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	<title>Arquivo para Oracle - Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</title>
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	<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/tag/oracle/</link>
	<description>Artigos e Tutoriais sobre Desenvolvimento de Software, Bancos de Dados SQL, Linux, Lógica de Programação, Inteligência Artificial, Hardware, Eletrônica, Arduino, Técnicas e Teorias de Estudo e Aprendizagem, Carreira em TI, Ciências Cognitivas, e muito mais!</description>
	<lastBuildDate>Sat, 22 Feb 2020 20:41:32 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>Conceitos de Arquitetura de Bancos de Dados Oracle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Feb 2020 20:39:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oracle Database]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conceitos de Arquitetura de Bancos de Dados Oracle A arquitetura de sistemas de bancos de dados Oracle pode parecer muito complexa para quem está iniciando seus estudos nessa tecnologia. Existem muitos termos específicos, siglas e nomes de serviços e aplicações, e isso pode acabar confundindo os iniciantes na plataforma Oracle Database. Para auxiliar estudantes e profissionais que desejam aprender a trabalhar com essa plataforma, listamos a seguir uma série de termos e conceitos importantes relacionados a bancos de dados Oracle e seus significados. Os conceitos estão listados em ordem alfabética, e a lista não é definitiva &#8211; listamos apenas os conceitos mais comuns e importantes. Conceitos Básicos de Oracle Database Archiver &#8211; Processo que copia os redo log files para um dispositivo de storage especificado para serem arquivados, antes que os arquivos de redo sejam sobrescritos. CKPT Checkpoint. Processo que define um SCN &#8211; System Change Number &#8211; na thread de redo de um BD. Informações de checkpoint são gravadas no arquivo de controle e em cada cabeçalho de data file. Também sinaliza para que o processo DBWn escreva blocos em disco, quando houver dirty buffers. Os checkpoints são muito importantes para recuperação de dados. Conexão Comunicação estabelecida entre um [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Conceitos de Arquitetura de Bancos de Dados Oracle</h2>
<p>A arquitetura de sistemas de bancos de dados Oracle pode parecer muito complexa para quem está iniciando seus estudos nessa tecnologia. Existem muitos termos específicos, siglas e nomes de serviços e aplicações, e isso pode acabar confundindo os iniciantes na plataforma <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/category/oracle-database/">Oracle Database</a>.</p>
<p>Para auxiliar estudantes e profissionais que desejam aprender a trabalhar com essa plataforma, listamos a seguir uma série de termos e conceitos importantes relacionados a bancos de dados Oracle e seus significados.</p>
<p>Os conceitos estão listados em ordem alfabética, e a lista não é definitiva &#8211; listamos apenas os conceitos mais comuns e importantes.</p>
<h3>Conceitos Básicos de Oracle Database</h3>
<ul>
<li><strong>Archiver</strong> &#8211; Processo que copia os redo log files para um dispositivo de storage especificado para serem arquivados, antes que os arquivos de redo sejam sobrescritos.</li>
<li><strong>CKPT</strong>
<ul>
<li>Checkpoint. Processo que define um SCN &#8211; System Change Number &#8211; na thread de redo de um BD. Informações de checkpoint são gravadas no arquivo de controle e em cada cabeçalho de data file. Também sinaliza para que o processo DBWn escreva blocos em disco, quando houver dirty buffers.<br />
Os checkpoints são muito importantes para recuperação de dados.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Conexão</strong>
<ul>
<li>Comunicação estabelecida entre um processo de usuário (aplicação / ferramenta) e uma instância de banco de dado</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Control file</strong>
<ul>
<li>Contém dados sobre o banco de dados em si, no que concerne às informações de estrutura física. Mantém informações como o nome do banco de dados, onmes e localização dos tablespaces, local dos redo log files, e muitas outras. Podemos manter várias cópias desse arquivo para proteção contra perda total. Também possui metadados relacionados a backups.</li>
<li>Sem um control file, não é possível abrir o banco de dados.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Database Buffer Cache</strong>
<ul>
<li>Estrutura na SGA que armazena em cache <strong>blocos</strong> de dados recuperados do banco de dados, lidos a partir dos datafiles. Esses dados são compartilhados por todos os usuários conectados à instância de forma concorrente.</li>
<li>Quando esse buffer é modificado, mas ainda não foi gravado em disco, diz-e que é um Dirty Buffer (&#8220;buffer sujo&#8221;).</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Database Writer (DBWn)</strong>
<ul>
<li>Processos que escrevem em disco o conteúdo dos&nbsp; buffers do database buffer cache, que estejam marcados como dirty buffers, de modo que as próximas declarações SELECT e outros comandos DML possam ter acesso a esses buffers.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Data Block</strong>
<ul>
<li>Um data block &#8211; bloco de dados &#8211; corresponde a um número específico de bytes de espaço físico em disco. Cada tablespace tem um tamanho de blocos especificado, quando é criada. Os blocos de dados são mapeados em blocos de disco.</li>
<li>O tamanho de um data block adequado para a maioria dos bancos de dados é de 8 kB.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Datafiles</strong>
<ul>
<li>Os datafiles são estruturas físicas que contém todos os dados do banco de dados, assim como metadados e o dicionário de dados. Cada datafile pertence a um (unico) tablespace.&nbsp;</li>
</ul>
</li>
<li><strong>DBCA</strong>
<ul>
<li>Database Configuration Assistant. Utilitário padrão usado para criar, configurar e remover bancos de dados Oracle.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>DBWn</strong>
<ul>
<li>Database Writer Process.</li>
<li>Processo que escreve o conteúdo dos buffers modificados do database buffer cache para o disco (nos datafiles). O número de processos DBWn é especificado pelo parâmetro de inicialização <strong>DB_WRITER_PROCESSES</strong>. O número máximo de processos é 100.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Dicionário de Dados</strong>
<ul>
<li>Coleção de tabelas e views do banco de dados que contém informações de referência sobre o banco de dados, suas estruturas e seus usuários. Está presente no Shared Pool da SGA.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Dirty Buffer</strong>
<ul>
<li>Buffer no Database Buffer Cache que contém dados de um bloco do banco de dados que foi alterado por uma instrução INSERT, UPDATE ou DELETE, mas que ainda não foi escrito em disco.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Extent</strong>
<ul>
<li>Um extent é um espaço lógico que engloba um número específico de blocos de dados contíguos, usados para armazenar um tipo específicod e informação.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>INIT.ORA</strong>
<ul>
<li>Arquivo de parâmetros que define configurações gerais de uma instância, como por exemplo quantidade de memória a ser alocada, localização de arquivos, parâmetros de otimização, tamanhos de caches e outras.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Instância</strong>
<ul>
<li>Uma instância consiste em estruturas de memória e processos em background associados. Uma instância é associada a um único banco de dados específico após ser iniciada, no processo denominado &#8220;Montagem do Banco de Dados&#8221;</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Java Pool</strong>
<ul>
<li>O Java Pool (na SGA) é uma área utilizada para armazenar dados e código Java específicos de sessão na JVM.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Large Pool</strong>
<ul>
<li>Estrutura de memória na SGA que fornece alocação de memória extensa para processos de E/S de servidor, operações de consulta paralelas e operações de backup e restauração do banco de dados. Esta área de memória é opcional.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>LGWR</strong>
<ul>
<li>Log Writer Background Process &#8211; Processo que escreve o conteúdo do redo log buffer no arquivo redo log file ativo, em disco, por exemplo, quando um usuário realiza commit em uma transação ou quando o redo log buffer está 1/3 cheio ou contém 1MB de dados em buffer, ou inda três segundos após a última operação de escrita realizada..</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Listener</strong>
<ul>
<li>Processo que gerencia conexões entre as aplicações e o servido de bancos de dados. É configurado pode meio da edição de um arquivo de texto de nome listener.ora.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>listener.ora</strong>
<ul>
<li>Arquivo de configuração de Listener, que contém elementos tais como nome dos listeners, protocolos e endereços para conexão, serviços de banco de dados, parâmetros de controle e outros relacionados à rede e conexão aos bancos de dados.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>LRU</strong> &#8211; Least Recently Used. Algoritmo usado para determinar quando reutilizar os buffers no cache de buffers do banco de dados que não estejam &#8220;sujos&#8221; (que não sejam dirty buffers). Quanto menos um bloco for usado, mais provável que ele seja substituído por um novo bloco do banco de dados lido a partir do disco.</li>
<li><strong>MEMORY_TARGET</strong>
<ul>
<li>Parâmetro de inicialização de tamanho para criação e gerenciamento de estruturas de memória, como a SGA e a PGA.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>ORACLE_HOME</strong>
<ul>
<li>Diretório onde o software de bancos de dados Oracle está instalado em um sistema. Também pode se referir a uma variável de ambiente que aponta para esse diretório.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Oracle Enterprise Manager</strong>
<ul>
<li>OEM. Conjunto de ferramentas de gerenciamento de sistemas para gerenciar ambientes Oracle.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>oraInventory</strong>
<ul>
<li>Diretório onde é armazenado um inventário de todas as aplicações Oracle que estão instaladas em um sistema.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>PFILE</strong>
<ul>
<li>Arquivo de parâmetros de inicialização do Oracle. Também conhecido como INIT.ORA. Trata-se de um arquivo de texto, editável com qualquer editor de textos comum, como o vim ou bloco de notas.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>PGA</strong>
<ul>
<li>Program Global Area. As PGAs são regiões de memória privadas que contém dados e informações de controle para um servidor ou processo em background. Não são compartilhadas, ou seja, o acesso à PGA é exclusivo do processo em execução no servidor. Cada processo tem sua própria PGA.</li>
<li>Uma PGA é dividida em duas grandes áreas: Espaço de Pilha (Stack Space) e User Global Area (UGA), que por sua vez é dividida em áreas menores, como a área de Sort (para operações de classificação, como ORDER BY e GROUP BY) e a área de Hash (para joins hash de tabelas).</li>
</ul>
</li>
<li><strong>PL/SQL</strong>
<ul>
<li>Extensão de linguagem procedural da Oracle que complementa a linguagem SQL padrão. Permite realizar operações aritméticas, operações em datas e horas, realizar controle condicional e iterativo, implementar cursores, criar funções, stored procedures e outros recursos.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>PMON</strong>
<ul>
<li>Process Monitor Process &#8211; Processo que realiza recuperação quando um processo de usuário falha. Também limpa o database buffer cache, libera recursos utilizados pelo processo de usuário e monitora sessões para descobrir sessões ociosas em timeout.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Processos</strong> &#8211; Há três tipos de processos em um sistema de banco de dados Oracle:
<ul>
<li>Processos de Usuário &#8211; Rodam Aplicações e Ferramentas, local ou remotamente. Se comunica com um processo listener, o qual cria um processo de servidor.</li>
<li>Processos de Banco de Dados &#8211; Divididos em:
<ul>
<li>Processos de Servidor &#8211; Realizam Parse e executam os comandos emitidos pelo processo de usuário, além de le dados nos datafiles e retornar resultados obtidos a partir de consultas.</li>
<li>Processos de Background &#8211; Permitem à instância interagir com outras instâncias e com o S.O., por exemplo para gerenciamento de estruturas de memória e escrita de dados em discos. Exemplos de processos: LGWR e DBWn.</li>
</ul>
</li>
<li>Daemons &#8211; Processos de aplicação não específicos de um banco de dados, como por exemplo <strong><em>listeners</em></strong> de rede.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Redo Log Buffer</strong>
<ul>
<li>Estrutura de buffer circular na SGA que armazena em cache informações de redo (informações sobre mudanças feitas no banco de dados) até que sejam escritas nos arquivos <em>redo log files</em> físicos em disco.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Redo log files</strong>
<ul>
<li>Arquivos físicos de log que permitem a recuperação da instância do banco de dados. Esses arquivos contém um registro de todas as alterações feitas nos dados nas tabelas e índices do banco, assim como mudanças realizadas na estrutura do banco de dados em si. A instância pode recuperar o banco com as informações contidas nesses arquivos &#8211; se os datafiles não forem perdidos.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Segment</strong>
<ul>
<li>Um segmento é um conjunto de extents alocado para uma determinada estrutura lógica. Por exemplo, segmentos de dados (dados de tabelas) ou índices. Os segmentos existem em um tablespace.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Sessão</strong>
<ul>
<li>Uma sessão é uma conexão específica de um usuário a uma instância, por meio de um processo de usuário. Uma sessão se inicia quando um usuário se conecta a uma instância e termina quando o usuário se desconecta da instância ou fecha a aplicação de banco de dados emprega.&nbsp;</li>
</ul>
</li>
<li><strong>SGA</strong>
<ul>
<li>System Global Area. Área de memória compartilhada por todos os usuários conectados ao banco de dados, e alocada para os processos de segundo plano de uma instância, quando iniciada.&nbsp;Grupo de estruturas de memória compartilhadas, que contém dados e informações de controle para uma instância do Oracle Database.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Shared Pool</strong>
<ul>
<li>Área da SGA que armazena dados como declarações SQL executadas, cópias do dicionário de dados do banco e cache de resultados de consultas SQL e PL/SQL para reuso. Também contém dados das tabelas de sistema, como informações do conjunto de caracteres e informações de segurança.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Shared SQL Area</strong>
<ul>
<li>Área na SGA (dentro do Shared Pool) que armazena declarações SQL executadas no banco de dados. Quando dois usuários executam a mesma declaração SQL, ela é reutilizada a partir desta área.</li>
<li>Contém a árvore de Parse e o Plano de Execução da declarações SQL.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>SMON</strong>
<ul>
<li>System Monitor Process &#8211; Processo que realiza recuperação durante a inicialização de uma instância. Também limpa segmentos temporários não mais utilizados.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>SPFILE</strong>
<ul>
<li>Arquivo de parâmetros de inicialização do Oracle. Trata-se de um arquivo binário, somente alterável por meio de comandos como ALTER SYSTEM SET.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>SQL Developer</strong>
<ul>
<li>Ferramenta IDE gráfica, escrita em Java, empregada para o desenvolvimento de códigos SQL e PL/SQL, para sistemas Oracle Database. Esta ferramenta não tem custo e pode ser <a href="https://www.oracle.com/br/tools/downloads/sqldev-v192-downloads.html" target="_blank" rel="noopener">baixada gratuitamente do site da Oracle</a>.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>SQL*Plus</strong>
<ul>
<li>Ferramenta de linha de comandos empregada para executar declarações SQL, PL/SQL e comandos especiais em sistemas Oracle Database.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Tablespace</strong>
<ul>
<li>As tablespaces são unidades de armazenamento lógico em em banco de dados, usadas para agrupar estruturas lógicas relacionadas (segmentos) ou ainda data files (físicos).</li>
<li>Cada banco de dados Oracle sempre deve conter no mínimo os tablespaces SYSTEM e SYSAUX, os quais são criados automaticamente quando um banco é criado.<br />
O tablespace SYSTEM possui funcionalidade primordial para o banco, como o armazenamento das tabelas do dicionário de dados. Já o tablespace SYSAUX é auxiliar, armazenando vários outros componentes do banco de dados. Esses dois tablespaces não devem armazenar dados de aplicações e usuários.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>tnsnames.ora</strong>
<ul>
<li>Arquivo de configuração que define endereços dos bancos de dados para que seja possível estabelecer conexões com eles.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>É isso aí! Nos próximos artigos vamos abordar de forma mais aprofundada diversos dos conceitos abordados aqui. Até!</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como usar Alias em Oracle Database para modificar nomes de colunas e tabelas em consultas</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/oracle-database/como-usar-alias-em-oracle-database-para-modificar-nomes-de-colunas-e-tabelas-em-consultas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2020 15:12:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oracle Database]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como usar Alias em Oracle Database Ao mostrar o resultado de uma consulta, os nomes das colunas armazenadas nas tabelas são mostrados como cabeçalhos do resultado. Porém, nem sempre esses nomes são descritivos &#8211; às vezes são siglas ou abreviações, e podem confundir o usuário. Podemos modificar esse comportamento aplicando um alias à coluna (também podemos aplicar aliases a tabelas, em outro contexto). Um alias permite renomear o cabeçalho de uma coluna retornado em uma consulta, sem no entanto alterar o nome da coluna na tabela. É muito útil em consultas contendo joins, que podem resultar em códigos extensos e complexos &#8211; o emprego de aliases pode simplificar a codificação dessas queries. Palavra-chave AS Para aplicar um alias em uma coluna, ele deve seguir imediatamente o nome da coluna, ou então devemos utilizar a palavra-chave AS entre o nome da coluna ou tabela e o alias que será aplicado. Caso o alias seja composto por múltiplas palavras, separadas por espaços, é necessário englobá-lo usando aspas duplas (&#8220;&#8221;). As aspas também são importantes caso o nome possua caracteres especiais ou seja case-sensitive (por padrão, os aliases aparecem em maiúsculas, independente do caso utilizado). Sintaxe de aliases em Oracle A sintaxe básica [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Como usar Alias em Oracle Database</h2>
<p>Ao mostrar o resultado de uma consulta, os nomes das colunas armazenadas nas tabelas são mostrados como cabeçalhos do resultado. Porém, nem sempre esses nomes são descritivos &#8211; às vezes são siglas ou abreviações, e podem confundir o usuário. Podemos modificar esse comportamento aplicando um alias à coluna (também podemos aplicar aliases a tabelas, em outro contexto).</p>
<p>Um alias permite renomear o cabeçalho de uma coluna retornado em uma consulta, sem no entanto alterar o nome da coluna na tabela.<br />
É muito útil em consultas contendo joins, que podem resultar em códigos extensos e complexos &#8211; o emprego de aliases pode simplificar a codificação dessas queries.</p>
<h3>Palavra-chave AS</h3>
<p>Para aplicar um alias em uma coluna, ele deve seguir imediatamente o nome da coluna, ou então devemos utilizar a palavra-chave <strong>AS</strong> entre o nome da coluna ou tabela e o alias que será aplicado.</p>
<p>Caso o alias seja composto por múltiplas palavras, separadas por espaços, é necessário englobá-lo usando aspas duplas (&#8220;&#8221;). As aspas também são importantes caso o nome possua caracteres especiais ou seja case-sensitive (por padrão, os aliases aparecem em maiúsculas, independente do caso utilizado).</p>
<h3>Sintaxe de aliases em Oracle</h3>
<p>A sintaxe básica de aliases para colunas e tabelas em Oracle Database é a seguinte:</p>
<pre><strong><span style="color: #800080;">SELECT coluna1 AS alias_coluna1,&nbsp;coluna2 AS alias_coluna2, colunaN AS alias_colunaN</span></strong>
<strong><span style="color: #800080;">FROM tabela AS alias_tabela;</span></strong></pre>
<p>Na prática, a própria palavra AS é opcional, podendo ser omitida ao criar os aliases, como mostra a sintaxe a seguir:</p>
<pre><strong><span style="color: #800080;">SELECT coluna1 alias_coluna1,&nbsp;coluna2 alias_coluna2, colunaN alias_colunaN</span></strong>
<strong><span style="color: #800080;">FROM tabela alias_tabela;</span></strong></pre>
<p>Note que não é necessário criar aliases para todas as colunas envolvidas na consulta &#8211; somente para aquelas que você julgar necessárias.</p>
<p>Vejamos alguns exemplos básicos.</p>
<h3>Exemplos de alias em Oracle</h3>
<p>1. Retornar nomes e sobrenomes dos empregados, com seus respectivos salários</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>SELECT first_name as Nome, last_name as Sobrenome, salary as "Salário"</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>FROM employees;</strong></span></pre>
<p>Note que neste exemplo não usamos aspas para os alias <em>Nome</em> e <em>Sobrenome</em>, por se tratarem de palavras únicas, inclusive sem caracteres especiais.</p>
<p>2. Retornar nomes e sobrenomes dos empregados, com seus respectivos salários aumentados em 10%, desta vez sem empregar a palavra-chave AS e preservando maiúsculas e minúsculas:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>SELECT first_name "Nome", last_name "Sobrenome", salary * 1.1 "Salário com 10% de aumento"</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>FROM employees;</strong></span></pre>
<p>3. Idem anterior, mas desta vez aplicando um alias à tabela employees, usando a palavra &#8220;Empregados&#8221;.</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>SELECT first_name "Nome", last_name "Sobrenome", salary * 1.1 "Salário com 10% de aumento"</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>FROM employees "Empregados";</strong></span></pre>
<p>É isso aí! Até a próxima aula de Oracle Database.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como alterar a senha de um usuário no Oracle Database</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/oracle-database/como-alterar-a-senha-de-um-usuario-no-oracle-database/</link>
					<comments>https://www.bosontreinamentos.com.br/oracle-database/como-alterar-a-senha-de-um-usuario-no-oracle-database/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2019 21:35:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oracle Database]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como alterar a senha de um usuário no Oracle Database Neste tutorial vamos mostrar os procedimentos necessários para&#160;que seja possível alterar a senha de um usuário no Oracle Database. Para isso, vamos precisar usar o comando ALTER USER. Você deve estar logado com permissões de administrador para poder alterar a senha de um usuário que não seja o seu próprio. Sintaxe A sintaxe do ALTER USER que devemos empregar para alterar a senha de um usuário no Oracle Database é a seguinte:: ALTER USER nome_usuário IDENTIFIED BY nova_senha; Parâmetros Precisamos informar dois parâmetros para realizar a troca de senha: nome_usuário O nome do usuário cuja senha queremos alterar nova_senha A nova senha que será atribuída ao usuário. Exemplo Vejamos um exemplo de como trocar a senha de um usuário no Oracle Database. Vamos alterar a senha de um usuário chamado fabio para o valor abc123**:&#160; ALTER USER fabio IDENTIFIED BY abc123**; É isso! Após executar este comando, a senha de fabio será alterada para abc123**. Note que, não é necessário conhecer a senha atual; desta forma, este comando pode ser usado para criar uma nova senha no caso do usuário não se lembrar de sua senha original . &#160;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="section">
<h1>Como alterar a senha de um usuário no Oracle Database</h1>
<p>Neste tutorial vamos mostrar os procedimentos necessários para&nbsp;que seja possível alterar a senha de um usuário no Oracle Database. Para isso, vamos precisar usar o comando ALTER USER.</p>
<p>Você deve estar logado com permissões de administrador para poder alterar a senha de um usuário que não seja o seu próprio.</p>
</div>
<div class="section">
<h3>Sintaxe</h3>
<p>A sintaxe do ALTER USER que devemos empregar para alterar a senha de um usuário no Oracle Database é a seguinte::</p>
<pre class="notranslate">ALTER USER <em>nome_usuário</em> IDENTIFIED BY <em>nova_senha</em>;</pre>
<h3>Parâmetros</h3>
<p>Precisamos informar dois parâmetros para realizar a troca de senha:</p>
<ul>
<li><em>nome_usuário</em>
<ul>
<li>O nome do usuário cuja senha queremos alterar</li>
</ul>
</li>
<li><em>nova_senha</em>
<ul>
<li>A nova senha que será atribuída ao usuário.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</div>
<div class="section">
<h3>Exemplo</h3>
<p>Vejamos um exemplo de como trocar a senha de um usuário no Oracle Database. Vamos alterar a senha de um usuário chamado fabio para o valor abc123**:&nbsp;</p>
<pre>ALTER USER fabio IDENTIFIED BY abc123**;</pre>
<p>É isso! Após executar este comando, a senha de fabio será alterada para abc123**. Note que, não é necessário conhecer a senha atual; desta forma, este comando pode ser usado para criar uma nova senha no caso do usuário não se lembrar de sua senha original .</p>
</div>
<div class="tutorial_nav">&nbsp;</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Oracle Database &#8211; Operador IN &#8211; Testar Valores em uma Lista</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/oracle-database/oracle-database-operador-in-testar-valores-em-uma-lista/</link>
					<comments>https://www.bosontreinamentos.com.br/oracle-database/oracle-database-operador-in-testar-valores-em-uma-lista/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Apr 2019 23:51:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oracle Database]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>
		<category><![CDATA[SQL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operador IN no Oracle Database Usamos o operador IN para testar valores presentes em uma lista passada à cláusula WHERE para filtragem de dados em uma consulta. Sintaxe: SELECT colunas FROM tabela WHERE coluna IN (valor1, valor2, ... valorN); A condição definida dentro dos parênteses do operador IN é chamada de condição de membro. Exemplo Vejamos um exemplo usando o esquema padrão HR. Queremos que sejam retornados apenas os nomes e sobrenomes dos empregados cujos ids de departamento sejam 30, 50 ou 80: SELECT first_name, last_name, department_id FROM employees WHERE department_id IN (30, 50, 80); Os dados passados ao operador IN podem estar em qualquer ordem. Caso sejam passadas strings ou datas, elas devem estar englobadas entre aspas simples. Por exemplo, suponha que queiramos saber os salários dos empregados cujos sobrenomes sejam King, Fripp e Atkinson: SELECT last_name, salary FROM employees WHERE last_name IN ('King', 'Fripp', 'Atkinson'); Note que há dois funcionários cujo sobrenome é &#8220;King&#8221;, por isso aparecem dois registros para esse sobrenome no resultado da consulta. Inverter lista com NOT IN Também é possível inverter a lista passada ao operador IN empregando o operador lógico NOT em conjunto. Por exemplo, suponha que&#160;queremos mostrar os nomes e sobrenomes dos [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Operador IN no Oracle Database</h2>
<p>Usamos o operador IN para testar valores presentes em uma lista passada à cláusula WHERE para filtragem de dados em uma consulta.</p>
<h3>Sintaxe:</h3>
<pre><span style="color: #800080;"><strong>SELECT colunas</strong></span>
<span style="color: #800080;"><strong>FROM tabela</strong></span>
<span style="color: #800080;"><strong>WHERE coluna IN (valor1, valor2, ... valorN);</strong></span></pre>
<p>A condição definida dentro dos parênteses do operador IN é chamada de <em><strong>condição de membro</strong></em>.</p>
<h3>Exemplo</h3>
<p>Vejamos um exemplo usando o esquema padrão HR.</p>
<p>Queremos que sejam retornados apenas os nomes e sobrenomes dos empregados cujos ids de departamento sejam 30, 50 ou 80:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>SELECT first_name, last_name, department_id</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>FROM employees</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>WHERE department_id IN (30, 50, 80);</strong></span></pre>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13718 size-full" title="Testar valores em consultas com operador IN no Oracle Database" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/operador-IN-oracle-database-01.png" alt="Testar valores em consultas com operador IN no Oracle Database" width="314" height="175" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/operador-IN-oracle-database-01.png 314w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/operador-IN-oracle-database-01-174x98.png 174w" sizes="auto, (max-width: 314px) 100vw, 314px" /></p>
<p>Os dados passados ao operador IN podem estar em qualquer ordem. Caso sejam passadas strings ou datas, elas devem estar englobadas entre aspas simples. Por exemplo, suponha que queiramos saber os salários dos empregados cujos sobrenomes sejam King, Fripp e Atkinson:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>SELECT last_name, salary</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>FROM employees</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>WHERE last_name IN ('King', 'Fripp', 'Atkinson');</strong></span></pre>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13719 size-full" title="Testar valores em consultas com operador IN no Oracle Database" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/operador-IN-oracle-database-02.png" alt="Testar valores em consultas com operador IN no Oracle Database" width="185" height="122"></p>
<p>Note que há dois funcionários cujo sobrenome é &#8220;King&#8221;, por isso aparecem dois registros para esse sobrenome no resultado da consulta.</p>
<h3>Inverter lista com NOT IN</h3>
<p>Também é possível inverter a lista passada ao operador IN empregando o operador lógico NOT em conjunto. Por exemplo, suponha que&nbsp;queremos mostrar os nomes e sobrenomes dos empregados cujos ids de departamento NÃO sejam 30, 50 ou 80. Para tal, podemos fazer:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>SELECT first_name, last_name, department_id</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>FROM employees</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>WHERE department_id NOT IN (30, 50, 80);</strong></span></pre>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13721 size-full" title="Operador NOT IN no Oracle Database - SQL" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/operador-NOT-IN-oracle-database-03.png" alt="Operador NOT IN no Oracle Database - SQL" width="323" height="216"></p>
<p>Note que na tabela de resultados nenhuma das linhas retornadas possui os valores 30, 50 ou 80 na coluna DEPARTMENT_ID.</p>
<p>É isso aí! Veremos mais operadores e comandos do Oracle Database em nossa próxima lição. Até mais!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Oracle Database &#8211; Operador de concatenação de strings</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/oracle-database/oracle-database-operador-de-concatenacao-de-strings/</link>
					<comments>https://www.bosontreinamentos.com.br/oracle-database/oracle-database-operador-de-concatenacao-de-strings/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2019 12:27:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oracle Database]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Usando o operador de concatenação para juntar strings em bancos de dados Oracle Um operador de concatenação é empregado para combinar strings, como nomes de colunas, palavras ou outros conjuntos de caracteres, para formar novas strings de texto (expressão de caracteres) durante a exibição dos resultados de uma consulta. Em uma declaração SQL para consulta em um banco de dados Oracle o operador de concatenação é representado por dois pipes juntos (duas barras verticais) &#8211; &#124;&#124; É possível juntar nomes de colunas ou valores constantes, em qualquer combinação desejada. Vejamos um exemplo, empregando o banco de dados de exemplo HR. SELECT first_name &#124;&#124; ' ' &#124;&#124; last_name AS "Nome Completo do Empregado" FROM employees; No exemplo anterior concatenamos os nomes e sobrenomes de funcionários, e inserimos um espaço em branco para separar os valores. Para tal, precisamos englobar o caractere de espaço entre aspas simples, e o mesmo se aplica a qualquer valor literal dos tipos caracteres e datas; já números não necessitam das aspas para serem concatenados. Operador de Aspa Alternativa Caso seja necessário concatenar strings que contenham aspas, deve-se fazer uso do operador de aspa alternativa, representado pela letra q, para que as aspas da string não interfiram [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Usando o operador de concatenação para juntar strings em bancos de dados Oracle</h2>
<p>Um operador de concatenação é empregado para combinar strings, como nomes de colunas, palavras ou outros conjuntos de caracteres, para formar novas strings de texto (expressão de caracteres) durante a exibição dos resultados de uma consulta.</p>
<p>Em uma declaração SQL para consulta em um banco de dados Oracle o operador de concatenação é representado por dois pipes juntos (duas barras verticais) &#8211; <strong>||</strong></p>
<p>É possível juntar nomes de colunas ou valores constantes, em qualquer combinação desejada.</p>
<p>Vejamos um exemplo, empregando o banco de dados de exemplo HR.</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>SELECT first_name || ' ' || last_name AS "Nome Completo do Empregado"</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>FROM employees;</strong></span></pre>
<p>No exemplo anterior concatenamos os nomes e sobrenomes de funcionários, e inserimos um espaço em branco para separar os valores. Para tal, precisamos englobar o caractere de espaço entre aspas simples, e o mesmo se aplica a qualquer valor literal dos tipos caracteres e datas; já números não necessitam das aspas para serem concatenados.</p>
<h3>Operador de Aspa Alternativa</h3>
<p>Caso seja necessário concatenar strings que contenham aspas, deve-se fazer uso do operador de aspa alternativa, representado pela letra <strong>q</strong>, para que as aspas da string não interfiram com as aspas normais empregadas na concatenação. Veja um exemplo:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>SELECT 'O funcionário ' || first_name || q'[ trabalha no Mc Donald's ]' AS "Funcionários"</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>FROM employees</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>WHERE employee_ID &gt;= 200;</strong></span></pre>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13714 size-full" title="Operador de aspa alternativa no oracle database para concatenação de strings" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/operador-aspa-alternativa-oracle-database.png" alt="Operador de aspa alternativa no oracle database para concatenação de strings" width="350" height="164"></p>
<p>Note que para poder incluir a aspa na palavra <em>Donald&#8217;s</em>, alteramos o caractere que representaria a aspa da string usando o operador q, envolvendo a string em si entre colchetes [ ], escolhidos como delimitador. Na prática podemos escolher qualquer delimitador, incluindo pares de caracteres como [ ], { }, ( ) ou &lt; &gt;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Limitar linhas em uma consulta: row_limiting_clause &#8211; Oracle Database</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/oracle-database/limitar-linhas-em-uma-consulta-row_limiting_clause-oracle-database/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Dec 2018 15:36:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oracle Database]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cláusulas row_limiting_clause A cláusula row_limiting_clause&#160;em bancos de dados Oracle pode ser empregada para a criação de consultas do tipo Top-N, ou seja, relatórios que retornam os N primeiros (ou últimos) itens de uma consulta, em vez de retornar o conjunto de resultados completo. Também é útil para análise de dados, visualização de amostras de registros e outras tarefas. A quantidade de linhas retornadas pode ser especificada por número de linhas ou porcentagem de linhas, usando a palavra-chave FETCH_FIRST. Além disso, é possível usar a palavra-chave OFFSET (deslocamento) para especificar que as linhas retornadas devem iniciar após uma linha de número específico &#8211; ou seja, que serão puladas algumas linhas; neste caso, deve-se ordenar as linhas usando a cláusula ORDER BY. Observação: não é possível usar esta cláusula em uma subconsulta de uma declaração DELETE ou UPDATE. Sintaxe SELECT colunas FROM tabelas [WHERE condição] [ORDER BY coluna] [OFFSET deslocamento { ROW &#124; ROWS }] [FETCH { FIRST &#124; NEXT } [ num_linhas &#124; porcentagem PERCENT}] { ONLY &#124; WITH TIES }] Significado das palavras-chave OFFSET: Permite especificar o número de linhas a pular antes de iniciar a limitação de linhas, em valor numérico. Por exemplo, se se deseja retornar as linhas [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Cláusulas row_limiting_clause</h2>
<p>A cláusula <em>row_limiting_clause</em>&nbsp;em bancos de dados Oracle pode ser empregada para a criação de consultas do tipo <strong>Top-N</strong>, ou seja, relatórios que retornam os N primeiros (ou últimos) itens de uma consulta, em vez de retornar o conjunto de resultados completo. Também é útil para análise de dados, visualização de amostras de registros e outras tarefas.</p>
<p>A quantidade de linhas retornadas pode ser especificada por número de linhas ou porcentagem de linhas, usando a palavra-chave <strong>FETCH_FIRST</strong>.</p>
<p>Além disso, é possível usar a palavra-chave <strong>OFFSET</strong> (deslocamento) para especificar que as linhas retornadas devem iniciar após uma linha de número específico &#8211; ou seja, que serão puladas algumas linhas; neste caso, deve-se ordenar as linhas usando a cláusula ORDER BY.</p>
<p>Observação: não é possível usar esta cláusula em uma subconsulta de uma declaração DELETE ou UPDATE.</p>
<h3>Sintaxe</h3>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>SELECT colunas FROM tabelas</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>[WHERE condição]</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>[ORDER BY coluna]</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>[OFFSET deslocamento { ROW | ROWS }]</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>[FETCH { FIRST | NEXT } [ num_linhas | porcentagem PERCENT}]</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong> { ONLY | WITH TIES }]</strong></span></pre>
<h3>Significado das palavras-chave</h3>
<ul>
<li><strong>OFFSET: </strong>Permite especificar o número de linhas a pular antes de iniciar a limitação de linhas, em valor numérico. Por exemplo, se se deseja retornar as linhas a partir da 5º linha, usamos<strong> OFFSET 5.</strong></li>
<li><strong>ROW | ROWS</strong>: Pode-se usar estas palavras de forma intercambiável. Fornecidas para clareza semântica.</li>
<li><strong>FETCH</strong>: Cláusula para especificar o número de linhas ou a porcentagem de linhas a retornar.<br />
<strong>FIRST | NEXT</strong>: Pode-se usar estas palavras de forma intercambiável. Fornecidas para clareza semântica.</li>
<li>num_linhas | porcentagem<strong> PERCENT</strong>: num_linhas é o número de registros que se deseja retornar; porcentagem é o valor percentual, em forma de número.</li>
<li><strong>ONLY | WITH TIES</strong>: A palavra ONLY é usada para retornar exatamente o número ou porcentagem especificada de linhas; WITH TIES retorna linhas adicionais que tenham o mesmo número de posição da última linha retornada (por exemplo, se retornamos 10 itens, mas na décima posição há três itens &#8220;empatados&#8221;, os três serão retornados também com WITH TIES).</li>
</ul>
<h3>Exemplos</h3>
<p>1 &#8211; Retornar apenas os 5 primeiros empregados da tabela employees, por ordem de ID, incluindo o próprio ID e primeiro nome:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>SELECT employee_ID, first_name</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>FROM employees</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>ORDER BY employee_ID</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>FETCH FIRST 5 ROWS ONLY;</strong></span></pre>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13919 size-full" title="Limitar linhas em consultas no Oracle Database - Fetch First" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/12/fetch-first-oracle-database.png" alt="Limitar linhas em consultas no Oracle Database - Fetch First" width="231" height="132" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/12/fetch-first-oracle-database.png 231w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/12/fetch-first-oracle-database-174x98.png 174w" sizes="auto, (max-width: 231px) 100vw, 231px" /></p>
<p>Note que &#8220;FETCH FIRST 5 ROWS ONLY&#8221; pode ser traduzido literalmente como &#8220;Pegue as 5 primeiras linhas apenas&#8221;.</p>
<p>2 &#8211; Retornar 5 empregados da tabela employees, por ordem de ID, a partir do sexto ID cadastrado (funcoinários 6 a 10), incluindo o próprio ID e o primeiro nome:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>SELECT employee_ID, first_name</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>FROM employees</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>ORDER BY employee_ID</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>OFFSET 5 ROWS</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>FETCH NEXT 5 ROWS ONLY;</strong></span></pre>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13920 size-full" title="offset em resultados de consultas no oracle database com fetch" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/12/fetch-first-oracle-database-exemplo-02.png" alt="offset em resultados de consultas no oracle database com fetch" width="215" height="125"></p>
<p>Em ambos os exemplos retornamos linhas a partir do início da tabela. Também podemos retornar linhas a partir do final da tabela, bastando para isso efetuar a ordenação de forma descendente (com a palavra-chave <strong>DESC</strong> no ORDER BY). Veja o próximo exemplo:</p>
<p>3 &#8211; Queremos saber quais os cinco maiores salários e respectivos funcionários, do maior para o menor:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>SELECT employee_ID, first_name, salary</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>FROM employees</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>ORDER BY salary DESC</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>OFFSET 5 ROWS</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>FETCH NEXT 5 ROWS ONLY;</strong></span></pre>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-13922" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/12/fetch-first-oracle-database-desc-exemplo-03.png" alt="" width="277" height="128"></p>
<p>Até a próxima!</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Oracle Database: Usando Operadores Aritméticos em consultas com SELECT</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/oracle-database/oracle-database-usando-operadores-aritmeticos-em-consultas-com-select/</link>
					<comments>https://www.bosontreinamentos.com.br/oracle-database/oracle-database-usando-operadores-aritmeticos-em-consultas-com-select/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Nov 2018 23:55:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oracle Database]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bosontreinamentos.com.br/?p=13628</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como usar Operadores Aritméticos em consultas com SELECT É possível criar expressões aritméticas em uma consulta que engloba valores numéricos e de datas por meio do uso de operadores aritméticos no Oracle Database. Os operadores aritméticos (&#8220;operações matemáticas básicas&#8221;) são apresentados na tabela a seguir: Operador Significado + Adição &#8211; Subtração * Multiplicação / Divisão Desta forma é possível modificar os valores de dados exibidos no resultado de uma consulta, por exemplo quando precisamos efetuar algum tipo de cálculo nos valores de uma ou mais colunas. É possível incluir em uma expressão aritmética nomes de colunas, valores numéricos constantes (inteiros e de ponto flutuante) e, claro, os operadores aritméticos. Importante salientar que com os tipos de dados DATE e TIMESTAMP só é possível usar os operadores de adição e subtração (não é possível multiplicar ou dividir datas e horários). Ao usar expressões aritméticas em uma consulta SQL também é importante notar que se aplicam as regras básicas de precedência dos operadores, como segue: Multiplicação e divisão tem prioridade sobre adição e subtração. Operadores que possuem a mesma prioridade são sempre avaliados a esquerda para a direita Para alterar a ordem de prioridade dos operadores devemos usar parênteses Os parênteses também [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Como usar Operadores Aritméticos em consultas com SELECT</h2>
<p>É possível criar expressões aritméticas em uma consulta que engloba valores numéricos e de datas por meio do uso de operadores aritméticos no Oracle Database.</p>
<p>Os operadores aritméticos (&#8220;operações matemáticas básicas&#8221;) são apresentados na tabela a seguir:</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 34.1898%; height: 131px;" border="1">
<tbody>
<tr style="height: 24px;">
<td style="width: 40.4429%; height: 24px; text-align: center;"><strong>Operador</strong></td>
<td style="width: 53.2634%; height: 24px; text-align: center;"><strong>Significado</strong></td>
</tr>
<tr style="height: 24px;">
<td style="width: 40.4429%; height: 24px; text-align: center;">+</td>
<td style="width: 53.2634%; height: 24px;">Adição</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 40.4429%; text-align: center;">&#8211;</td>
<td style="width: 53.2634%;">Subtração</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 40.4429%; text-align: center;">*</td>
<td style="width: 53.2634%;">Multiplicação</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 40.4429%; text-align: center;">/</td>
<td style="width: 53.2634%;">Divisão</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Desta forma é possível modificar os valores de dados exibidos no resultado de uma consulta, por exemplo quando precisamos efetuar algum tipo de cálculo nos valores de uma ou mais colunas.</p>
<p>É possível incluir em uma expressão aritmética nomes de colunas, valores numéricos constantes (inteiros e de ponto flutuante) e, claro, os operadores aritméticos.</p>
<p>Importante salientar que com os tipos de dados DATE e TIMESTAMP só é possível usar os operadores de adição e subtração (não é possível multiplicar ou dividir datas e horários).</p>
<p>Ao usar expressões aritméticas em uma consulta SQL também é importante notar que se aplicam as regras básicas de precedência dos operadores, como segue:</p>
<ul>
<li>Multiplicação e divisão tem prioridade sobre adição e subtração.</li>
<li>Operadores que possuem a mesma prioridade são sempre avaliados a esquerda para a direita</li>
<li>Para alterar a ordem de prioridade dos operadores devemos usar parênteses</li>
<li>Os parênteses também podem ser empregados para deixar as declarações mais inteligíveis.</li>
</ul>
<p>Vejamos alguns exemplos do emprego de operadores aritméticos em uma consulta, usando o esquema padrão HR.</p>
<p>1. Queremos retornar os nomes e sobrenomes dos funcionários, com os valores de seus respectivos salários atuais e aumentados em 10%:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>SELECT first_name, last_name, salary, salary * 1.1</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>FROM employees;</strong></span></pre>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13637 size-full" title="Operadores aritméticos no banco de dados oracle database" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/operador-aritmetico-oracle-database-01.jpg" alt="Operadores aritméticos no banco de dados oracle database" width="492" height="209" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/operador-aritmetico-oracle-database-01.jpg 492w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/operador-aritmetico-oracle-database-01-420x178.jpg 420w" sizes="auto, (max-width: 492px) 100vw, 492px" /></p>
<p>2. Queremos verificar os IDs dos empregados e os valores de desconto do INSS sobre o salário de cada um (11% do valor bruto do salário):</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>SELECT employee_id, salary * 0.11</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>FROM employees;</strong></span></pre>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13638 size-full" title="Calcular salário líquido após desconto INSS com oracle database" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/desconto-inss-salario-oracle-database.jpg" alt="Calcular salário líquido após desconto INSS com oracle database" width="370" height="161"></p>
<p>3. Calcular o salário líquido a receber dos empregados, mostrando seus IDs, e levando em conta o valor do INSS (11%) e do IR (supor 15% para todos, para facilitar os cálculos). O IR deve ser aplicado sobre o salário restante após ter sido descontado o INSS.</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong>SELECT employee_id, (salary - salary * 0.11) * 0.85</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong>FROM employees;</strong></span></pre>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13639 size-full" title="Calcular salário líquido após desconto INSS e do Imposto de Renda com oracle database" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/desconto-inss-IR-salario-oracle-database.jpg" alt="Calcular salário líquido após desconto INSS e do Imposto de Renda com oracle database" width="377" height="209"></p>
<p>Essa é uma forma de calcular; esse valor pode ser calculado usando-se fórmulas diferentes.</p>
<p>Observações importantes:</p>
<ul>
<li>Caso uma expressão aritmética envolva um valor NULL, o resultado obtido será sempre NULL (desconhecido).</li>
<li>Se uma divisão por zero for realizada, será retornado um erro.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/oracle-database/oracle-database-usando-operadores-aritmeticos-em-consultas-com-select/">Oracle Database: Usando Operadores Aritméticos em consultas com SELECT</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como configurar um servidor DHCP no Oracle Linux 7</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/como-configurar-um-servidor-dhcp-no-oracle-linux-7/</link>
					<comments>https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/como-configurar-um-servidor-dhcp-no-oracle-linux-7/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Nov 2018 13:06:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Servidor DHCP no Oracle Linux 7 Neste artigo vamos mostrar como efetuar a instalação e configuração de um servidor DHCP  e um escopo de rede usando o Oracle Linux 7. Configuração atual: O servidor possui uma interface de rede já configurada com o IP fixo 192.168.100.1. Instalando o DHCP Primeiramente iremos instalar o pacote dhcp no sistema usando o gerenciador yum: # yum install dhcp Configurando um Escopo DHCP Para configurar um escopo DHCP devemos editar o arquivo de configuração /etc/dhcp/dhcpd.conf. Abra-o com seu editor de textos preferido (necessário credenciais de administrador para poder salvar as alterações): # vi /etc/dhcp/dhcpd.conf Vamos criar um escopo básico. Usaremos as seguintes configurações em nosso servidor: Opções globais (para todos os escopos criados): Nome de domínio: fabio.com Servidores DNS: 192.168.100.1 e 8.8.8.8 Endereço de broadcast da rede: 192.168.100.255 Gateway padrão da rede: 192.168.100.254 Opções do escopo específico: Subrede do escopo: 192.168.100.0 Máscara de sub-rede: 255.255.255.0 Faixa do escopo: IPs de 192.168.100.101 a 192.168.100.150 (50 IPs disponíveis) Tempo de concessão padrão: 18000 segundos (5 horas) Tempo de concessão máximo: 86400 segundos (1 dia) Também criaremos uma configuração de IP estático atribuído a um servidor de impressão: Nome do servidor: srv-impr-01 MAC Address do servidor: 82:37:4c:00:25:15 [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/como-configurar-um-servidor-dhcp-no-oracle-linux-7/">Como configurar um servidor DHCP no Oracle Linux 7</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Servidor DHCP no Oracle Linux 7</h2>
<p>Neste artigo vamos mostrar como efetuar a instalação e configuração de um servidor DHCP  e um escopo de rede usando o Oracle Linux 7.</p>
<p>Configuração atual: O servidor possui uma <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/linux/como-configurar-ip-fixo-no-oracle-linux-7/" target="_blank" rel="noopener">interface de rede já configurada com o IP fixo</a> 192.168.100.1.</p>
<h3>Instalando o DHCP</h3>
<p>Primeiramente iremos instalar o pacote dhcp no sistema usando o gerenciador yum:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong># yum install dhcp</strong></span></pre>
<h3>Configurando um Escopo DHCP</h3>
<p>Para configurar um escopo DHCP devemos editar o arquivo de configuração /etc/dhcp/dhcpd.conf. Abra-o com seu editor de textos preferido (necessário credenciais de administrador para poder salvar as alterações):</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong># vi /etc/dhcp/dhcpd.conf</strong></span></pre>
<p>Vamos criar um escopo básico. Usaremos as seguintes configurações em nosso servidor:</p>
<p>Opções globais (para todos os escopos criados):</p>
<ul>
<li>Nome de domínio: fabio.com</li>
<li>Servidores DNS: 192.168.100.1 e 8.8.8.8</li>
<li>Endereço de broadcast da rede: 192.168.100.255</li>
<li>Gateway padrão da rede: 192.168.100.254</li>
</ul>
<p>Opções do escopo específico:</p>
<ul>
<li>Subrede do escopo: 192.168.100.0</li>
<li>Máscara de sub-rede: 255.255.255.0</li>
<li>Faixa do escopo: IPs de 192.168.100.101 a 192.168.100.150 (50 IPs disponíveis)</li>
<li>Tempo de concessão padrão: 18000 segundos (5 horas)</li>
<li>Tempo de concessão máximo: 86400 segundos (1 dia)</li>
</ul>
<p>Também criaremos uma configuração de IP estático atribuído a um servidor de impressão:</p>
<ul>
<li>Nome do servidor: srv-impr-01</li>
<li>MAC Address do servidor: 82:37:4c:00:25:15</li>
<li>Endereço IP fixo: 192.168.100.120</li>
<li>Tempo de concessão máximo: 604800 segundos (1 semana)</li>
</ul>
<p>Para aplicar essas configurações digite as linhas a seguir no arquivo de configuração aberto:</p>
<pre><span style="color: #800080;"><strong>option domain-name "fabio.com";</strong></span>
<span style="color: #800080;"><strong>option domain-name-servers 192.168.100.1, 8.8.8.8;</strong></span>
<span style="color: #800080;"><strong>option broadcast-address 192.168.100.255;</strong></span>
<span style="color: #800080;"><strong>option routers 192.168.100.254;
</strong></span>
<span style="color: #800080;"><strong>subnet 192.168.100.0 netmask 255.255.255.0 {</strong></span>
<span style="color: #800080;"><strong>  range 192.168.100.101 192.168.100.150;</strong></span>
<span style="color: #800080;"><strong>  default-lease-time 18000;</strong></span>
<span style="color: #800080;"><strong>  max-lease-time 86400;</strong></span>
<span style="color: #800080;"><strong>}
</strong></span>
<span style="color: #800080;"><strong>host srv-impr-01 {</strong></span>
<span style="color: #800080;"><strong>  hardware ethernet 82:37:4c:00:25:15;</strong></span>
<span style="color: #800080;"><strong>  fixed-address 192.168.100.120;</strong></span>
<span style="color: #800080;"><strong>  max-lease-time 86400;</strong></span>
<span style="color: #800080;"><strong>}</strong></span></pre>
<p>Salve o arquivo e feche-o.</p>
<p>Podemos verificar se não há erros de sintaxe no arquivo de configuração criado executando o comando dhcpd com a opção -t:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong># dhcpd -t</strong></span></pre>
<p>Se algum erro for reportado pelo comando, abra novamente o arquivo <strong>dhcpd.conf</strong> e corrija o problema. Uma saída sem problemas se assemelha à seguinte:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13620 size-full" title="Servidor DHCP no Linux Oracle sem problemas" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/dhcpd-t-servidor-dhcp-oracle-linux.png" alt="Servidor DHCP no Linux Oracle sem problemas" width="549" height="272" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/dhcpd-t-servidor-dhcp-oracle-linux.png 549w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/dhcpd-t-servidor-dhcp-oracle-linux-420x208.png 420w" sizes="auto, (max-width: 549px) 100vw, 549px" /></p>
<h3>Arquivo de Concessões DHCP</h3>
<p>As informações sobre os IPs concedidos (concessões ativas) ficam armazenadas em um arquivo de nome /var/lib/dhcpd/dhcpd.leases. Devemos criá-lo executando o comando a seguir:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong># touch /var/lib/dhcpd/dhcpd.leases</strong></span></pre>
<h3>Iniciar e Ativar serviço de DHCP</h3>
<p>Após configurar o servidor e criar o arquivo de concessões, vamos ativar e iniciar o serviço de DHCP:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong># systemctl start dhcpd</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong># systemctl enable dhcpd</strong></span></pre>
<h3>Testando o servidor DHCP</h3>
<p>Após finalizar a configuração do servidor e iniciar o serviço de DHCP, teste-o subindo uma máquina cliente na rede e verifique se ela obtém IP do servidor. Em meu exemplo, subi um cliente Windows 10 e ele recebeu o IP 192.168.100.101 (primeiro IP disponível no escopo dhcp criado):</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13616 size-full" title="Servidor DHCP no Oracle Linux - Teste com Windows 10" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/ip-dhcp-oracle-linux.png" alt="Servidor DHCP no Oracle Linux - Teste com Windows 10" width="625" height="180" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/ip-dhcp-oracle-linux.png 625w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/ip-dhcp-oracle-linux-420x121.png 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/ip-dhcp-oracle-linux-620x180.png 620w" sizes="auto, (max-width: 625px) 100vw, 625px" /></p>
<p>E olhando o conteúdo do arquivo de concessão no servidor podemos ver as informações sobre as configurações atribuídas ao cliente Windows:</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong># cat /var/lib/dhcpd/dhcpd.leases</strong></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13617 size-full" title="Concessões de IP no servidor DHCP Oracle Linux 7" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/IP-concedido-servidor-DHCP-Linux-Oracle.png" alt="Concessões de IP no servidor DHCP Oracle Linux 7" width="682" height="293" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/IP-concedido-servidor-DHCP-Linux-Oracle.png 682w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/IP-concedido-servidor-DHCP-Linux-Oracle-420x180.png 420w" sizes="auto, (max-width: 682px) 100vw, 682px" /></p>
<p>É isso aí! Servidor DHCP no Oracle Linux 7 instalado e configurado com sucesso. Até o próximo tutorial!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Como configurar IP fixo no Oracle Linux 7</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/como-configurar-ip-fixo-no-oracle-linux-7/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Nov 2018 13:46:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Configurar IP fixo no Oracle Linux 7 Veremos neste tutorial como configurar IP fixo no Oracle Linux 7, em uma interface de rede especificada. Os procedimentos que serão realizados também são válidos para outros sistemas Linux que sejam derivados do Red Hat Linux, tais como o CentOS, ClearOS, Fermi Linux e o Scientific Linux, entre outros. O primeiro passo a ser realizado é verificar as interfaces de rede atuais, o que pode ser feito com diversas ferramentas distintas, tanto em linha de comandos quanto em GUI. Assim descobriremos os nomes das interfaces, que serão empregados nos comandos seguintes de configuração. Usaremos o utilitário nmcli para tal. Verificar status e configurações da rede: 1 &#8211; Primeiro vamos verificar o status atual das interfaces de rede físicas do computador. Usaremos o utilitário nmcli: # nmcli device status No meu caso, a interface que será configurada com IP fixo é a interface enp0s3. Vamos utilizá-la nos próximos comandos. Substitua-a pela interface encontrada em seu sistema, caso o nome seja diferente. 2 &#8211; Verificar a configuração da interface de rede específica: # ip addr show dev enp0s3 Configurar IP na interface de rede 3 &#8211; Configuração de IP fixo temporário Vejamos como configurar endereço [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/como-configurar-ip-fixo-no-oracle-linux-7/">Como configurar IP fixo no Oracle Linux 7</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Configurar IP fixo no Oracle Linux 7</h2>
<p>Veremos neste tutorial como configurar IP fixo no Oracle Linux 7, em uma interface de rede especificada. Os procedimentos que serão realizados também são válidos para outros sistemas Linux que sejam derivados do Red Hat Linux, tais como o CentOS, ClearOS, Fermi Linux e o Scientific Linux, entre outros.</p>
<p>O primeiro passo a ser realizado é verificar as interfaces de rede atuais, o que pode ser feito com diversas ferramentas distintas, tanto em linha de comandos quanto em GUI. Assim descobriremos os nomes das interfaces, que serão empregados nos comandos seguintes de configuração.</p>
<p>Usaremos o utilitário nmcli para tal.</p>
<h3>Verificar status e configurações da rede:</h3>
<p>1 &#8211; Primeiro vamos verificar o status atual das interfaces de rede físicas do computador. Usaremos o utilitário <em><strong>nmcli</strong></em>:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong># nmcli device status</strong></span></pre>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13504 size-full" title="Alterar IP no Oracle Linux" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/01-alterar-IP-oracle-linux-nmcli.jpg" alt="Alterar IP no Oracle Linux" width="485" height="109" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/01-alterar-IP-oracle-linux-nmcli.jpg 485w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/01-alterar-IP-oracle-linux-nmcli-420x94.jpg 420w" sizes="auto, (max-width: 485px) 100vw, 485px" /></p>
<p>No meu caso, a interface que será configurada com IP fixo é a interface <strong>enp0s3</strong>. Vamos utilizá-la nos próximos comandos. Substitua-a pela interface encontrada em seu sistema, caso o nome seja diferente.</p>
<p>2 &#8211; Verificar a configuração da interface de rede específica:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong># ip addr show dev enp0s3</strong></span></pre>
<h3>Configurar IP na interface de rede</h3>
<p>3 &#8211; Configuração de IP fixo temporário</p>
<p>Vejamos como configurar endereço IP e máscara de sub-rede em uma interface, para a sessão atual (até o reboot do sistema ou da interface de rede). No caso, vamos configurar o IP da interface com o endereço 192.168.1.50, e com a máscara de sub-rede 255.255.255.0 (24 bits):</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong># ip addr add 192.168.1.50/24 dev enp0s3</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong># ip link set enp0s3 up</strong></span></pre>
<p>4 &#8211; Para configurar o IP em uma interface de forma permanente, devemos editar o arquivo <strong>/etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-<em>[interface]</em></strong>:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong># vi /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-enp0s3</strong></span></pre>
<p>Vamos aplicar as seguintes configurações à interface (altere-as conforme sua necessidade):</p>
<ul>
<li>Endereço IP: 192.168.1.50</li>
<li>Máscara de sub-rede: 24 bits = 255.255.255.0</li>
<li>Gateway padrão: 192.168.1.1</li>
<li>Servidor DNS 01: 192.168.1.1</li>
<li>Servidor DNS 02: 8.8.8.8</li>
</ul>
<p>Para isso, acrescente as linhas a seguir ao arquivo:</p>
<pre><span style="color: #800080;"><strong>IPADDR0="192.168.1.50"</strong></span>
<span style="color: #800080;"><strong>PREFIX0="24"</strong></span>
<span style="color: #800080;"><strong>GATEWAY0="192.168.1.1"</strong></span>
<span style="color: #800080;"><strong>DNS1="192.168.1.1"</strong></span>
<span style="color: #800080;"><strong>DNS2="8.8.8.8"</strong></span></pre>
<p>E também altere a linha <strong>BOOTPROTO</strong> de &#8220;<em>dhcp</em>&#8221; para &#8220;<em>none</em>&#8220;:</p>
<pre><span style="color: #800080;"><strong>BOOTPROTO="none".</strong></span></pre>
<p>O restante simplesmente deixe como está. Veja como ficou meu arquivo completo:</p>
<pre><span style="color: #800000;"><strong>TYPE="Ethernet"</strong></span>
<span style="color: #800000;"><strong>PROXY_METHOD="none"</strong></span>
<span style="color: #800000;"><strong>BROWSER_ONLY="no"</strong></span>
<span style="color: #800000;"><strong>BOOTPROTO="none"</strong></span>
<span style="color: #800000;"><strong>DEFROUTE="yes"</strong></span>
<span style="color: #800000;"><strong>IPV4_FAILURE_FATAL="no"</strong></span>
<span style="color: #800000;"><strong>IPV6INIT="yes"</strong></span>
<span style="color: #800000;"><strong>IPV6_AUTOCONF="yes"</strong></span>
<span style="color: #800000;"><strong>IPV6_DEFROUTE="yes"</strong></span>
<span style="color: #800000;"><strong>IPV6_FAILURE_FATAL="no"</strong></span>
<span style="color: #800000;"><strong>IPV6_ADDR_GEN_MODE="stable-privacy"</strong></span>
<span style="color: #800000;"><strong>IPADDR0="192.168.1.50"</strong></span>
<span style="color: #800000;"><strong>PREFIX0="24"</strong></span>
<span style="color: #800000;"><strong>GATEWAY0="192.168.1.1"</strong></span>
<span style="color: #800000;"><strong>DNS1="192.168.1.1"</strong></span>
<span style="color: #800000;"><strong>DNS2="8.8.8.8"</strong></span>
<span style="color: #800000;"><strong>NAME="enp0s3"</strong></span>
<span style="color: #800000;"><strong>UUID="ef0b12a8-6b0d-40b2-8fee-aa96345d9d8d"</strong></span>
<span style="color: #800000;"><strong>DEVICE="enp0s3"</strong></span>
<span style="color: #800000;"><strong>ONBOOT="yes"</strong></span></pre>
<h3>Reiniciar serviços de rede e interfaces</h3>
<p>5 &#8211; Reiniciar o serviço de rede após editar o arquivo da interface:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong># systemctl restart network</strong></span></pre>
<p>Ou reiniciar apenas a interface em particular:</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong># ifdown enp0s3</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong># ifup enp0s3</strong></span></pre>
<p>Ou ainda</p>
<pre><span style="color: #ff0000;"><strong># ip link set enp0s3 down</strong></span>
<span style="color: #ff0000;"><strong># ip link set enp0s3 up</strong></span></pre>
<p>É isso aí! Agora seu sistema Linux possui uma interface de rede com endereço IP fixo configurado.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13550" title="Oracle Linux Unbreakable Kernel" src="http://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Oracle-PNG-logo.png" alt="Oracle Linux Unbreakable Kernel" width="319" height="198" srcset="https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Oracle-PNG-logo.png 800w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Oracle-PNG-logo-420x260.png 420w, https://www.bosontreinamentos.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Oracle-PNG-logo-768x476.png 768w" sizes="auto, (max-width: 319px) 100vw, 319px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br/linux/como-configurar-ip-fixo-no-oracle-linux-7/">Como configurar IP fixo no Oracle Linux 7</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bosontreinamentos.com.br">Bóson Treinamentos em Ciência e Tecnologia</a>.</p>
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		<title>Vídeo: Como instalar o Oracle Database no Windows</title>
		<link>https://www.bosontreinamentos.com.br/oracle-database/instalando-banco-de-dados-oracle/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio dos Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jul 2017 19:08:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oracle Database]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como instalar o Oracle Database no Windows No vídeo a seguir mostraremos os procedimentos necessários para baixar e instalar o sistema de gerenciamento de bancos de dados Oracle Database Express em uma máquina com Microsoft Windows &#8211; tanto Client quanto Server: Recomendado: O que são Bancos de Dados?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Como instalar o Oracle Database no Windows</h2>
<p>No vídeo a seguir mostraremos os procedimentos necessários para baixar e instalar o sistema de gerenciamento de bancos de dados Oracle Database Express em uma máquina com Microsoft Windows &#8211; tanto Client quanto Server:</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/AnyN69yr4q0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Recomendado: <a href="http://www.bosontreinamentos.com.br/modelagem-de-dados/o-que-sao-bancos-de-dados/">O que são Bancos de Dados?</a></p>
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