um codec não suportado pelo fone de ouvido, a conexão pode falhar ou o dispositivo pode reverter para um codec padrão (como o SBC).</li>
<li data-sourcepos="30:1-30:423"><strong>Prioridade de Conexão:</strong> Em algumas configurações de Bluetooth no sistema operacional (como em carros ou sistemas de áudio domésticos), podemos ter a opção de especificar se o dispositivo conectado deve ser usado para &#8220;Áudio do telefone&#8221; (HFP/HSP), &#8220;Áudio de mídia&#8221; (A2DP/AVRCP) ou ainda ambos.<br />
Isso geralmente é útil quando se tem múltiplos dispositivos Bluetooth e queremos controlar qual deles lida com qual tipo de áudio.</li>
<li data-sourcepos="31:1-32:0"><strong>Informação Técnica:</strong> Em softwares de diagnóstico Bluetooth ou especificações de produto, os perfis suportados são listados.<br />
Isso permite que usuários e desenvolvedores confirmem a compatibilidade e a funcionalidade esperada de um dispositivo.</li>
</ul>
<h2><strong>Resumo por uso</strong></h2>
<p>Portanto, cada perfil Bluetooth é empregado em uma situação distinta. Os perfis citados estão resumidos na tabela a seguir, com sua situação de uso principal associada:</p>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Situação</th>
<th>Perfil usado</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Ouvir música com fone sem fio</td>
<td>A2DP</td>
</tr>
<tr>
<td>Controlar reprodução de mídia</td>
<td>AVRCP</td>
</tr>
<tr>
<td>Fazer/receber chamadas</td>
<td>HFP (ou HSP nos mais antigos)</td>
</tr>
<tr>
<td>Compartilhar contatos com um carro</td>
<td>PBAP</td>
</tr>
<tr>
<td>Receber e enviar SMS via central do carro</td>
<td>MAP</td>
</tr>
<tr>
<td>Compartilhar internet via Bluetooth</td>
<td>PAN</td>
</tr>
<tr>
<td>Enviar arquivos</td>
<td>OPP</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Para cada forma de uso de uma conexão Bluetooth existe um perfil que é mais adequado, e isso se aplica também à tarefas de reprodução de áudio &#8211; seja para transmissão de voz, com em chamadas telefônicas, ou em aplicações de áudio, como ouvir música usando fones de ouvido sem fio ou caixas de som Bluetooth.</p>
<p>Conhecer os principais perfis e suas características é importante para que possamos tirar o máximo proveito de nossos equipamentos e dispositivos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sua instalação do GStreamer está com um plug-in faltando</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/sua-instalacao-do-gstreamer-esta-com-um-plug-in-faltando/</link>
					<comments>https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/sua-instalacao-do-gstreamer-esta-com-um-plug-in-faltando/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Aug 2018 19:33:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sua instalação do GStreamer está com um plug-in faltando (Resolvido) Já se deparou com essa mensagem de erro no Linux? Essa é uma mensagem de erro típica que pode ser exibida quando tentamos reproduzir um arquivo qualquer de áudio no Linux Ubuntu ou ainda no Linux Mint, como por exemplo arquivos mp3, ou ainda ao tentar escutar música a partir de rádios online. Mas o que causa esse problema? Esse erro é causado pela falta de determinados plugins multimídia em seu sistema, e ele pode ser sanado facilmente abrindo-se um terminal e executando o comando a seguir (com permissões de administrador ou usando sudo): sudo apt-get install ubuntu-restricted-extras -y Serão baixadas algumas dezenas de megabytes de pacotes (dependendo do que já existir em seu sistema), incluindo codecs para os mais populares formatos de mídia, como mp3, avi, mp4, além de fontes e diversas outras bibliotecas. Após o término da operação você poderá ouvir suas musicas favoritas no Linux sem problemas. &#160;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Sua instalação do GStreamer está com um plug-in faltando (Resolvido)</h2>
<p>Já se deparou com essa mensagem de erro no Linux? Essa é uma mensagem de erro típica que pode ser exibida quando tentamos reproduzir um arquivo qualquer de áudio no Linux Ubuntu ou ainda no Linux Mint, como por exemplo arquivos mp3, ou ainda ao tentar escutar música a partir de rádios online.</p>
<p>Mas o que causa esse problema?</p>
<p>Esse erro é causado pela falta de determinados plugins multimídia em seu sistema, e ele pode ser sanado facilmente abrindo-se um terminal e executando o comando a seguir (com permissões de administrador ou usando sudo):</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>sudo apt-get install ubuntu-restricted-extras -y</strong></span></pre>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13014 size-full" title="codec gstreamer no Linux Ubuntu" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/08/ubuntu-codecs-gstreamer-linux.jpg" alt="codec gstreamer no Linux Ubuntu" width="640" height="282" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/08/ubuntu-codecs-gstreamer-linux.jpg 640w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/08/ubuntu-codecs-gstreamer-linux-420x185.jpg 420w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Serão baixadas algumas dezenas de megabytes de pacotes (dependendo do que já existir em seu sistema), incluindo codecs para os mais populares formatos de mídia, como mp3, avi, mp4, além de fontes e diversas outras bibliotecas.</p>
<p>Após o término da operação você poderá ouvir suas musicas favoritas no Linux sem problemas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como funciona um Microfone</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/curso-de-eletronica/como-funciona-um-microfone-curso-de-eletronica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jul 2018 18:50:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curso de Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Sensor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como funciona um Microfone Um microfone é um dispositivo transdutor eletro-acústico que converte ondas de pressão sonoras em um sinal elétrico alternado que pode ser amplificado, gravado ou transmitido por um circuito, e então reproduzido por um alto-falante ou fones de ouvido (outros tipos de transdutores). Quando falamos em ondas de pressão sonora nos referimos às ondas criadas no ar pela vibração de corpos, que se propagam e atingem nossos ouvidos, sendo então detectadas pelo tímpano e convertidas em sinais que o cérebro é capaz de interpretar. A amplitude do sinal AC gerado em um microfone é diretamente proporcional à intensidade do som captado, ao passo que a frequência desse sinal corresponde à frequência sonora. Simbologia Existem vários símbolos usados para representar microfones em um diagrama esquemático. Os principais são mostrados a seguir: Simbologia de microfones Note que os dois últimos símbolos, que mostram um capacitor em seu interior, devem ser reservados para representar apenas microfones condensadores. Especificações de Microfones É importante conhecer algumas das principais especificações técnicas dos microfones, para que seja possível escolher o dispositivo mais adequado a cada ocasião e evitar problemas em sua operação. As principais especificações são definidas a seguir: Sensibilidade A sensibilidade dos microfones [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Como funciona um Microfone</h2>
<p>Um <strong>microfone</strong> é um dispositivo <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/curso-de-eletronica/o-que-sao-sensores/" target="_blank" rel="noopener">transdutor</a> eletro-acústico que converte ondas de pressão sonoras em um sinal elétrico alternado que pode ser amplificado, gravado ou transmitido por um circuito, e então reproduzido por um alto-falante ou fones de ouvido (outros tipos de transdutores).</p>
<p>Quando falamos em ondas de pressão sonora nos referimos às ondas criadas no ar pela vibração de corpos, que se propagam e atingem nossos ouvidos, sendo então detectadas pelo tímpano e convertidas em sinais que o cérebro é capaz de interpretar.</p>
<p>A amplitude do sinal AC gerado em um microfone é diretamente proporcional à intensidade do som captado, ao passo que a frequência desse sinal corresponde à frequência sonora.</p>
<h3>Simbologia</h3>
<p>Existem vários símbolos usados para representar microfones em um diagrama esquemático. Os principais são mostrados a seguir:</p>
<div id="attachment_12666" style="width: 479px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-12666" class="wp-image-12666 size-full" title="Simbologia de microfones - diagrama esquematico" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/simbologia-microfones-boson-treinamentos.jpg" alt="Simbologia de microfones - diagrama esquematico" width="469" height="278" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/simbologia-microfones-boson-treinamentos.jpg 469w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/simbologia-microfones-boson-treinamentos-420x249.jpg 420w" sizes="auto, (max-width: 469px) 100vw, 469px" /><p id="caption-attachment-12666" class="wp-caption-text">Simbologia de microfones</p></div>
<p>Note que os dois últimos símbolos, que mostram um capacitor em seu interior, devem ser reservados para representar apenas microfones condensadores.</p>
<h3>Especificações de Microfones</h3>
<p>É importante conhecer algumas das principais especificações técnicas dos microfones, para que seja possível escolher o dispositivo mais adequado a cada ocasião e evitar problemas em sua operação. As principais especificações são definidas a seguir:</p>
<h4>Sensibilidade</h4>
<p>A sensibilidade dos microfones diz respeito ao nível de sinal sonoro que são capazes de detectar. Representa a relação entre o sinal de saída (tensão elétrica) e o sinal de entrada do dispositivo (som). A sensibilidade é geralmente expressa em decibéis (dB).</p>
<p>Microfones mais sensíveis conseguem captar sons de nível mais baixo, e o nível de sensibilidade dos microfones é estabelecido a partir de uma onda senoidal de entrada padrão de 1kHz de frequência e 94dB em intensidade, o que equivale a uma pressão sonora real de 1 pascal, medida no microfone. A sensibilidade de um microfone analógico é então definida como o número de decibéis em um sinal de saída de 1V, medido como um valor RMS.</p>
<h4>Direcionalidade</h4>
<p>Os microfones possuem uma resposta direcional específica, o que significa que conseguem captar melhor os sinais provenientes de determinadas direções, como por exemplo sinais que atingem o microfone diretamente de frente ou sinais provenientes das laterais.</p>
<p>A variação da sensibilidade de um microfone aos sons num raio de 36o° ao seu redor pode ser representada em gráfico denominado Diagrama de Padrão Polar, onde a posição 0° é considerada como imediatamente à frente do dispositivo. Um padrão polar , também chamado de Padrão de Captação, permite descrever como o diafragma responde ao som de acordo com ângulo em que é captado pelo microfone.</p>
<div id="attachment_12665" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-12665" class="wp-image-12665" title="Padrões polares de um microfone Shure" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/diagrama-direcionalidade-microfone-shure.jpg" alt="Padrões polares de um microfone Shure" width="500" height="314" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/diagrama-direcionalidade-microfone-shure.jpg 775w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/diagrama-direcionalidade-microfone-shure-420x263.jpg 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/diagrama-direcionalidade-microfone-shure-768x482.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><p id="caption-attachment-12665" class="wp-caption-text">Padrões polares de um microfone Shure</p></div>
<p>Um microfone omnidirecional respondem de forma igual em todas as direções, ao passo que um microfone direcional responde em direções específicas. Abordaremos os padrões polares com mais detalhes em um artigo específico.</p>
<h4>Resposta de Frequência</h4>
<p>Cada microfone é mais sensível a determinadas frequências sonoras do que outros. Essa sensibilidade é medida em decibéis, e ao conjunto de frequências sonoras nas quais um microfone é mais sensível chamamos de Resposta de Frequência.</p>
<p>Essa é uma característica muito importante que deve ser levada em conta na escolha de um microfone para uma aplicação específica, pois há grandes diferenças entra as faixas de frequência que devem ser captadas de acordo com sua origem, Assim, a voz humana produz sinais em uma faixa diferente de um instrumento musical, como um cello ou um violino.</p>
<div id="attachment_12664" style="width: 533px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-12664" class="wp-image-12664 size-full" title="Resposta de frequência de um microfone Senheiser MKE-2" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/resposta-frequencia-microfone-senheiser.jpg" alt="Resposta de frequência de um microfone Senheiser MKE-2" width="523" height="216" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/resposta-frequencia-microfone-senheiser.jpg 523w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/resposta-frequencia-microfone-senheiser-420x173.jpg 420w" sizes="auto, (max-width: 523px) 100vw, 523px" /><p id="caption-attachment-12664" class="wp-caption-text">Resposta de frequência de um microfone Senheiser MKE-2</p></div>
<p>No geral, para a voz humana é necessária uma resposta de frequência de 100 a 3000 Hz, ao passo que para aplicações de alta fidelidade (Hi-Fi) é necessária uma resposta de frequência muito mais larga, entre 20 e 20.000 Hz.</p>
<h4>Impedância</h4>
<p>A impedância é uma função da resistência, capacitância e indutância do dispositivo, representando o quanto o dispositivo resiste ao fluxo de um sinal alternado, e é um valor que deve ser &#8220;casado&#8221; (correspondido) com a impedância de entrada de um amplificador para que haja uma transferência de energia ideal entre ambos.</p>
<p>Porém, quando falamos de equipamentos de áudio modernos, o ideal é evitar a perda de tensão elétrica entre o dispositivo de saída, que é o microfone, e o de entrada (que recebe o sinal), geralmente um pré-amplificador. Para isso, o dispositivo de saída deve ter uma impedância de valor baixo, ao passo que o dispositivo de entrada deve ter uma impedância de valor alto.</p>
<p>Os microfones de baixa impedância no geral se encontram na faixa entre 150 e 600 ohms, os de média impedância, entre 600Ω e 10kΩ, e os microfones de alta impedância, acima de 10.000 ohms.</p>
<p>Como regra prática, o dispositivo que recebe o sinal deve ter uma impedância de cerca de 10 vezes a impedância do dispositivo que fornece esse sinal.</p>
<h3>Tipos de Microfones</h3>
<p>Os tipos mais comuns de microfones são os seguintes:</p>
<ul>
<li>Microfone de Carvão</li>
<li>Microfone Dinâmico</li>
<li>Microfone Condensador</li>
<li>Microfone de Eletreto</li>
</ul>
<h3>Microfone de Carvão</h3>
<p>É um tipo muito antigo de microfone, sendo constituído por grânulos de carvão (condutores) compactados cuja densidade de compactação muda (aumenta ou diminui) em resposta às ondas de pressão do ar que as atingem, e um diafragma (lâmina) em contato com esses grânulos que se distende quando atingido por ondas sonoras, transmitindo as vibrações para o carvão, que é então compactado ou descompactado.</p>
<p>Quando essa densidade diminui, a resistência elétrica entre os grânulos diminui, e vice-versa. Uma corrente elétrica circula pelo conjunto dos grânulos, que agem como um resistor, e a tensão elétrica detectada varia conforme a resistência dos grânulos é alterada. Desta forma, é possível reproduzir eletricamente o som que incide sobre o diafragma do microfone.</p>
<div id="attachment_12674" style="width: 611px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-12674" class="wp-image-12674" title="Esquema de ligação de um microfone de carvão" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-carvao-esquema-ligacao-1024x542.jpg" alt="Esquema de ligação de um microfone de carvão" width="601" height="318" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-carvao-esquema-ligacao-1024x542.jpg 1024w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-carvao-esquema-ligacao-420x222.jpg 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-carvao-esquema-ligacao-768x406.jpg 768w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-carvao-esquema-ligacao.jpg 1111w" sizes="auto, (max-width: 601px) 100vw, 601px" /><p id="caption-attachment-12674" class="wp-caption-text">Esquema de ligação de um microfone de carvão</p></div>
<p>Esse tipo de microfone foi patenteado por Thomas Edison em 1877 para uso em aparelhos de telefone, e hoje em dia encontram aplicação muito limitada, devido à sua resposta de frequência extremamente limitada para a captação de som. Uma outra desvantagem é que os microfones a carvão necessitam de uma fonte de corrente elétrica para funcionarem.</p>
<h3>Microfone Dinâmico</h3>
<p>Também conhecido como Microfone de Bobina Móvel, consiste em uma pequena bobina de fio bem fino em um tubo cilíndrico que vibra ao longo do eixo de um ímã permanente.</p>
<p>Um diafragma de plástico sensível às vibrações sonoras é conectado na extremidade desse tubo, e responde à pressão das vibrações do ar (ondas sonoras) que entram no microfone. Isso faz com que a bobina se movimente em torno do ímã, induzindo assim uma corrente elétrica alternada nos fios conectados a ela, correspondendo às vibrações captadas em frequência. A corrente elétrica pode então ser amplificada e manipulada por circuitos adequados.</p>
<div id="attachment_12675" style="width: 611px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-12675" class="wp-image-12675" title="Esquema de ligação de um microfone dinâmico" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-dinamico-esquema-ligacao-1024x508.jpg" alt="Esquema de ligação de um microfone dinâmico" width="601" height="298" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-dinamico-esquema-ligacao-1024x508.jpg 1024w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-dinamico-esquema-ligacao-420x208.jpg 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-dinamico-esquema-ligacao-768x381.jpg 768w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-dinamico-esquema-ligacao.jpg 1097w" sizes="auto, (max-width: 601px) 100vw, 601px" /><p id="caption-attachment-12675" class="wp-caption-text">Esquema de ligação de um microfone dinâmico</p></div>
<p>Uma desvantagem dos microfones dinâmicos é que há uma inércia considerável na movimentação da bobina, o que prejudica a captação de sons de frequências mais elevadas, tornando assim sua faixa dinâmica um pouco limitada. Porém, é um tipo de microfone de baixo custo, e que costuma oferecer um nível de sinal elevado em sua saída, suportando bem calor, umidade e pressão sonora elevada (pode ser usado, por exemplo, para microfonar amplificadores em um estúdio).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12668" title="Microfone dinâmico Senheiser" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-dinamico-senheiser.jpg" alt="Microfone dinâmico Senheiser" width="401" height="184" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-dinamico-senheiser.jpg 625w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-dinamico-senheiser-420x193.jpg 420w" sizes="auto, (max-width: 401px) 100vw, 401px" /></p>
<p>Não necessitam de uma fonte de corrente elétrica para operarem, e são amplamente usados em aplicações de alta fidelidade e gravações. Exemplos populares de microfones dinâmicos são o Shure SM57, o AKG D112 e o Sennheiser 441.</p>
<h3>Microfone Condensador</h3>
<p>Este tipo de microfone contém internamente um <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/curso-de-eletronica/componentes-eletronicos-o-capacitor/" target="_blank" rel="noopener">capacitor</a>, formado por duas placas finas de metal posicionadas em paralelo e separadas entre si por uma camada de ar. É chamado de microfone condensador pois antigamente dávamos o nome de condensadores aos capacitores, e essa terminologia se manteve nos microfones. São usados para a gravação de som de alta qualidade.</p>
<div id="attachment_12676" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-12676" class="wp-image-12676" title="Esquema de Ligação de um Microfone Condensador" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-condensador-esquema-ligacao-1024x492.jpg" alt="Esquema de Ligação de um Microfone Condensador" width="600" height="288" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-condensador-esquema-ligacao-1024x492.jpg 1024w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-condensador-esquema-ligacao-420x202.jpg 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-condensador-esquema-ligacao-768x369.jpg 768w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-condensador-esquema-ligacao.jpg 1127w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-12676" class="wp-caption-text">Esquema de Ligação de um Microfone Condensador</p></div>
<p>Seu modo de funcionamento é o seguinte: cargas elétricas opostas e de mesma intensidade (de polarização) são aplicadas nas placas, sendo que uma dessas placas é flexível, carregada positivamente, e responde à pressão das ondas sonoras (é o diafragma), e sua movimentação faz com que a capacitância desse conjunto seja alterada. As placas agem como um capacitor sensível ao som. Dessa forma, a tensão elétrica medida entra as placas varia, na mesma frequência em que a placa flexível vibra, correspondendo aos sons captados, e esse sinal pode então ser amplificado.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12669" title="Microfone Condensador Senheiser" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-condensador-senheiser.jpg" alt="Microfone Condensador Senheiser" width="122" height="300" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-condensador-senheiser.jpg 212w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-condensador-senheiser-171x420.jpg 171w" sizes="auto, (max-width: 122px) 100vw, 122px" /></p>
<p>Um amplificador de alta impedância e baixo ruído é requerido para que seja possível obter uma saída de baixa impedância do microfone.</p>
<p>Exemplos de microfones condensadores comuns encontrados no mercado são o AKG 451 e o Audio Technica 4033a.</p>
<p>Telefones Celulares geralmente utilizam microfones condensadores, construídos utilizando tecnologia MEMS (Micro-Electro-Mechanical Systems), que permite que o dispositivo tenha dimensões muito reduzidas, com um diafragma de apenas 1mm<sup>2</sup>.</p>
<h3>Microfone de Eletreto</h3>
<p>Os microfones de eletreto funcionam pelo mesmo princípio de operação que os condensadores, com a diferença de que as placas são constituídas de um material ferromagnético que guarda uma carga elétrica. A palavra Eletreto deriva da combinação dos termos &#8220;Eletrostático&#8221; e &#8220;Magneto&#8221; (ímã).</p>
<p>São microfones baratos, e de qualidade comparável à dos microfones condensadores atualmente.</p>
<div id="attachment_12671" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-12671" class="wp-image-12671" title="Microfone de Eletreto vendido pela Sparkfun" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/microfone-eletreto-sparkfun.jpg" alt="Microfone de Eletreto vendido pela Sparkfun" width="290" height="242"><p id="caption-attachment-12671" class="wp-caption-text">Microfone de Eletreto vendido pela Sparkfun</p></div>
<p>No geral, esses microfones trazem um transistor FET ou amplificador operacional internamente para amplificação dos sinais captados, pois ele cria correntes elétricas de amplitude muito baixa para até mesmo alimentar um pré-amplificador de forma satisfatória. Este amplificador necessita de tensão elétrica externa para operar, tipicamente entre 1,5V e 10V.</p>
<div id="attachment_12672" style="width: 251px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-12672" class="size-full wp-image-12672" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/esquema-ligacao-microfone-eletreto.png" alt="Esquema de ligação de microfone de eletreto" width="241" height="208"><p id="caption-attachment-12672" class="wp-caption-text">Esquema de ligação de microfone de eletreto<br />
CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=1148170</p></div>
<hr>
<p>Nos próximos artigos estudaremos os transdutores que efetuam o trabalho inverso de um microfone, ou seja, transformar sinais elétricos em sinais sonoros: Alto-falantes, buzzers e fones de ouvido.</p>
<h4>Fontes de Consulta:</h4>
<p>Monk, Simon e Scherz, Paul &#8211; <em>Practical Electronics for Inventors</em>, 2013. Mc-Graw Hill<br />
Platt, Charles &#8211; <em>Encyclopedia of Electronic Components, vol. 03</em>, 2016. MakerMedia<br />
Braga, Newton C. &#8211; <em>Revista Saber Eletrônica, nº 76</em> &#8211; Dezembro de 1978<br />
Henshall, Marc &#8211;&nbsp;&nbsp;<em>Microphone Directionality and Polar Pattern Basics</em> &#8211; Acesso em 07/07/2018 &#8211; <a href="http://blog.shure.com/microphone-directionality-polar-pattern-basics/" target="_blank" rel="noopener nofollow">http://blog.shure.com/microphone-directionality-polar-pattern-basics/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tocando uma melodia com o Arduino: Ode à Alegria, de Beethoven</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/arduino/tocando-uma-melodia-com-o-arduino-ode-a-alegria-de-beethoven/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Sep 2017 16:18:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arduino]]></category>
		<category><![CDATA[Maker]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tocando uma melodia com o Arduino: Ode à Alegria, de Beethoven Anteriormente mostramos como tocar notas musicais específicas usando o Arduino, inclusive com a reprodução de uma escala musical pré-determinada. Neste novo projeto, vamos aplicar essas técnicas para reproduzir uma melodia bastante conhecida, a Ode à Alegria, parte da Nona Sinfonia de Beethoven. É uma melodia simples, portanto indicada para esta tarefa. Posteriormente iremos alterar nosso código para tocar músicas mais complexas e mais longas. A figura abaixo mostra a partitura da melodia que iremos reproduzir: Circuito A figura a seguir mostra o circuito a ser utilizado, que é o mesmo que empregamos no projeto anterior, &#8220;tocando uma escala musical com Arduino&#8220;: Precisaremos apenas de um Arduino (qualquer versão), um alto-falante ou buzzer, e um resistor de 150Ω, além de fios conectores e uma matriz de contatos pequena. Código Neste programa precisamos incluir o arquivo de cabeçalho pitches.h, o qual já utilizamos em um projeto anterior, e que contém o mapeamento das frequências das notas musicais para um nome de constante. Porém, aqui, eu modifiquei o conteúdo do arquivo, eliminando a palavra &#8220;NOTE&#8221; que aparece em cada nome de nota, e deixando apenas o padrão _XY, com X sendo o [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Tocando uma melodia com o Arduino: Ode à Alegria, de Beethoven</h2>
<p>Anteriormente mostramos <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/arduino/tocando-notas-musicais-com-o-arduino/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">como tocar notas musicais específicas usando o Arduino</a>, inclusive com a reprodução de uma escala musical pré-determinada. Neste novo projeto, vamos aplicar essas técnicas para reproduzir uma melodia bastante conhecida, a Ode à Alegria, parte da Nona Sinfonia de Beethoven. É uma melodia simples, portanto indicada para esta tarefa. Posteriormente iremos alterar nosso código para tocar músicas mais complexas e mais longas.</p>
<p>A figura abaixo mostra a partitura da melodia que iremos reproduzir:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10846 size-full" title="Ode à Alegria, de Beethoven, no Arduino" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Ode-à-Alegria-Beethove-Partitura-e1526222190327.gif" alt="Ode à Alegria, de Beethoven, no Arduino" width="650" height="464" /></p>
<h3>Circuito</h3>
<p>A figura a seguir mostra o circuito a ser utilizado, que é o mesmo que empregamos no projeto anterior, &#8220;<a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/arduino/tocando-notas-musicais-com-o-arduino/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">tocando uma escala musical com Arduino</a>&#8220;:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10757" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/tocar-escala-musical-arduino.jpg" alt="Tocar notas musicais no Arduino" width="707" height="522" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/tocar-escala-musical-arduino.jpg 707w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/tocar-escala-musical-arduino-420x310.jpg 420w" sizes="auto, (max-width: 707px) 100vw, 707px" /></p>
<p>Precisaremos apenas de um Arduino (qualquer versão), um alto-falante ou buzzer, e um resistor de 150Ω, além de fios conectores e uma matriz de contatos pequena.</p>
<h3>Código</h3>
<p>Neste programa precisamos incluir o arquivo de cabeçalho <strong>pitches.h</strong>, o qual já utilizamos em um projeto anterior, e que contém o mapeamento das frequências das notas musicais para um nome de constante. Porém, aqui, eu modifiquei o conteúdo do arquivo, eliminando a palavra &#8220;<strong>NOTE</strong>&#8221; que aparece em cada nome de nota, e deixando apenas o padrão _XY, com X sendo o nome da nota em notação musical, e Y o número da oitava. Assim por exemplo, a nota <strong>NOTE_C4</strong> será representada apenas por <strong>_C4</strong>. Fiz isso para simplificar  e diminuir o tamanho do código, pois ele terá muitas dezenas de notas, e pode ficar confuso.</p>
<p>Vamos ao código da aplicação:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>#include "pitches.h"</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>int falante = 8;</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>float bpm = 80;</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>int T;</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>int minima, seminima, seminimaAumentada, colcheia;</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>int nota[] = {</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> _B4, _B4, _C5, _D5, _D5, _C5, _B4, _A4, _G4, _G4, _A4, _B4, _B4, _A4, _A4,</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> _B4, _B4, _C5, _D5, _D5, _C5, _B4, _A4, _G4, _G4, _A4, _B4, _A4, _G4, _G4,</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> _A4, _A4, _B4, _G4, _A4, _B4, _C5, _B4, _G4, _A4, _B4, _C5, _B4, _A4, _G4, _A4, _D4,</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> _B4, _B4, _C5, _D5, _D5, _C5, _B4, _A4, _G4, _G4, _A4, _B4, _A4, _G4, _G4</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>};

</strong></span><strong><span style="color: #339966;">/* Tempos: </span></strong>
<strong><span style="color: #339966;">1 = colcheia</span></strong>
<strong><span style="color: #339966;">2 = seminima</span></strong>
<strong><span style="color: #339966;">3 = seminima + colcheia</span></strong>
<strong><span style="color: #339966;">4 = minima</span></strong>
<strong><span style="color: #339966;">*/
</span></strong>
<span style="color: #ff0000;"><strong>int tempo[] ={</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> 2, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 3, 1, 4,</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> 2, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 3, 1, 4,</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> 2, 2, 2, 2, 2, 1, 1, 2, 2, 2, 1, 1, 2, 2, 2, 2, 2,</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> 4, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 3, 1, 4</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>};
</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>void setup() {</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> minima = round((1 / (bpm / 60)) * 1000 * 2);</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> seminima = round((1 / (bpm / 60)) * 1000);</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> seminimaAumentada = round((1 / (bpm / 60)) * 1500);</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> colcheia = round((1 / (bpm / 60)) * 500);</strong></span>
<span style="color: #339966;"><strong> // Serial.begin(9600); // para debug</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>}</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>void loop() {</strong></span>
<span style="color: #339966;"><strong> // Tocar cada nota durante o tempo especificado:</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> for (int i = 0; i &lt; 62; i++) {</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>   switch (tempo[i]) {</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>   case 1:</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>     T = colcheia;</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>     break;</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>   case 2:</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>     T = seminima;</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>     break;</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>   case 3:</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>     T = seminimaAumentada;</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>     break;</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>   case 4:</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>     T = minima; 
</strong></span>   <strong><span style="color: #ff0000;">  break;</span></strong>
<span style="color: #ff0000;"><strong> }</strong></span>
<span style="color: #339966;"><strong> /* Visualizando os tempos (para debug):</strong></span>
<span style="color: #339966;"><strong> Serial.println(minima);</strong></span>
<span style="color: #339966;"><strong> Serial.println(seminima);</strong></span>
<span style="color: #339966;"><strong> Serial.println(seminimaAumentada);</strong></span>
<span style="color: #339966;"><strong> Serial.println(colcheia);</strong></span>
<span style="color: #339966;"><strong> */</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> tone(falante, nota[i], T);</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> delay(T);</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> }</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>}</strong></span></pre>
<h3>Explicando o código</h3>
<p>Neste código usaremos as seguintes variáveis:</p>
<ul>
<li><strong>falante</strong> &#8211; Variável para armazenar o número do pino onde está conectado o alto-falante ou buzzer. </li>
<li><strong>bpm</strong> &#8211; Nesta variável vamos armazenar um número que indicará o andamento da música (sua &#8220;velocidade&#8221;). bpm significa &#8220;batidas por minuto&#8221;.</li>
<li><strong>T</strong> &#8211; A variável T receberá o valor do tempo que deve ser aplicado a cada nota durante sua execução (duração da nota).</li>
<li><strong>minima, seminima, seminimaAumentada, colcheia</strong> &#8211; Essas variáveis determinam o valor da duração para cada tipo de nota, pois algumas notas possuem duração mais longa do que outras.</li>
</ul>
<p>Também criaremos dois arrays (vetores) para armazenar as notas e seus respectivos tempos de duração:</p>
<ul>
<li>O array <strong>nota[]</strong> contém as notas da melodia a ser reproduzida, na sequência correta, como fizemos no artigo sobre escalas musicais no Arduino.</li>
<li>O array <strong>tempo[]</strong> armazenará um número que será usado para calcular a duração de cada nota tocada, também na sequência correta de reprodução da melodia. Assim, a primeira posição deste array possui a duração da nota na primeira posição no array nota[], e assim sucessivamente.</li>
</ul>
<p>No array tempo[] utilizamos números para representar as durações das notas tocadas. Em nosso código, o número 1 simboliza uma colcheia, o valor 2 representa uma seminima, o valor 3 uma semínima aumentada ( 1 tempo e 1/2), e o valor 4 representa uma mínima (2 tempos).</p>
<p>Na rotina de setup é calculado o valor de tempo em milissegundos de cada tipo de nota, de acordo com o andamento (variável bpm). A duração de cada nota depende do andamento da música, que é dado pelo valor armazenado em bpm. Assim, valores maiores de bpm farão a música ser executada mais rapidamente, e vice-versa.</p>
<p>Na rotina de loop usamos uma estrutura de decisão Switch / Case para determinar a duração a ser aplicada a cada nota tocada, de acordo com o valor armazenado no array tempo[] e com a duração de cada tipo de nota, calculada na rotina de setup.</p>
<p>E, finalmente, chamamos a função <strong>tone()</strong> para executar a nota na posição <strong>i</strong> do array <strong>nota[]</strong>, usando a duração <strong>T</strong> determinada, e a função <strong>delay()</strong> na sequência faz o Arduino aguardar a nota ser executada antes de reproduzir a próxima nota da música.</p>
<p>Após carregar o código, basta esperar alguns instantes e a melodia da Ode à Alegria (Ode to Joy) de Beethoven será reproduzida no alto-falante.</p>
<p>É isso aí!</p>
<p>Até a próxima!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/arduino/tocando-uma-melodia-com-o-arduino-ode-a-alegria-de-beethoven/">Tocando uma melodia com o Arduino: Ode à Alegria, de Beethoven</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Tocando notas musicais com o Arduino</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/arduino/tocando-notas-musicais-com-o-arduino/</link>
					<comments>https://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/arduino/tocando-notas-musicais-com-o-arduino/?noamp=mobile#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2017 19:20:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arduino]]></category>
		<category><![CDATA[Maker]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como tocar notas musicais com o Arduino Em um projeto anterior mostramos como tocar sons utilizando o Arduino. Agora, vamos mostrar como selecionar as frequências a serem reproduzidas para que sejam tocadas notas musicais com Arduino específicas &#8211; assim, poderemos criar sequências melódicas e tocar músicas simples. Ao reproduzirmos sequências de música dessa forma com o Arduino, é interessante o uso de um arquivo de definição que mapeie as diversas frequências sonoras para os nomes das notas musicais. Assim, é muito mais fácil escrever as melodias a serem reproduzidas, e isso também torna o código mais limpo e fácil de manter. As notas musicais são representadas por letras, que representam o tom (frequência) de cada nota. Assim, para as notas de Dó a Si usamos as seguintes letras como representação: C = Dó D = Ré E = Mi F = Fá G = Sol A = Lá B = Si Também podemos ter algumas notas intermediárias, meio tom acima (&#8220;sustenido&#8221;, representado por #) ou meio tom abaixo (&#8220;bemol&#8221;, representado pelo símbolo ♭). Por exemplo, um som de frequência intermediária entre um dó e um ré pode ser representado por C# (dó sustenido) ou ainda por D♭ (ré bemol). Na prática, pode [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/arduino/tocando-notas-musicais-com-o-arduino/">Tocando notas musicais com o Arduino</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Como tocar notas musicais com o Arduino</h2>
<p>Em um projeto anterior mostramos <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/arduino/tocando-sons-baseados-em-entrada-de-sensor-de-luz-com-arduino/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">como tocar sons utilizando o Arduino</a>. Agora, vamos mostrar como selecionar as frequências a serem reproduzidas para que sejam tocadas notas musicais com Arduino específicas &#8211; assim, poderemos criar sequências melódicas e tocar músicas simples.</p>
<p>Ao reproduzirmos sequências de música dessa forma com o Arduino, é interessante o uso de um <strong><em>arquivo de definição</em></strong> que mapeie as diversas frequências sonoras para os nomes das notas musicais. Assim, é muito mais fácil escrever as melodias a serem reproduzidas, e isso também torna o código mais limpo e fácil de manter.</p>
<p>As notas musicais são representadas por letras, que representam o tom (frequência) de cada nota. Assim, para as notas de Dó a Si usamos as seguintes letras como representação:</p>
<ul>
<li>C = Dó</li>
<li>D = Ré</li>
<li>E = Mi</li>
<li>F = Fá</li>
<li>G = Sol</li>
<li>A = Lá</li>
<li>B = Si</li>
</ul>
<p>Também podemos ter algumas notas intermediárias, meio tom acima (&#8220;sustenido&#8221;, representado por <strong>#</strong>) ou meio tom abaixo (&#8220;bemol&#8221;, representado pelo símbolo<strong> ♭</strong>). Por exemplo, um som de frequência intermediária entre um dó e um ré pode ser representado por C# (dó sustenido) ou ainda por D♭ (ré bemol). Na prática, pode existir uma minúscula diferença entre essas notas, mas para todos os efeitos vamos considerá-las como iguais.</p>
<p>O IDE do Arduino inclui um arquivo de cabeçalho, de nome &#8220;<strong>pitches.h</strong>&#8220;,  que efetua o mapeamento das frequências (em Hertz) com as notas musicais correspondentes, de modo que não é necessário criar essa mapeamento &#8211; devemos apenas entender como o arquivo é estruturado e como utilizá-lo.</p>
<p>Para incluir o arquivo pitches.h em um projeto devemos copiá-lo para a pasta do sketch, fechar o IDE e abri-lo de novo, e então incluir o seguinte comando no início de seu sketch:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>#include "pitches.h"</strong></span></pre>
<p>Você pode baixar o <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/pitches.h">arquivo pitches.h clicando aqui</a>.</p>
<p>Ao copiarmos o arquivo e incluirmos essa linha de comandos em um sketch, será aberto uma nova aba no IDE, ao lado do arquivo principal de código, como podemos ver na ilustração a seguir:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10746 size-full" title="Arquivo de definição de tons no Arduino - pitches.h" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/pitches-arduino-notas-musicais.png" alt="Arquivo de definição de tons no Arduino - pitches.h" width="583" height="433" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/pitches-arduino-notas-musicais.png 583w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/pitches-arduino-notas-musicais-420x312.png 420w" sizes="auto, (max-width: 583px) 100vw, 583px" /></p>
<p>E a seguir temos o conteúdo completo do arquivo pitches.h, que é bastante simples, consistindo na definição de uma constante para cada nota musical, seguida do valor de sua frequência sonora:</p>
<pre><span style="color: #339966;">/*************************************************</span>
<span style="color: #339966;"> * Public Constants</span>
<span style="color: #339966;"> *************************************************/</span></pre>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_B0 31</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_C1 33</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_CS1 35</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_D1 37</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_DS1 39</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_E1 41</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_F1 44</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_FS1 46</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_G1 49</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_GS1 52</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_A1 55</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_AS1 58</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_B1 62</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_C2 65</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_CS2 69</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_D2 73</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_DS2 78</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_E2 82</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_F2 87</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_FS2 93</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_G2 98</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_GS2 104</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_A2 110</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_AS2 117</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_B2 123</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_C3 131</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_CS3 139</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_D3 147</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_DS3 156</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_E3 165</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_F3 175</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_FS3 185</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_G3 196</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_GS3 208</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_A3 220</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_AS3 233</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_B3 247</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_C4 262</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_CS4 277</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_D4 294</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_DS4 311</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_E4 330</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_F4 349</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_FS4 370</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_G4 392</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_GS4 415</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_A4 440</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_AS4 466</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_B4 494</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_C5 523</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_CS5 554</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_D5 587</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_DS5 622</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_E5 659</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_F5 698</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_FS5 740</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_G5 784</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_GS5 831</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_A5 880</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_AS5 932</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_B5 988</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_C6 1047</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_CS6 1109</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_D6 1175</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_DS6 1245</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_E6 1319</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_F6 1397</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_FS6 1480</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_G6 1568</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_GS6 1661</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_A6 1760</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_AS6 1865</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_B6 1976</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_C7 2093</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_CS7 2217</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_D7 2349</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_DS7 2489</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_E7 2637</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_F7 2794</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_FS7 2960</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_G7 3136</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_GS7 3322</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_A7 3520</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_AS7 3729</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_B7 3951</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_C8 4186</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_CS8 4435</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_D8 4699</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_DS8 4978</strong></span></pre>
<p>Por exemplo, a nota Lá central, que possui uma frequência de 440 Hz, é definida no arquivo com a linha:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>#define NOTE_A4 440</strong></span></pre>
<p>Desta forma, sempre que quisermos reproduzir essa nota específica, podemos usar a constante de nome NOTE_A4 no código. O número que vem logo após o nome da nota (&#8220;4&#8221;, no caso) se refere à oitava da nota reproduzida &#8211; podemos reproduzir sons até a 8ª oitava usando esse arquivo de definições.</p>
<p>Podemos também realizar alterações no arquivo, para incluir notas de frequências mais altas ou ainda trocar os nomes das constantes, se assim o desejarmos.</p>
<h3>O Circuito</h3>
<p>Para exemplificar a reprodução das notas, vamos usar um circuito bem simples, que consiste em um pequeno alto-falante ou buzzer conectado ao Arduino, como podemos ver no esquemático a seguir:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10757" title="Tocar notas musicais no Arduino" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/tocar-escala-musical-arduino.jpg" alt="Tocar notas musicais no Arduino" width="650" height="480" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/tocar-escala-musical-arduino.jpg 707w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/tocar-escala-musical-arduino-420x310.jpg 420w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>Este circuito consiste apenas em um Arduino, um alto-falante e um resistor. O resistor, em série com o alto-falante, é muito importante para limitar a corrente que circulará no circuito, pois os pinos do Arduino só podem fornecer no máximo 40 mA, e se uma corrente maior do que isso for exigida, poderá ocasionar danos ao seu microcontrolador.</p>
<p>O valor do resistor pode ser calculado usando-se a Lei de Ohm. Sabemos que R = U / I, sendo que o valor da tensão fornecida pelo Arduino é de <strong>5V</strong>, e a corrente máxima, como citado, é de <strong>40mA</strong>. Portando, o valor mínimo do resistor deverá ser:</p>
<pre style="text-align: center;"><strong>R = 5 / 0,04 = 125Ω</strong></pre>
<p>Como o alto-falante possui resistência interna, geralmente de 8Ω, então o resistor em série precisará ter, na verdade, 125Ω &#8211; 8Ω = 117Ω. Este valor não existe comercialmente, de modo que teremos de usar o valor mais próximo encontrado no mercado, que é de <strong>150Ω</strong>.</p>
<h3>Tocando as notas musicais em sequência</h3>
<p>Vamos agora criar uma pequena aplicação que permita reproduzir notas selecionadas em sequência. Não vamos prestar atenção ao tempo das notas no momento, pois isso será abordado em nosso próximo tutorial. Usaremos a <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/arduino/arduino-conhecendo-as-funcoes-tone-e-notone/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">função tone()</a> para reproduzir as notas desejadas.</p>
<p>Suponha que você queira tocar as seguintes notas no Arduino, nesta ordem:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>C D E F G A B C</strong></p>
<p>Ou seja, uma escala de uma oitava de dó a dó. Para executá-la, basta escolher a oitava desejada (altura do som) e então usar os nomes das constantes definidas no arquivo de cabeçalho para reproduzi-las.</p>
<p>Digite o código a seguir em seu programa principal para tocar essa escala sequencialmente:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>#include "pitches.h"

int falante = 7;</strong></span>
<strong><span style="color: #ff0000;">int tempo = 500;
</span><span style="color: #339966;">// Array com as notas na ordem em que devem ser tocadas:</span></strong>
<span style="color: #ff0000;"><strong>int notas[] = {</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> NOTE_C4, NOTE_D4, NOTE_E4, NOTE_F4, </strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> NOTE_G4, NOTE_A4, NOTE_B4, NOTE_C5 </strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>};
</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>void setup() {</strong></span>
<span style="color: #339966;"><strong> // nada a fazer aqui</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>}</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>void loop() {</strong></span>
<span style="color: #339966;"><strong> // Tocar cada nota do array durante o tempo especificado:</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> for (int i = 0; i &lt; 8; i++) {</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>   tone(falante, notas[i], tempo);</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>   delay(tempo);</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> }</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>}</strong></span></pre>
<p>Neste exemplo, criamos um array para armazenar as notas, de modo que para tocá-las na sequência basta iterar pelo array, executando o tom de cada uma de suas posições com a função <strong>tone()</strong>. Note que acrescentei uma chamada à função delay() dentro do laço for.</p>
<p>Essa chamada é para que haja tempo da função tone() terminar de tocar a nota passada a ela, pois como esa função pode ser executada em segundo plano, corremos o risco do laço for iterar e chamar a função tone() novamente, tocando outro som antes do som anterior ter finalizado, e assim cumulativamente até que o som tocado não seja mais inteligível.</p>
<p>A função delay() deve executar uma pausa com a mesma duração do som tocado.</p>
<p>Note também que o som gerado é uma onda quadrada, pois o Arduino não é capaz de gerar ondas sinusoidais, do tipo que ouvimos no mundo real. Por isso, o timbre do som irá lembrar aquelas melodias de videogames de 8 bits, dos anos 80.</p>
<p>Para gerar sons mais realistas precisamos de um circuito conversor digital-analógico (DAC), o qual está presente por padrão apenas no Arduino Due. Para outros modelos, será necessário construir o circuito &#8211; o que faremos em uma lição futura.</p>
<p>Você pode experimentar alterar as notas tocadas trocando-as ou acrescentando mais notas no array, lembrando sempre de ajustar o laço for de acordo, pois ele deve iterar pelo número de itens presentes no array. Caso queira acrescentar uma pausa (momento de silêncio), basta usar o valor 0 (zero) na posição desejada dentro do array.</p>
<p>É isso aí! No próximo tutorial vamos fazer o Arduino tocar uma música inteira, além de implementar um controle de volume simples em nosso circuito.</p>
<p>Até!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/arduino/tocando-notas-musicais-com-o-arduino/">Tocando notas musicais com o Arduino</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Tocar sons no Arduino baseados em entrada de sensor de luz</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/arduino/tocando-sons-baseados-em-entrada-de-sensor-de-luz-com-arduino/</link>
					<comments>https://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/arduino/tocando-sons-baseados-em-entrada-de-sensor-de-luz-com-arduino/?noamp=mobile#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2017 15:41:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arduino]]></category>
		<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Maker]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bosontreinamentos.com.br/?p=10703</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tocar sons no Arduino baseados em entrada de sensor de luz Neste projetinho vamos fazer com que o Arduino produza sons em diferentes frequências, de acordo com valores medidos a partir de um sensor de luminosidade (LDR) conectado a uma entrada analógica. A ideia é que, de acordo com a intensidade da luz que incide sobre o sensor, seja gerado um sinal de uma frequência diferente, a ser reproduzido em um alto-falante pequeno ou buzzer, como uma espécie de Theremin, porém acionado por luz. Lista de Componentes: 1 Arduino Uno 1 resistor 4,7 kΩ 1 resistor 150 Ω 1 alto-falante ou buzzer 1 LDR (Light-Dependent Resistor) fios diversos matriz de contatos Circuito esquemático: Na figura a seguir podemos ver o esquemático do circuito que construiremos: Circuito na matriz de contatos: O circuito montado em uma matriz de contatos pode ser visto na ilustração a seguir: Código: Usaremos a função tone() do Arduino para gerar o sinal sonoro a ser reproduzido. Essa função recebe três parâmetros: pino de saída, frequência do tom e tempo de reprodução. Para saber mais sobre a função tone() leia nosso artigo sobre funções tone() e notone() no Arduino. Vamos ao código utilizado na programação do Arduino: [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/arduino/tocando-sons-baseados-em-entrada-de-sensor-de-luz-com-arduino/">Tocar sons no Arduino baseados em entrada de sensor de luz</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Tocar sons no Arduino baseados em entrada de sensor de luz</h2>
<p>Neste projetinho vamos fazer com que o Arduino produza sons em diferentes frequências, de acordo com valores medidos a partir de um <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/curso-de-eletronica/curso-de-eletronica-o-que-e-um-ldr-light-dependent-resistor/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">sensor de luminosidade (LDR)</a> conectado a uma entrada analógica.</p>
<p>A ideia é que, de acordo com a intensidade da luz que incide sobre o sensor, seja gerado um sinal de uma frequência diferente, a ser reproduzido em um alto-falante pequeno ou buzzer, como uma espécie de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Teremim" target="_blank" rel="noopener">Theremin</a>, porém acionado por luz.</p>
<h3>Lista de Componentes:</h3>
<ul>
<li>1 Arduino Uno</li>
<li>1 resistor 4,7 kΩ</li>
<li>1 resistor 150 Ω</li>
<li>1 alto-falante ou buzzer</li>
<li>1 LDR (Light-Dependent Resistor)</li>
<li>fios diversos</li>
<li>matriz de contatos</li>
</ul>
<h3>Circuito esquemático:</h3>
<p>Na figura a seguir podemos ver o esquemático do circuito que construiremos:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10705 size-full" title="Circuito esquemático - tocar sons no Arduino com sensor de luz" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/tocando-sons-arduino-LDR-esquemático.jpg" alt="Circuito esquemático - tocar sons no Arduino com sensor de luz" width="700" height="430" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/tocando-sons-arduino-LDR-esquemático.jpg 700w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/tocando-sons-arduino-LDR-esquemático-420x258.jpg 420w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<h3>Circuito na matriz de contatos:</h3>
<p>O circuito montado em uma matriz de contatos pode ser visto na ilustração a seguir:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10704" title="Tocando sons no Arduino a partir de sensor LDR" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/tocando-sons-arduino-LDR.jpg" alt="Tocando sons no Arduino a partir de sensor LDR" width="700" height="516" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/tocando-sons-arduino-LDR.jpg 800w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/tocando-sons-arduino-LDR-420x310.jpg 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/tocando-sons-arduino-LDR-768x566.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<h2>Código:</h2>
<p>Usaremos a <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/arduino/arduino-conhecendo-as-funcoes-tone-e-notone/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">função tone() </a>do Arduino para gerar o sinal sonoro a ser reproduzido. Essa função recebe três parâmetros: pino de saída, frequência do tom e tempo de reprodução. Para saber mais sobre a função tone() leia nosso artigo sobre <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/eletronica/arduino/arduino-conhecendo-as-funcoes-tone-e-notone/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">funções tone() e notone() no Arduino</a>.</p>
<p>Vamos ao código utilizado na programação do Arduino:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>int leitura;</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>float tom;</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>int altoFalante = 8;</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>int tempo = 10;</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>void setup() {</strong></span>
<span style="color: #339966;"><strong> // Serial.begin(9600);</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>}</strong></span>
 
<span style="color: #ff0000;"><strong>void loop() {</strong></span>
<span style="color: #339966;"><strong> // efetuar leitura do sensor:</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> leitura = analogRead(A0);</strong></span>
<span style="color: #339966;"><strong> /*Serial.println(leitura);</strong></span>
<span style="color: #339966;"><strong> delay(60);*/</strong></span>
<span style="color: #339966;"><strong> // mapear o resultado da leitura do sensor para faixa de tons desejada:</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> tom = map(leitura, 70, 1000, 30, 2500);</strong></span>
<span style="color: #339966;"><strong> // alterar o tom, tocando por 10 ms:</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> tone(altoFalante, tom, tempo);</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>}</strong></span></pre>
<p>Usamos a função map() para mapear os valores lidos na entrada analógica para valores de frequência que serão reproduzidos pela função tone(). No caso, os valores lidos se encontram na faixa de 70 a 1000 aproximadamente (usamos as funções Serial para descobrir esses valores), e são dependentes dos resistores utilizados no divisor de tensão conectado à entrada A0. E mapeamos esses valores para a faixa de 30 a 2500 Hz, que correspondem aos sons que serão reproduzidos. Você pode experimentar com outros valores de frequências, até o limite da audição humana (20 Hz a 20.000 Hz)!.</p>
<p>Para testar, carregue o código no microcontrolador e aproxime / afaste sua mão do sensor LDR para variar a luminosidade que incide sobre ele. Você ouvirá o som produzido no alto-falante variado sua frequência de acordo.</p>
<p>É isso aí! Até o próximo projeto!</p>
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		<title>12 tocadores de música recomendados para Linux</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/os-10-melhores-tocadores-de-musica-para-linux/</link>
					<comments>https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/os-10-melhores-tocadores-de-musica-para-linux/?noamp=mobile#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Aug 2017 01:40:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>12 tocadores de música recomendados para o Linux Gosta de ouvir música em seu computador? Neste artigo vamos recomendar 12 tocadores de música para Linux que você pode usar para ouvir não somente músicas armazenadas em sua máquina, mas também podcasts e serviços de streaming de áudio da Internet. Claro que existem muito outros players de música que rodam no Linux &#8211; literalmente dezenas deles &#8211; mas os apresentados neste artigo são, basicamente, os mais populares e que já utilizamos e gostamos. Também vamos incluir instruções para a instalação desses players de música em distribuições como Fedora, Debian e derivados. Vamos lá aos tocadores de música recomendados para Linux!: 1. Amarok O Amarok é um tocador de música open-source enscrito em C++, disponível sob a licença GPL (GNU Public License). Ele é capaz de reproduzir arquivos de música em inúmeros formatos, como por exemplo MP3, FLAC, AAC e Ogg, entre outros. Também possui a capacidade de reproduzir música via serviços de streaming, como Lats.fm e Jamendo, além de diversos outros. Instalação do Amarok A instalação do Amarok é bastante simples. Para instalá-lo em sua distribuição Linux, basta executar um dos comandos a seguir: Debian e derivados: # apt-get install amarok Fedora [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/os-10-melhores-tocadores-de-musica-para-linux/">12 tocadores de música recomendados para Linux</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>12 tocadores de música recomendados para o Linux</h2>
<p>Gosta de ouvir música em seu computador? Neste artigo vamos recomendar 12 tocadores de música para Linux que você pode usar para ouvir não somente músicas armazenadas em sua máquina, mas também podcasts e serviços de streaming de áudio da Internet.</p>
<p>Claro que existem muito outros players de música que rodam no Linux &#8211; literalmente dezenas deles &#8211; mas os apresentados neste artigo são, basicamente, os mais populares e que já utilizamos e gostamos. Também vamos incluir instruções para a instalação desses players de música em distribuições como Fedora, Debian e derivados.</p>
<p>Vamos lá aos tocadores de música recomendados para Linux!:</p>
<h3>1. Amarok</h3>
<p>O Amarok é um tocador de música open-source enscrito em C++, disponível sob a licença GPL (GNU Public License).</p>
<p>Ele é capaz de reproduzir arquivos de música em inúmeros formatos, como por exemplo MP3, FLAC, AAC e Ogg, entre outros. Também possui a capacidade de reproduzir música via serviços de streaming, como Lats.fm e Jamendo, além de diversos outros.</p>
<h4>Instalação do Amarok</h4>
<p>A instalação do Amarok é bastante simples. Para instalá-lo em sua distribuição Linux, basta executar um dos comandos a seguir:</p>
<pre>Debian e derivados:
<span style="color: #ff0000;"><strong># apt-get install amarok</strong></span>

Fedora 22 e acima:
<span style="color: #ff0000;"><strong># dnf install amarok</strong></span></pre>
<p>A figura a seguir mostra uma tela do Amarok em execução no Linux Fedora:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10600" title="Amarok Player rodando no Fedora Linux" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/amarok-linux-fedora.png" alt="Amarok player rodando no Fedora Linux" width="720" height="546" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/amarok-linux-fedora.png 977w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/amarok-linux-fedora-420x319.png 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/amarok-linux-fedora-768x582.png 768w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/amarok-linux-fedora-174x131.png 174w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></p>
<h3>2. Clementine</h3>
<p>O Clementine é um port do Amarok 1.4 que utiliza Qt4 e o framework de multimídia Gstreamer. Também é escrito em C++ e distribuído sob licença GPL (como a maioria dos softwares listados neste artigo!).</p>
<p>Possui praticamente as mesmas funcionalidades do Amarok, e traz alguns extras, como por exemplo controle remoto a partir de dispositivos Android e interface de linha de comandos, além de permitir a criação de listas de reprodução a partir de músicas do histórico de reprodução.</p>
<p>Infelizmente sua documentação não é muito abundante, e o pacote é um pouco pesado, usando muitos recursos do sistema.</p>
<h4>Como instalar o Clementine</h4>
<p>A instalação do Clementine também é emuito simples:</p>
<pre>Debian e derivados:
<span style="color: #ff0000;"><strong># apt-get install clementine</strong></span>

Fedora 22 e acima:
<span style="color: #ff0000;"><strong># dnf install clementine</strong></span></pre>
<p>E a figura a seguir mostra o Clementine em ação:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10619" title="Player de Música Clementine no Linux Fedora" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/clementine-fedora-linux-música.jpg" alt="Player de Música Clementine no Linux Fedora" width="700" height="511" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/clementine-fedora-linux-música.jpg 1022w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/clementine-fedora-linux-música-420x307.jpg 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/clementine-fedora-linux-música-768x561.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<h3>3. Tomahawk</h3>
<p>O Tomahawk é um player de músicas de plataforma cruzada e código aberto, lançado em 2011 e tambpém escrito em C++, sendo distribuído sob licença GPL também.</p>
<p>Trata-se de um software bem leve, que permite reproduzir música tanto a partir da máquina local quanto a partir de serviços de streaming, como Spotify, YouTube, Grooveshark e Jamendo, entre outros.</p>
<h4>Instalação do Tomahawk</h4>
<p>Para instalar o Tomahawk no Linux, basta executar um dos comandos seguintes, dependendo de sua distro:</p>
<pre>Debian e derivados:
<span style="color: #ff0000;"><strong># apt-get install tomahawk</strong></span></pre>
<pre>Fedora 22 e acima:
<span style="color: #ff0000;"><strong># dnf install tomahawk</strong></span></pre>
<p>Podemos ver o Tomahawk em execução na figura a seguir:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10620" title="Tocador de Músicas Tomahawk no Linux Fedora" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/tocador-música-tomahawk-linux-fedora.jpg" alt="Tocador de Músicas Tomahawk no Linux Fedora" width="699" height="509" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/tocador-música-tomahawk-linux-fedora.jpg 977w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/tocador-música-tomahawk-linux-fedora-420x306.jpg 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/tocador-música-tomahawk-linux-fedora-768x559.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 699px) 100vw, 699px" /></p>
<h3>4. Cmus</h3>
<p>O Cmus é um tocador de música baseado em console (linha de comandos) escrito em linguagem C. Também é distribuído sob licença GPL.</p>
<p>Como o Cmus roda no terminal, ele é operado exclusivamente por meio de comandos executados a partir do teclado. Isso torna o carregamento desse player extremamente rápido, mesmo que você tenha uma biblioteca de músicas imensa na máquina. Ele suporta diversos formatos de áudio tradicionais, como MP3, WAV, Ogg, WMA, AAC e muitos outros.</p>
<p>Existem versões do Cmus para outros sistemas, como FreeBSD, OS X, OpenBSD e até mesmo pode ser executado no windows, via Cygwin, entre outros.</p>
<h4>Como instalar o Cmus no Linux</h4>
<pre><strong>Debian e derivados:</strong>
<span style="color: #ff0000;"><strong># apt-get install cmus
</strong></span>
<strong>Fedora 22 e acima:</strong>
Você deve primeiramente baixar o pacote RPM <em><strong>rpmfusion-free-release-stable</strong></em> mais recente a partir do endereço:
<span style="color: #ff0000;"><strong>http://download1.rpmfusion.org/free/fedora/</strong></span>
Após baixar o pacote, abra o terminal e entre no diretório onde ele foi baixado, instalando-o com o comando a seguir:
<span style="color: #ff0000;"><strong># rpm -Uvh rpmfusion-free-release-stable*rpm</strong></span>
Finalmente, instale o pacote do player Aqualung:
<span style="color: #ff0000;"><strong># dnf install cmus</strong></span></pre>
<pre>Para iniciar o programa, basta executá-lo na linha de comandos:</pre>
<pre><strong><span style="color: #ff0000;"># cmus</span></strong></pre>
<p>A figura a seguir mostra o Cmus em execução no Ubuntu Linux 16.04:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10651" title="Player de música cmus no Ubuntu Linux" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/cmus-linux-ubuntu-player-música.png" alt="Player de música cmus no Ubuntu Linux" width="600" height="363" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/cmus-linux-ubuntu-player-música.png 741w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/cmus-linux-ubuntu-player-música-420x254.png 420w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Como o cmus roda apenas no terminal, seu uso é um pouco mais complicado do que o dos outros tocadores de música mostrados aqui, e por isso, ele será assunto de uma postagem especial aqui no blog.</p>
<h3>5. Aqualung</h3>
<p>O Aqualung é um tocador de músicas recente, tendo sido lançado em 2015, e que possui versões não apenas para linux, mas também para Mac OS X, FreeBSD e Windows, entre outros.</p>
<p>Ele suporta vários formatos de áudio, como MP3, FLAC, Vorbis, entre outros. também reproduz áudio de CDs.</p>
<h4>Como instalar o Aqualung Player</h4>
<pre><strong>Linux Ubuntu (adicionar repositório PPA):</strong>
<span style="color: #ff0000;"><strong>$ sudo add-apt-repository ppa:mc3man/aqua-tests</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>$ sudo apt-get update</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>$ sudo apt-get install aqualung</strong></span></pre>
<pre><strong>Fedora 22 e acima</strong>:
Você deve primeiramente baixar o pacote RPM <em><strong>rpmfusion-free-release-stable</strong></em> mais recente a partir do endereço:
<span style="color: #ff0000;"><strong>http://download1.rpmfusion.org/free/fedora/</strong></span>
Após baixar o pacote, abra o terminal e entre no diretório onde ele foi baixado, instalando-o com o comando a seguir:
<span style="color: #ff0000;"><strong># rpm -Uvh rpmfusion-free-release-stable*rpm</strong></span>
Finalmente, instale o pacote do player Aqualung:
<span style="color: #ff0000;"><strong># dnf install aqualung</strong></span></pre>
<p>Na figura a seguir podemos ver o Aqualung Player em execução:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10622" title="Aqualung Player no Fedora Linux tocando Pantera" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/aqualung-tocador-músicas-fedora-linux.jpg" alt="Aqualung Player no Fedora Linux tocando Pantera" width="700" height="488" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/aqualung-tocador-músicas-fedora-linux.jpg 951w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/aqualung-tocador-músicas-fedora-linux-420x293.jpg 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/aqualung-tocador-músicas-fedora-linux-768x535.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<h3>6. Spotify</h3>
<p>Sim, o Spotify também está em nossa lista, apesar de não ser um aplicativo exclusio para Linux. Trata-se de um serviço de streaming de música extremamente popular, disponível praticamente para todas as plataformas existentes. Atualmente, o Spotify possui mais de 140 milhões de usuários ativos (junho de 2017), e foi desenvolvido pela startup Spotify AB, na Suécia.</p>
<p>Com o Spotify você pode procurar músicas por nome da canção, do artista, do álbum, ou ainda por meio de playlists que os próprios usuários podem criar, incluindo músicas em gêneros específicos.</p>
<h4>Como instalar o Spotify no Linux:</h4>
<p>Para instalar o Spotify em sistemas Linux, execute os comandos a seguir em sua distribuição:</p>
<p><strong>Ubuntu e derivados:</strong></p>
<pre>Adicionar o repositório do spotify à lista de repositórios do sistema:
<span style="color: #ff0000;"><strong>sudo sh -c 'echo "deb http://repository.spotify.com stable non-free" &gt;&gt; /etc/apt/sources.list.d/spotify.list'</strong></span>
Adicionar a chave GPG de criptografia:
<span style="color: #ff0000;"><strong>sudo apt-key adv --keyserver keyserver.ubuntu.com --recv-keys BBEBDCB318AD50EC6865090613B00F1FD2C19886</strong></span>
Atualizar a lista de repositórios:
<span style="color: #ff0000;"><strong>sudo apt-get update -qq</strong></span>
Instalar o Spotify:
<span style="color: #ff0000;"><strong>sudo apt-get install spotify-client</strong></span></pre>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fedora 22 e acima:</strong></p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong># dnf config-manager --add-repo=http://negativo17.org/repos/fedora-spotify.repo</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong># dnf install spotify-client</strong></span></pre>
<p>Veja o Spotify em ação no Fedora Linux na figura a seguir:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10623" title="Spotify rodando no Fedora Linux" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/spotify-rodando-linux-fedora.jpg" alt="Spotify rodando no Fedora Linux" width="701" height="527" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/spotify-rodando-linux-fedora.jpg 1021w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/spotify-rodando-linux-fedora-420x316.jpg 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/spotify-rodando-linux-fedora-768x578.jpg 768w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/spotify-rodando-linux-fedora-174x131.jpg 174w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/spotify-rodando-linux-fedora-300x225.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 701px) 100vw, 701px" /></p>
<h3>7. Nightingale</h3>
<p>O Nightingale é um tocador de áudio estrico em C++, lançado sob as licenças GPL, MPL e BSD, e disponível em sistemas Windows e Mac OS X, além é claro do Linux. Como os outros tocadores mencionados no artigo, ele pode executar diversos formatos de áudio, incluindo MP3, Ogg Vorbis, AAC, WMA, FLAC e outros.</p>
<p>Alguns diferenciais do Nightingale são:</p>
<ul>
<li>Permite assinatura de blogs de MP3 como playlists</li>
<li>Varredura do computador para encontrar arquivos de áudio</li>
<li>Criação de playlists a partir dos arquivos de áudio encontrados na máquina local</li>
<li>Modo mini-player</li>
</ul>
<h4>Como instalar o Nightingale</h4>
<p>A sequência de comandos a seguir permite instalar o Nightingale no Linux Ubuntu 16.04:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>$ sudo add-apt-repository ppa:nightingaleteam/nightingale-nightly</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>$ sudo apt-get update</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>$ sudo apt-get install nightingale</strong></span></pre>
<p>E a imagem a seguir mostra uma tela do Nightingale em execução no sistema:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10653" title="Player de música Nightingale no Ubuntu Linux" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/player-nightingale-ubuntu-linux.png" alt="Player de música Nightingale no Ubuntu Linux" width="700" height="476" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/player-nightingale-ubuntu-linux.png 925w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/player-nightingale-ubuntu-linux-420x286.png 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/player-nightingale-ubuntu-linux-768x522.png 768w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<h3>8. Audacious</h3>
<p>O Audacious é um software open-source totalmente escrito em C++, que roda em plataformas compatíveis com Linux e também possui suporte a Windows, além de ser o tocador de música padrão da distribuição Lubuntu.</p>
<p>Ele possui diversos recursos disponíveis, no geral por meio da instalação de plugins. Também suporta uma grande variedade de codecs de áudio, incluindo MP3, Wacpac, MIDI e FLAC, entre outros.</p>
<p>Uma funcionalidade interessante do Audacious é seu suporte completo a skins do Winamp 2, com as skins renderizadas em formato PNG.</p>
<h4>Como instalar o Audacious Player</h4>
<p>Para instalar o tocador Audacious no Linux, simplesmente execute um dos comandos a seguir,d ependendo de sua distribuição:</p>
<pre>Debian e derivados:
<span style="color: #ff0000;"><strong># apt-get install audacious</strong></span>

Fedora 22 e acima:
<span style="color: #ff0000;"><strong># dnf install audacious</strong></span></pre>
<p>E na figura a seguir vemos o Audacious Player reproduzindo uma música:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10625 size-full" title="Tocador de música Audacious no Linux Fedora" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/audacious-player-fedora-linux-música.jpg" alt="Tocador de música Audacious no Linux Fedora" width="381" height="200" /></p>
<h3>9. Rhythmbox</h3>
<p>O Rhythmbox é um tocador de mpusica muito famoso, escrito em linguagem C e disponível em vários sistemas baseados em Unix, como BSD, Solaris e, claro, inúmeras distribuições Linux. Este é o reprodutor de músicas padrão do Ubuntu Linux, e utiliza o framework de mídia GStreamer.</p>
<p>Ele possui vários recursos disponíveis, tais como:</p>
<ul>
<li>Streaming de música online</li>
<li>Permite queimar CDs de áudio</li>
<li>Suporte ao serviço Last.fm</li>
<li>Compartilhamento DAAP</li>
</ul>
<h4>Instalando o tocador de música Rhythmbox</h4>
<p>O Rhythmbox é o tocador padrão no Ubuntu, Fedora linux e várias outras distribuições. Caso sua distro não o tenha e você o queira instalar, basta executar os comandos a seguir de acordo:</p>
<pre>Debian e derivados:
<span style="color: #ff0000;"><strong># apt-get install rhythmbox</strong></span>

Fedora 22 e acima:
<span style="color: #ff0000;"><strong># dnf install rhythmbox</strong></span></pre>
<p>Veja o Rhythmbox Player em ação na figura a seguir:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10626" title="Tocador de música Rhythmbox no Linux Fedora" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/rhythmbox-fedora-linux-player-música.jpg" alt="Tocador de música Rhythmbox no Linux Fedora" width="699" height="493" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/rhythmbox-fedora-linux-player-música.jpg 898w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/rhythmbox-fedora-linux-player-música-420x296.jpg 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/rhythmbox-fedora-linux-player-música-768x541.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 699px) 100vw, 699px" /></p>
<h3>10. DeadBeeF</h3>
<p>O tocador DeadBeeF é um pacote muito leve, escrito totalmente em C, disponível tanto para Linux quanto para Android. Sua interface usa GTK2 e ele possui suporte a inúmeros plugins exeternos.</p>
<p>Assim como os demais tocadores recomendados no artigo, o DeadBeeF consegue reproduzir vários formatos de áudio, como MP3, Ogg, WAV, M4a e muitos outros.</p>
<p>Ele permite a execução de música tanto online quanto offline, em ambos os casos com baixíssimo consumo de memória, o que o torna um player bastante rápido.</p>
<h4>Como instalar o DeadBeeF no Linux</h4>
<p>A instalação do DeadBeeF também é extremamente simples:</p>
<pre>Ubuntu e derivados:
<span style="color: #ff0000;"><strong>$ sudo add-apt-repository ppa:starws-box/deadbeef-player</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>$ sudo apt-get update</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>$ sudo apt-get install deadbeef</strong></span></pre>
<p>E na figura a seguir vemos o DeadBeeF em execução no Ubuntu Linux:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10654 size-full" title="Player de áudio deadbeef no Ubuntu Linux" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/deadbeef-player-áudio-ubuntu-linux.png" alt="Player de áudio deadbeef no Ubuntu Linux" width="509" height="334" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/deadbeef-player-áudio-ubuntu-linux.png 509w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/deadbeef-player-áudio-ubuntu-linux-420x276.png 420w" sizes="auto, (max-width: 509px) 100vw, 509px" /></p>
<h3>11. Lollypop</h3>
<p>O Lollypop é um tocador de música open source muito leve cujo projeto está hospedado no github. Ao contrário da grande maioria dos tocadores mostrados aqui, o Lollypop é escrito em Python e GTK3.</p>
<p>Ele reproduz inúmeros formatos de áudio, como MP3, Ogg e FLAC, entre outros, e possui também a habilidade de trazer a biografia do artista a partir do serviço Last.fm ou da Wikipedia, e as letras das músicas a partir de Wikia.</p>
<p>Um dos pontos negativos do Lollypop é que ele não reproduz áudio a partir de serviços de streaming.</p>
<h4>Como instalar o Lollypop Music Player:</h4>
<p>Para instalar o Lollypop em sua distribuição, siga as instruções a seguir:</p>
<pre>Debian e derivados:
<span style="color: #ff0000;"><strong># add-apt-repository ppa:gnumdk/lollypop</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong># apt-get update</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong># apt-get install lollypop</strong></span>

Fedora 22 e acima:
<span style="color: #ff0000;"><strong># dnf install lollypop</strong></span></pre>
<p>A figura a seguir mostra o Lollypop em execução:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10628" title="Tocador de música Lollypop no Linux Fedora" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/player-música-lollypop-linux-fedora.jpg" alt="Tocador de música Lollypop no Linux Fedora" width="700" height="432" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/player-música-lollypop-linux-fedora.jpg 1021w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/player-música-lollypop-linux-fedora-420x259.jpg 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/player-música-lollypop-linux-fedora-768x474.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<h3>12. VLC</h3>
<p>O VLC é um dos softwares para multimídia mais conceituados que existem atualmente, sendo capaz de executar praticamente de tudo, incluindo áudio, filmes, vídeo de webcams, streming e muito mais. Está disponível em praticamente todas as plataformas existentes.</p>
<p>É extremamente fácil de usar, sendo uma aplicação muito robusta e que permite executar arquivos de áudio deforma muito simples. Além disso, não requer codecs extras para executar os vários formatos de áudio suportados, com raras exceções.</p>
<p>Nem tudo é perfeito, claro, e o VLC, por ser um player multimídia, e não um software especializado em reprodução de áudio, não possui alguns recursos comuns a essa classe de softwares. Como exemplo, o VLC não possui gerenciamento de bibliotecas de música &#8211; exceto playlists, e faz uso limitado de tags. Além disos, não permite customização de sua interface, como outros players permitem.</p>
<h4>Instalação do VLC</h4>
<pre>Debian e derivados:
<span style="color: #ff0000;"><strong># add-apt-repository ppa:videolan/stable-daily</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong># apt-get update</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong># apt-get install vlc</strong></span>

Fedora 22 e acima:
Você deve primeiramente baixar o pacote RPM rpmfusion-free-release-stable mais recente a partir do endereço:
<span style="color: #ff0000;"><strong>http://download1.rpmfusion.org/free/fedora/</strong></span>
Após baixar o pacote, abra o terminal e entre no diretório onde ele foi baixado, instalando-o com o comando a seguir:
<span style="color: #ff0000;"><strong># rpm -Uvh rpmfusion-free-release-stable*rpm</strong></span>
E então instale o pacote do VLC:
<span style="color: #ff0000;"><strong># dnf install vlc</strong></span></pre>
<p>A figura a seguir mostra o VLC em execução no Linux tocando um álbum do Eric Clapton:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10629" title="Reprodutor VLC no Linux Fedora" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/reprodutor-VLC-linux-fedora.jpg" alt="Reprodutor VLC no Linux Fedora" width="701" height="458" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/reprodutor-VLC-linux-fedora.jpg 993w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/reprodutor-VLC-linux-fedora-420x275.jpg 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2017/08/reprodutor-VLC-linux-fedora-768x502.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 701px) 100vw, 701px" /></p>
<p>E você, utiliza algum tocador não listado neste artigo? Gosta de algum dos citados? Deixe abaixo na seção de comentários suas sugestões de tocadores de música para Linux, e suas impressões em relação aos players recomendados.</p>
<p>Até!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/os-10-melhores-tocadores-de-musica-para-linux/">12 tocadores de música recomendados para Linux</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
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